A ação militar dos EUA na Venezuela desperta apostas em mercados de previsão sobre Colômbia e Groenlândia como próximos pontos de tensão potenciais.
Após a operação dos EUA na Venezuela, os mercados de previsão mostraram aumento de interesse na Groenlândia e na Colômbia como possíveis futuros pontos de tensão dos EUA, com apostas crescentes em resultados como a aquisição da Groenlândia pelos EUA ou ações militares na Colômbia.
Groenlândia
Aumento das chances de aquisição: Após a operação venezuelana, as chances de a Groenlândia se tornar parte dos EUA nos mercados de previsão supostamente dobraram, passando de 8% para até 17%.
Foco em Segurança Nacional: O presidente dos EUA, Trump, reiterou seu desejo de adquirir o território autônomo dinamarquês, citando preocupações com segurança nacional e o aumento da atividade russa e chinesa no Ártico.
Oposição forte: Líderes da Groenlândia e da Dinamarca rejeitaram com veemência qualquer tentativa de tomada pelos EUA, com o primeiro-ministro dinamarquês sugerindo que um movimento militar dos EUA poderia acabar com a OTAN.
Colômbia
Apostas em ações militares: Novos mercados surgiram em plataformas como Polymarket com apostas sobre uma possível intervenção militar dos EUA na Colômbia.
Ameaças de Trump: O presidente Trump ameaçou publicamente o presidente da Colômbia, chamando-o de "um homem doente que gosta de fazer cocaína e vendê-la aos Estados Unidos" e não descartando ações militares.
Tensões e diplomacia: Autoridades colombianas emitiram reclamações formais sobre as ameaças dos EUA, ao mesmo tempo em que expressaram desejo de fortalecer a cooperação nos esforços contra o tráfico de drogas.
A atividade no mercado reflete a percepção de que os EUA podem estar dispostos a usar a força em novas regiões para expandir sua influência e lidar com preocupações geopolíticas após o precedente estabelecido na Venezuela.