#Plasma refere-se a dois conceitos principais em blockchain: Plasma Original (2017): Uma estrutura de escalonamento de Camada 2 proposta por Vitalik Buterin & Joseph Poon para Ethereum. Ela utiliza "cadeias filhas" (sidechains) ancoradas na mainnet do Ethereum para processar transações fora da cadeia, permitindo uma enorme capacidade de processamento enquanto conta com provas de fraude para segurança. A maior parte dos dados permanece fora da cadeia; apenas compromissos periódicos vão para o Ethereum. Enfrentou dificuldades com saídas em massa, disponibilidade de dados e experiência do usuário, portanto, os rollups a substituíram em grande parte. Alguns projetos (por exemplo, o early Polygon) se inspiraram nela.
Plasma Moderno (cadeia Layer-1 de 2025+): Uma blockchain L1 de alto desempenho, compatível com EVM (plasma.to) otimizada para pagamentos em stablecoins (especialmente USDT). Os recursos incluem: Transferências de USDT sem taxa via pagador de protocolo
Milhares de TPS com finalização em sub-segundo (consenso PlasmaBFT)
Token nativo $XRP XPL para staking, taxas (transações não-USDT) e governança. Ponte BTC minimizada em confiança para pBTC em DeFi
Lançou a beta da mainnet ~Set 2025; rapidamente alcançou bilhões em TVL/liquidez
Em resumo: Plasma Clássico = ideia de escalonamento do Ethereum (principalmente histórica). Plasma Atual = cadeia L1 focada em stablecoins rápida e estável competindo no espaço de pagamentos/DeFi.