#January 12, 2009.
Um quarto vazio. Dois computadores. E uma ideia maior do que qualquer um imaginou.
#SatoshiNakamoto Clica em “Enviar.” 10 $BTC Sai da tela e chega na carteira de Hal Finney. Nada parece extraordinário para quem observa os números—mas para eles, foi histórico. A primeira transação de Bitcoin.
Hal vê as moedas. Ele as estuda. Ele franze a testa… então um pequeno sorriso cúmplice se forma. Sem fanfarra. Sem manchetes. Apenas a prova de que funcionou. E essa prova foi monumental.
Hal não era um iniciante. Um respeitado criptógrafo e cypherpunk, ele entendia o significado de acreditar em uma ideia antes que o mundo faça isso.
Aqueles 10 BTC não tinham valor em dólares. Mas seu verdadeiro valor não estava no preço—estava na confiança. O primeiro teste real de um sistema que reformularia as finanças para sempre.
Mesmo quando a doença mais tarde o atingiria, Hal continuou codificando, testando e pensando. Porque a tecnologia sozinha não é suficiente. É preciso de humanos para trazê-la à vida.
Hoje, aqueles 10 BTC valem milhões. No entanto, o preço é secundário. O que importa é o princípio: cada transação de Bitcoin ainda carrega o eco daquele primeiro gesto—o clique que provou que uma moeda livre poderia existir.
Grandes revoluções começam silenciosamente. Poucos acreditam. Um punhado age. E às vezes… tudo muda.
Satoshi e Hal nos ensinaram: ideias não precisam de reconhecimento. Elas precisam de coragem, paciência e ação. Às vezes, tudo que é necessário é um único clique para fazer história.

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