Após uma campanha militar recente dos EUA na Venezuela que levou à remoção do presidente Nicolás Maduro, Washington está se posicionando para exercer influência significativa sobre o petróleo venezuelano — que representa cerca de 17–20% das reservas provadas globais (aproximadamente 300 bilhões de barris). A pressão iniciada na era Biden mudou para um controle ativo sobre as vendas e ativos petrolíferos venezuelanos, com planos de empresas dos EUA ajudarem na reconstrução da infraestrutura energética do país e potencialmente comercializarem o petróleo bruto venezuelano internacionalmente. Esses movimentos poderiam ampliar drasticamente a influência dos EUA nos mercados globais de energia e apresentar um desafio estratégico aos produtores do OPEP+.
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Ao mesmo tempo, os EUA realizaram operações conjuntas contra o terrorismo na Nigéria, incluindo bombardeios aéreos conduzidos com cooperação nigeriana. Isso reflete engajamentos de segurança mais amplos visando desmantelar atividades extremistas na África Ocidental.
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