O Protocolo Walrus está mudando a forma como as empresas consideram o conceito de garantir armazenamento multi-inquilino em um mundo descentralizado.
Essencialmente, o Walrus não considera a isolamento como uma opção de configuração, mas como uma garantia criptográfica. Cada organização opera em um espaço de codificação separado por domínio, de modo que informações de bancos, hospitais, governos e empresas possam ser hospedadas em infraestrutura comum sem ameaças de inferência ou vazamento entre inquilinos.
Esta arquitetura oferece segurança de nível de nuvem e mantém resiliência descentralizada. Os dados dos inquilinos são codificados em fragmentos matematicamente separados, e sem os coeficientes privados não é possível reconstruí-los entre domínios. Os operadores de nós não conseguem determinar a propriedade ou o conteúdo, mesmo quando os identificadores de inquilinos são ofuscados criptograficamente, mas são verificáveis em termos de conformidade, bem como com roteamento jurisdicional.
O Walrus vai ainda além ao integrar conformidade empresarial ao ciclo de vida do protocolo. O sobrecarga manual pode ser evitada por meio de retenção automática, auditoria e roteamento consciente de jurisdição, fornecendo às organizações a capacidade de cumprir requisitos regulatórios. A integração com módulos de segurança de hardware não altera as práticas já existentes de gerenciamento de chaves e modelos de acesso baseados no zero-trust eliminam a dependência das defesas perimetrais legadas.
O que resta é uma infraestrutura que pode expandir-se além de registros financeiros para telemetria industrial, com o objetivo de recuperação de desastres, alocação de custos e durabilidade dos dados a longo prazo. O Walrus não é apenas um armazenamento de dados empresariais; é um provedor de confiança, privacidade e responsabilidade em nível de protocolo, apresentando-se como base para armazenamento descentralizado crítico para missões.
@Walrus 🦭/acc #walrus $WAL
