O que me chama a atenção sobre o Dusk é como ele força o sistema a lembrar de suas próprias decisões. Não através de registros ou painéis. Não por ter alguém juntando as coisas depois. Ou um resultado é acordado, confirmado e mantido como estado, ou simplesmente não existe.
Isso por si só muda como o acerto se comporta quando a pressão aparece. Não há uma segunda versão dos eventos. Nenhuma linha do tempo alternativa construída com base em interpretação ou opinião. A rede já fez uma chamada, e o Dusk mantém essa decisão trancada.
Para mim, isso não é realmente sobre transparência.
É sobre disciplina no acerto.
Sistemas sem memória compartilhada continuam reabrindo o mesmo momento repetidamente, tentando explicá-lo novamente. O Dusk torna caro argumentar com o que já aconteceu.

DUSK
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