Uma tendência silenciosa, mas importante, no Web3 é a transição de "ativos são tokens" para "ativos são um conjunto de tokens + dados + condições". Nesta perspectiva, os dados não são mais um complemento, mas sim a condição para a existência de valor. Walrus está exatamente neste ponto de interseção.

Imagine um mundo onde NFTs não são apenas um ID on-chain, mas também estão intimamente ligados a dados que devem estar sempre disponíveis para que esse NFT tenha significado. Ou um acesso que só é válido se o conjunto de dados relacionado ainda existir. Walrus permite projetar sistemas assim, onde o valor não pode ser separado dos dados.

Isso pode parecer rigoroso, mas reflete a verdadeira natureza dos ativos digitais. Sem dados, sem contexto. Sem contexto, sem valor. Walrus transforma essa relação em algo que pode ser verificado e imposto por código, em vez de depender da promessa de humanos.

A longo prazo, isso pode mudar a forma como definimos 'on-chain'. Um ativo não é apenas on-chain porque seu token está na blockchain, mas porque todos os dados necessários para entendê-lo e verificá-lo têm um estado claro, têm regras estabelecidas e têm responsabilidades econômicas associadas.

Walrus não precisa se tornar uma camada de infraestrutura proeminente. Na verdade, ele funciona melhor quando ninguém presta atenção nele. Mas se essa tendência continuar, sistemas sem disponibilidade de dados confiável serão gradualmente considerados incompletos.

Nesse caso, Walrus não é mais uma opção, mas uma suposição subjacente no design do sistema. E as suposições subjacentes geralmente são onde o valor da infraestrutura realmente se acumula.

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