⚡️ A "guerra pelos minerais" entre China e EUA se intensifica: EUA revelam plano para reduzir dependência da China

A estrutura da cadeia global de suprimentos está enfrentando mudanças significativas, e o mercado de matérias-primas está prestes a enfrentar tempestades.

Dinâmica principal:

Segundo a Reuters, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, está oficialmente desafiando o domínio chinês em setores estratégicos de minerais. Ele está fortemente pressionando o G7 (Grupo dos Sete) e seus aliados a adotarem ações mais ousadas para cortar a dependência de minerais estratégicos e terras raras da China.

Pontos-chave do plano:

🔹 Liderança: Bessent propõe realizar uma reunião especial sobre segurança de terras raras em junho de 2025, durante a cúpula do G7 no Canadá.

🔹 Ultimato: Os EUA afirmam que agirão em conjunto com países que compartilham a mesma urgência, e outros podem se juntar posteriormente.

🔹 Objetivo estratégico: Criar uma cadeia global de minerais totalmente desvinculada da China.

O que isso significa para os investidores?

Como a China detém a maior parte da capacidade de processamento de terras raras e minerais estratégicos no mundo, esse movimento geopolítico afetará diretamente:

1️⃣ Indústrias de alta tecnologia: Os custos de chips, semicondutores e equipamentos de defesa podem aumentar drasticamente.

2️⃣ Setor de energia renovável: A cadeia de suprimentos de materiais para baterias, como lítio, cobalto e níquel, enfrentará reestruturação, beneficiando empresas mineradoras fora da China.

3️⃣ Volatilidade de mercado: Essa estratégia que prioriza a "segurança econômica" em detrimento da "eficiência econômica" pode desencadear um novo risco global de inflação.

Resumo:

A era dos recursos baratos está chegando ao fim, sendo substituída pela "fragmentação dos recursos em blocos estratégicos". Isso não é apenas um jogo diplomático, mas a lógica central do mercado de matérias-primas nos próximos dez anos.

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