Validadores DUSK e Por Que "Envelopes Legais" Deixam de Funcionar na Prática

Na maioria das cadeias EVM, os validadores não se importam com o que uma transação representa. Se a assinatura for válida e o gás for pago, ela é processada. É assim que transferências não conformes, títulos restritos ou carteiras sancionadas acabam na blockchain, com a execução transferida para advogados e planilhas depois. Quando alguém percebe, a liquidação já ocorreu.

A DUSK não permite esse intervalo. A camada de conformidade Moonlight faz com que os validadores façam parte da execução, não meros espectadores. Um validador DUSK não apenas verifica assinaturas. Ele verifica provas criptográficas de que uma transição de estado é permitida sob as regras do protocolo antes que se torne um candidato a bloco.

Em termos práticos, isso significa que um título tokenizado na DUSK só pode ser transferido se o comprador atender às regras do ativo. O validador nunca vê nomes ou saldos. Ele apenas verifica provas de que o comprador possui uma credencial de identidade válida, que as regras de jurisdição são respeitadas e que bloqueios ou limites são aplicados. Se qualquer condição falhar, a transação nunca se liquida. Não há nada para desfazer depois. Isso muda como o "fluxo ruim" é tratado. Na DUSK, transações não conformes não são sinalizadas. Elas não existem.

Os validadores realizam verificações mais rigorosas. Os emissores devem configurar regras com cuidado. As ferramentas são mais rigorosas do que contratos EVM de copiar e colar. Mas na DUSK, a conformidade não é papelada em torno da cadeia. É parte da própria finalização do bloco.

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