Uma das fraquezas mais negligenciadas nos sistemas de blockchain é a permissão baseada em memória. Endereços são aprovados, colocados na lista branca ou concedidos isenções — e então permanecem.

Mas a autoridade no mundo real não funciona assim. Os cargos expiram. As atribuições mudam. As credenciais são revogadas. O endereço, no entanto, continua funcionando muito tempo após o seu tempo de validade. É assim que os sistemas falham silenciosamente. O Dusk não depende de aprovações históricas. Em vez disso, avalia regras no momento da execução. Cada transação deve satisfazer as condições neste exato momento, e não com base no que costumava ser permitido. As credenciais ou passam ou não passam.

Nada obsoleto é levado adiante. Essa escolha de design parece sutil, mas é poderosa. Significa que a conformidade não é lembrada, mas aplicada continuamente. Você não descobre violações depois que os ativos forem movidos. Você as previne antes que a execução seja concluída.

Para a finança regulada, isso é extremamente importante. Reduz a ambiguidade, limita a responsabilidade e alinha o comportamento on-chain com a forma como os sistemas reais de conformidade já operam. O Dusk não corrige esse problema posteriormente — ele constrói ao redor dele desde o início.

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