
#WalletConnect isso é como "QRIS Universal" que não conhece limites de país.
Estamos testemunhando a evolução do sistema de pagamentos que sempre foi sonhado pelos nativos do crypto.
A seguir está uma análise comparativa entre o Modelo WalletConnect (Web3) e o Modelo QRIS (Web2), e por que isso é revolucionário:
1. Experiência do Usuário (UX) Igual, Mas Diferente de Máquina
Visivelmente, a experiência é idêntica:
QRIS: Abra o m-banking/e-wallet > Escanear QR > Insira o PIN > Concluído (Saldo Rupiah descontado).
Wallet Connect: Abra a Carteira Crypto (Metamask, Phantom, Trust) > Escanear QR > Assinar Transação > Concluído (Saldo USDC/ETH descontado).
A diferença está na "Via do Trem" (Rails) por trás disso:
QRIS: Dependendo da troca entre bancos/carteiras locais. Você deve ter uma conta bancária na Indonésia. Se for para o exterior, deve haver uma colaboração G2G (entre países), como QRIS Cross-border (Tailândia/Singapura). O processo é burocrático.
WalletConnect: Depende da Blockchain. Não importa se você é indonésio, americano ou nigeriano, desde que você tenha a chave privada e uma conexão à internet, a transação acontece. Não é necessário permissão do banco central de ambos os países.
2. Principais Vantagens: "Currency Agnostic" (Sem Moeda Específica)
Este é o ponto "pode ser usado em qualquer país" que você mencionou.
Caso QRIS/Carta de Crédito: Se você fizer compras em Lisboa usando Rupiah, você está sujeito à taxa de conversão (IDR para EUR) que muitas vezes é desfavorável, além de taxas administrativas bancárias.
Caso WalletConnect: Você pode pagar usando USDC ou USDT (Stablecoin).
O comerciante aceita Euro (convertido automaticamente pelo seu processador de pagamento).
Você paga exatamente de acordo com o valor do dólar naquele momento.
Não há spread de taxa bancária que estrangula.
3. Último Obstáculo: Velocidade & Custo (Taxa de Gas)
Por que isso é tão popular agora (como em Lisboa)? Porque antes, a blockchain (Layer 1 Ethereum) era muito lenta e cara (taxa de gas poderia ser $5 para comprar um café que custa $3).
Agora, com a existência do Layer 2 (como Base, Arbitrum, Optimism) ou blockchain rápida (Solana), o custo da transação é inferior a $0.01 e instantâneo.
É por isso que a tecnologia #ZK-Proof (que discutimos anteriormente) se torna crucial. #ZK-Rollup permite que os pagamentos de café em Lisboa sejam validados instantaneamente e baratos, mas ainda seguros como o Ethereum.
Apesar disso, a cripto ainda está muito longe de alcançar o sistema de vendas local.
Varejo pequeno, como food trucks, vendedores em mercados de pulgas/mercados de agricultores, ou pequenas lojas de conveniência têm suas próprias soluções e a facilidade de uso é muito mais do que a palavra simples em comparação com cripto atualmente.
Aqui está o mapa do sistema de pagamentos de varejo pequeno em vários países:
1. EUA, Reino Unido, Austrália, & Canadá: "A Revolução do Dongle" (Square/SumUp)
Nestes países, até mesmo os vendedores ambulantes raramente são apenas em dinheiro. Se você comprar café na calçada em Nova York ou Londres, eles usam um pequeno dispositivo chamado mPOS (Mobile Point of Sale).
O dispositivo: Pequena caixa branca (como as marcas Square, Clover ou SumUp) que é conectada ao iPad ou celular do comerciante.
Como funciona: O comprador apenas aproxima o cartão de crédito/débito ou Apple Pay/Google Pay naquela pequena caixa.
Por que não QR? Porque seu ecossistema já está "incutido" com cartões (Visa/Mastercard). Portanto, a inovação não é substituir cartões por QR, mas tornar as máquinas de cartão (EDC) baratas e pequenas para que pequenos comerciantes possam comprá-las.
2. China: "O Reino do QR" (Semelhante à Indonésia)
Esta é uma exceção. A China é tão extrema quanto a Indonésia.
Vendedores de mercado, artistas de rua, até doações para templos usando WeChat Pay ou Alipay.
Eles pularam a fase do cartão de crédito. De dinheiro direto para QR. Lá, o varejo pequeno fica confuso se você quiser pagar com um cartão Visa/Mastercard (exceto em grandes shoppings/hoteis).
3. Japão & Alemanha: "Dinheiro é (Ainda) Rei" mas Mudou
Esses dois países de tecnologia gigante são culturalmente muito fãs de dinheiro em espécie (razões de privacidade e cultura de economia).
Antes: Pequenos restaurantes de ramen ou padarias na Alemanha frequentemente recusavam cartões. Havia uma placa "Apenas em Dinheiro".
Agora (Pós-Covid): Mudou drasticamente. Varejo pequeno no Japão agora tem máquinas pequenas para cartões IC (como e-Money/Flazz em nosso país, chamados Suica/Pasmo). Basta encostar o cartão do trem, o pagamento é feito.
Alemanha: Começando a usar mais cartões de débito (EC Karte), mas ainda há muitos lugares pequenos que ficam carrancudos se você quiser pagar um café de 2 euros com cartão.
Comparação de Infraestrutura: Por que a Indonésia escolheu QRIS?
Por que nosso vendedor de cilok não usa um dispositivo "Tap" (NFC) como os vendedores de hotdog na América?
Custo do Equipamento (Custo de Hardware):
América: O dispositivo Square reader é barato (cerca de $50 ou até gratuito em promoção), e todos lá têm cartão.
Indonésia: Distribuir máquinas EDC/NFC para milhões de comerciantes é caro.
Solução QRIS: Apenas precisa de papel + tinta de impressora. O custo da infraestrutura se aproxima de Zero Rupiah. É por isso que o QRIS explodiu em países em desenvolvimento (a Índia tem UPI, o Brasil tem Pix).
Propriedade de Cartão vs Celular:
No Ocidente, todos os adultos certamente têm uma conta bancária e um cartão de débito/crédito.
Na Indonésia, muitas pessoas estão sem banco (não têm conta), mas possuem celular e GoPay/OVO. O QR Code é a ponte mais fácil.
Você pode experimentar o sistema de pagamento usando Binance Pay. Para pessoas de fora que ainda não conhecem o sistema QR, experimente, há um sistema de pagamento na Binance para comerciantes na Binance com o Binance Pay.