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Absalão, filho de Davi, não era apenas um jovem bonito — ele possuía carisma, astúcia e orgulho, que o tornavam quase divino aos olhos do povo. Após assassinar seu irmão Amnom, fugiu, viveu três anos longe do pai, aprendendo paciência e observando as fraquezas do rei. Ao retornar, encontrava as pessoas às portas, ouvia suas queixas, falava com carinho e justiça, até que o coração de cada israelita começou a se inclinar para ele. Ele brilhava, sua presença inspirava confiança, e seu sorriso prometia verdade onde Davi parecia distante.

Com o tempo, Absalão decidiu se rebelar abertamente. Enganou muitos conselheiros e anciãos, manipulou os eventos, até que Davi foi forçado a deixar Jerusalém com os fiéis que lhe restavam. No campo de batalha, as ambições de Absalão se transformaram em tragédia: seus cabelos, nos quais se orgulhava, enrolaram-se nos galhos de uma árvore, e ele caiu, sua morte sendo extremamente cruel. Davi chorou por seu filho, o povo entristeceu, e a ordem só retornou gradualmente.

Moral: mesmo nas criptas onde se escondem ambições e intrigas, tudo o que é oculto cedo ou tarde vem à tona e se volta contra quem tramou a conspiração.