A privacidade em cripto é muito discutida, mas quando você realmente tenta armazenar dados na blockchain ou perto dela, a realidade bate rápido. As coisas são ou públicas, difíceis de usar, ou muito mais caras do que você esperava. É por isso que prestei mais atenção em como @Walrus 🦭/acc aborda a segurança e a privacidade — é mais silencioso, mas mais reflexivo.
O que se destacou para mim é que o Walrus não trata o armazenamento como um único cofre. Seus dados são divididos em pedaços, codificados e distribuídos pela rede. Nenhum nó único possui o arquivo completo. Do ponto de vista prático, isso já remove muitos riscos. Mesmo que uma parte seja comprometida, ela é inútil sozinha. A criptografia é integrada, não uma opção extra. Os arquivos são protegidos antes de serem armazenados, o que significa que os operadores de nós não podem espiar casualmente o que estão segurando. Eu gosto dessa mentalidade. Assume uma confiança zero por padrão, o que parece realista.
#Walrus também usa codificação de apagamento, então os dados permanecem recuperáveis mesmo que alguns nós desapareçam. Isso não se trata apenas de tempo de atividade — trata-se de resiliência contra censura e interrupções.
Executar no Sui também ajuda. As transações são rápidas, previsíveis e não te penalizam com picos de taxas aleatórias.
Claro, ainda é cedo. As ferramentas não são perfeitas, e a privacidade é tão forte quanto a forma como os usuários gerenciam as chaves. Mas comparado à maioria dos experimentos de armazenamento que vi, o Walrus parece construído por pessoas que realmente pensaram sobre ameaças do mundo real.$D

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