DUSK: Conceitos-chave (pontos curtos e reutilizáveis)
Envoltório legal primeiro: um token deve espelhar uma reivindicação legal existente (certificado de ações, registro de títulos), e não substituí-la. A entidade legal e a documentação permanecem primárias.
Participação controlada: apenas partes elegíveis e verificadas devem ser capazes de manter/transferir certos valores mobiliários tokenizados — a integração (KYC/regras regionais) é um fluxo de trabalho, não uma reflexão tardia.
Privacidade + auditabilidade: a criptografia (zero-knowledge / confidencialidade) oculta detalhes sensíveis enquanto ainda permite que reguladores e auditores verifiquem a conformidade quando necessário.
Infraestrutura, não hype: Dusk se posiciona como encanamento para finanças regulamentadas (emissão, liquidação, ações corporativas) em vez de um parque de diversões DeFi geral.

