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A Venezuela é um dos maiores paradoxos energéticos do mundo. Ela possui as maiores reservas comprovadas de petróleo bruto do planeta — cerca de 303 bilhões de barris, muito mais do que os 260 bilhões da Arábia Saudita. Apesar dessa riqueza subterrânea, a Venezuela produz apenas cerca de 1 milhão de barris por dia, um dos níveis mais baixos entre os países membros da OPEP. Esse descompasso entre potencial e realidade é impressionante.
Agora compare com outros países. Os Estados Unidos produzem cerca de 13 milhões de barris por dia, tornando-se o maior produtor de petróleo do mundo. A Rússia extrai cerca de 11 milhões, e a Arábia Saudita cerca de 10 milhões de barris por dia. Esses países não têm necessariamente mais petróleo abaixo da superfície do que a Venezuela — eles têm infraestrutura funcional, investimento e gestão estável. Esse é o verdadeiro diferencial.
O petróleo da Venezuela tornou-se um gigante adormecido, impedido por décadas de subinvestimento, sanções e má gestão. As tubulações estão quebradas, as refinarias estão desatualizadas e trabalhadores qualificados deixaram a indústria. A lição é clara: ter recursos não é suficiente. Sem capital, tecnologia e estabilidade, mesmo a nação com mais petróleo pode permanecer paralisada — rica em reservas, mas pobre em produção.