Fluence ($FLT) está silenciosamente criando um espaço na narrativa DePIN como uma jogada de computação descentralizada "sem nuvem"—focando em servidores virtuais de nível empresarial e agora recursos de GPU de verdadeiros data centers de Nível 3/4, todos tokenizados via colateral no estilo RWA.
Não é apenas mais uma rede de aluguel de GPU; enfatiza a disponibilidade verificável, custos mais baixos (muitas vezes 75%+ em comparação com nuvens centralizadas) e sem dependência de fornecedor, o que se alinha perfeitamente com a mudança mais ampla em direção a infraestruturas de IA descentralizadas e mercados de computação em 2026.
O que se destaca é como se encaixa ao lado de nomes mais estabelecidos em lanes semelhantes:
- Golem ($GLM ): computação peer-to-peer OG, pesado em hardware ocioso para tarefas de renderização/IA.
- Theta Network ($THETA ): focado em Edge para mídias/streaming + cargas de trabalho de IA, com confiabilidade descentralizada/centralizada híbrida.
- Helium ($HNT ): O plano DePIN para infraestrutura sem fio, provando que redes físicas crowdsourced podem escalar para receita real (como offloads de operadoras).
Fluence parece ser a evolução específica de computação daquela mesma ideia—tokenizando a capacidade de hardware real para atender à demanda explosiva de IA sem depender de silos da Big Tech.
Ainda em território de micro-cap (~$1.2–1.5M de valor de mercado, preço pairando em ~$0.005 em meio à volatilidade), mas o roadmap Vision 2026 (expansões de GPU, recompra de receitas, tokenização RWA) faz dela uma que vale a pena acompanhar se a computação de IA descentralizada continuar ganhando tração.
Pensamentos sobre qual dessas tem a maior vantagem competitiva agora? 🚀

