Enquanto a Fundação Walrus não se apresenta publicamente como uma organização legal-primeiro, ela opera com consciência legal em vez de ignorar a realidade regulatória.
Protocolos que tocam pagamentos, armazenamento e governança inevitavelmente se cruzam com a regulação. Na prática, isso significa que a fundação depende de consultoria jurídica—interna ou externa—para navegar pelos requisitos jurisdicionais, riscos de conformidade e estruturas de política em evolução.
O que me chama a atenção é que a Walrus não tenta resolver a regulação apenas por meio da tecnologia. Em vez disso, trata a estratégia legal como uma disciplina paralela. Essa separação—lógica de protocolo on-chain, conformidade tratada off-chain—mantém o sistema flexível sem embutir suposições legais diretamente no código.
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