🌟💥🚨 Irã usou US$ 2 bilhões em cripto para operar seus proxies militantes em 2025
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Em 2025, uma grande mudança no cenário financeiro digital viu a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã mover mais de US$ 2 bilhões em criptomoedas para contornar sanções internacionais e financiar seus proxies militantes, incluindo Hezbollah, Hamas e os hutis.
Essa "guerra em sombra de cripto" faz parte de um aumento sem precedentes em atividades ilícitas na blockchain, que atingiu US$ 154 bilhões globalmente, um aumento de 162% em relação ao ano anterior.
O relatório da Chainalysis destaca que, embora o Irã seja um ator principal, ele faz parte de uma rede maior de estados sob sanções que estão armamentizando ativos digitais. A Rússia liderou essa tendência, impulsionada por sua stablecoin A7A5 vinculada ao rublo, que facilitou US$ 93 bilhões em transações e provocou um aumento sete vezes nas atividades de cripto entre entidades sob sanções.
Enquanto isso, hackers da Coreia do Norte tiveram seu ano mais danoso até agora, roubando aproximadamente US$ 2 bilhões por meio de métodos cada vez mais sofisticados.
O cenário é ainda mais complexo devido às Redes Chinesas de Lavagem de Dinheiro (CMLNs), que se profissionalizaram no crime com cripto. Esses grupos agora oferecem "lavagem como serviço", apoiando tudo, desde fraudes e hackeamentos da Coreia do Norte até o financiamento direto do terrorismo.
Criticamente, o relatório alerta que o crime com cripto está indo além do roubo digital para envolver violência física. Em 2025, os ataques físicos contra detentores de Bitcoin aumentaram 33%, enquanto roubos violentos e sequestros ligados a cripto subiram 169%.
Essa evolução mostra que ativos digitais já não são apenas ferramentas para evasão financeira, mas estão profundamente interligados à instabilidade global, tráfico humano e coação física.
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