É preciso retomar a influência dos EUA na América do Sul, esse é o lema da Casa Branca.

De fato, o braço de ferro com a China, entrando na fase de negociações, abre o retorno de uma guerra fria energética.

Washington endurece o tom, Caracas resiste, no meio, o petróleo, a soberania e a influência geopolítica.

Há meses, os Estados Unidos apertam o cerco ao Venezuela, impondo sanções moduladas, licenças petrolíferas condicionais e pressões diplomáticas direcionadas. Oficialmente, trata-se de democracia e direitos humanos; oficiosamente, a mensagem é clara: retomar o controle sobre um ator energético estratégico em um mundo sob tensão.

O que os EUA realmente buscam?

🛢️ O petróleo venezuelano, que voltou a ser crucial em um contexto de guerra na Ucrânia e de instabilidade no Oriente Médio;

🌍 Limitar a influência chinesa e russa na América Latina;

🗳️ Forçar uma transição política controlada, sem caos regional.

E Nicolás Maduro?

Ainda no centro do poder, mas sob pressão máxima com uma economia sob suporte, uma população exausta e uma margem de manobra diplomática reduzida.

Caracas joga a carta da resiliência, Washington a da pressão gradual. Nenhum dos dois quer a escalada militar, mas o braço de ferro é real.

🔥 As razões que tornam essa situação explosiva agora são múltiplas, mas todos os analistas concordam que os mercados de energia são frágeis, as eleições americanas estão em segundo plano e o mundo é multipolar, onde cada barril conta.

A Venezuela não é mais um assunto periférico, é uma alavanca estratégica em um mundo que está se fragmentando.

📌 Quando a política encontra a energia, a moral muitas vezes se torna negociável.

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