🚨 HOUVE MANIPULAÇÃO INSTITUCIONAL NO MERCADO DE CRIPTO?

A queda do Bitcoin em outubro e sua recuperação em janeiro não parecem ser apenas um movimento do mercado. A sequência de eventos sugere uma jogada estrutural que beneficiou grandes atores institucionais.

Em 10 de outubro, o MSCI anunciou uma proposta para remover dos seus índices globais empresas com alta exposição a criptoativos, como MicroStrategy e Metaplanet. Esse anúncio foi fundamental, já que os índices do MSCI orientam bilhões de dólares em fluxos passivos. Se tivesse sido aprovado, fundos e ETFs teriam sido obrigados a vender, reduzindo a exposição institucional ao Bitcoin.

Minutos após o anúncio, o Bitcoin caiu cerca de 18.000 dólares e o mercado de cripto perdeu mais de 900 bilhões em capitalização total.

A consulta permaneceu aberta até 31 de dezembro, gerando três meses completos de incerteza. Durante esse período, a demanda ficou congelada, os fundos ligados a índices enfrentaram pressão vendedora e o sentimento do mercado colapsou. O Bitcoin caiu cerca de 31%, enquanto as altcoins sofreram perdas ainda maiores, marcando o pior trimestre desde 2018.

No entanto, em 1º de janeiro, o Bitcoin começou a subir sem notícias alcistas claras. Nos primeiros cinco dias do ano, subiu 8%, sinal de que a pressão vendedora parou de forma repentina.

Tudo foi resolvido entre 5 e 6 de janeiro. Primeiro, o Morgan Stanley apresentou solicitações para ETFs spot de Bitcoin, Ethereum e Solana. Horas depois, o MSCI anunciou que não removeria as empresas com alta exposição a cripto. A mesma regra que gerou três meses de pressão foi retirada justamente quando o produto institucional saiu ao mercado.

A sequência é clara: criar pressão, manter preços baixos, lançar o produto e remover a pressão. Não há confirmação oficial de coordenação, mas o momento, a ordem dos fatos e quem se beneficiou levantam questões sérias. $BTC $ETH $FET