Como o Walrus torna os metadados NFT verdadeiramente descentralizados
Uma das maiores lacunas no ecossistema inicial de NFTs era onde os mídias e metadados realmente viviam. Muitos NFTs mantêm apenas a propriedade na blockchain, enquanto a imagem, vídeo ou ativo associado vive em servidores centralizados — que podem ficar offline, ser alterados ou até ser censurados. @Walrus 🦭/acc corrige isso permitindo armazenamento descentralizado e verificável de metadados NFT e arquivos de mídia.
Por meio de integrações como a opção de armazenamento Walrus da Crossmint, os desenvolvedores podem escolher o Walrus como backend para metadados NFT e arquivos de mídia em várias cadeias — incluindo cadeias EVM, Solana e outras — tornando o processo flexível e interoperável entre ecossistemas.
Além disso, projetos como o TradePort já estão usando o Walrus para armazenar diretamente metadados NFT para coleções no Sui, garantindo que imagens, traços e conteúdo dinâmico permaneçam acessíveis e imutáveis.
Diferentemente do armazenamento off-chain tradicional que depende de um único host, o Walrus fragmenta e distribui esses dados entre operadores de armazenamento descentralizados, preservando a disponibilidade e autenticidade mesmo que partes da rede falhem. Isso significa que a arte NFT e os metadados associados permanecem confiáveis e resilientes — um recurso essencial para a propriedade digital de longo prazo.
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