Alumínio atinge máximo de 3,5 anos: a quebra do "metal verde" 🚀

As futuras do alumínio estão em alta, com os preços atingindo 3.082 dólares/tonelada — o nível mais alto desde maio de 2022. Uma combinação de oferta apertada e demanda industrial crescente encerrou anos de negociação em faixa estreita, sinalizando uma nova era para o metal.

Por que está subindo?

Teto de produção na China: O maior produtor mundial atingiu seu limite estrito de capacidade de 45 milhões de toneladas, o que significa que não há nova oferta disponível para atender à demanda.

Choques na oferta global: Interrupções de energia na Islândia e cortes na produção em Moçambique reduziram os estoques globais.

Fator da guerra comercial: Novas tarifas de 50% dos EUA e restrições de exportação da UE sobre o metal reciclado estão tornando mais difícil e mais caro mover alumínio entre fronteiras.

Demanda da transição energética: Desde estruturas de veículos elétricos até grandes centros de dados para inteligência artificial, a "transição verde" está consumindo alumínio mais rápido do que as fundições conseguem produzi-lo.

O alumínio rompeu um nível importante de resistência multianual. Com a produção na China limitada e a demanda por tecnologias verdes em ascensão, o mercado está entrando em um déficit estrutural que pode manter os preços elevados até 2026.

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