Privacidade da Transação DUSK e o que a Mudança de Janeiro Realmente Sinalizou
Na maioria das cadeias, a lógica da transação vaza antes de se estabilizar. Mempools públicos expõem tamanho, tempo e intenção. Para negociações institucionais, isso transforma a execução em uma responsabilidade. Grandes ordens são desmontadas, o preço se move antes da liquidação e o custo aparece de forma discreta em deslizamento.
DUSK é construído para bloquear essa falha no nível do protocolo. A execução passa por transações blindadas Phoenix com o Hedger aplicando privacidade diretamente no DuskEVM. Valores, identificadores de ativos e contrapartes permanecem criptografados até que a liquidação seja finalizada no DuskDS. Os validadores não adivinham a intenção. Eles verificam provas de que a transação é válida e está em conformidade.
Em uma negociação de mercado secundário típica no DUSK, um comprador e um vendedor podem trocar títulos tokenizados sem divulgar volume ou tamanho de posição. Limites de retenção ou condições de KYC são verificados pelo protocolo, não pela exposição de dados. A liquidação acontece primeiro. A visibilidade vem depois, apenas se necessário.
Isso muda como a liquidez se comporta. Em 14 de janeiro, após os testes de integração do Hedger, a estabilidade inicial do EVM e o progresso visível com o pipeline NPEX RWA, a acumulação aconteceu sem vazamento óbvio. O volume se expandiu sem o ruído usual de pré-movimentação.
A geração de provas adiciona latência. Fluxos blindados requerem novas ferramentas. O varejo se move mais devagar.
Mas no DUSK, a execução para de se anunciar. O preço reage ao que se liquida, não ao que vaza.