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O círculo interno de Trump está se movendo rápido — e as apostas não poderiam ser maiores.
Em reuniões fechadas, a administração está se preparando para um confronto urgente com autoridades dinamarquesas e groenlandesas sobre uma ideia antes impensável: o controle dos EUA sobre a Groenlândia, a maior ilha do planeta. Acontecendo apenas dias após uma movimentação militar norte-americana dramática na Venezuela, o timing abalou a Europa, a OTAN e os mercados globais.
Por que a Groenlândia? Primeiro, sua localização. A ilha está no ponto de estrangulamento entre a América do Norte e a Europa, tornando-se um pilar da defesa e vigilância ártica à medida que as atividades russas e chinesas intensificam-se na Alta Noruega.
Depois, o que há debaixo do gelo. Terras raras, lítio, cobre, grafite — os materiais brutos que impulsionam veículos elétricos, energia renovável, infraestrutura de IA e armas modernas. Recursos de que o mundo precisa, e que atualmente a China domina.
Washington afirma que a diplomacia vem em primeiro lugar, mas autoridades já declararam abertamente que "todas as opções" permanecem em aberto. O governo da Dinamarca e da Groenlândia respondeu com um firme não, apoiado por aliados da UE e da OTAN, citando soberania e direito internacional. A opinião pública tanto na Groenlândia quanto nos EUA também é amplamente contrária — ainda assim, o debate continua acelerando.
E os efeitos colaterais estão se espalhando. À medida que a tensão geopolítica aumenta, os traders estão observando como narrativas sobre recursos, energia e controle estratégico estão se refletindo nos mercados — até mesmo no cripto. Na Binance, analistas estão acompanhando movimentos sincronizados em mineração, energia e tokens sensíveis a geopolítica, ecoando como os mercados de terras raras reagem a choques no controle de suprimentos.
Isto não é apenas política. É poder, recursos e guerra de narrativas — e está começando a mover capitais.
