Por que XRP, Dogecoin e Solana estão agora recebendo tratamento de ETF ao nível do Bitcoin
Durante anos, o Bitcoin foi o único criptoativo que Wall Street e reguladores sentiam-se confortáveis em aprovar para ETFs. Ethereum entrou depois, mas a maioria das altcoins permaneceu excluída. Esse período está chegando ao fim — e XRP, Dogecoin e Solana são os sinais mais claros dessa mudança.
O que mudou não são as moedas — são as regras.
Os reguladores avançaram em direção a um quadro mais padronizado para a aprovação de ETFs. Em vez de avaliar cada cripto como um caso legal único, agora os ETFs podem ser aprovados para ativos principais e líquidos que atendam a critérios claros, como volume de negociação robusto, precificação confiável e proteções para investidores.
Por que XRP, DOGE e SOL?
Eles já preenchem esses requisitos:
XRP possui liquidez global profunda e longa história no mercado
Dogecoin constantemente se encontra entre os criptoativos mais negociados
Solana é uma das blockchains mais ativas e amplamente utilizadas
São simplesmente grandes demais e estabelecidos demais para serem ignorados.
O que significa realmente o mesmo tratamento de ETF que o Bitcoin
Isso não significa que eles substituam o Bitcoin — significa que agora estão acessíveis da mesma forma:
Comprados por meio de contas de corretagem regulares
Sem necessidade de carteiras ou chaves privadas
Elegíveis para instituições, fundos de pensão e fundos de aposentadoria
Estruturas totalmente regulamentadas e transparentes
Por que isso importa
O acesso a ETFs abre o mercado cripto para capital tradicional — gestores de riqueza, fundos de pensão e investidores que nunca usaram aplicativos de cripto. Isso pode redefinir a liquidez e a demanda de longo prazo.
A visão geral
Isso não se trata apenas de três moedas. Trata-se de o cripto cruzar uma linha — de especulação de nicho para ativos financeiros reconhecidos.
Bitcoin abriu a porta. Ethereum a ampliou.
Agora XRP, Dogecoin e Solana entraram.
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