💥 CZ e BLACKROCK têm uma visão similar sobre: IA, TOKENIZAÇÃO E O FUTURO DO TRABALHO

Líderes da indústria como Changpeng Zhao (CZ) e Larry Fink da BlackRock compartilham uma visão surpreendentemente similar: estamos fazendo a transição de uma economia baseada em trabalho para uma baseada em ativos. Essa mudança é impulsionada pela realidade econômica "em forma de K", onde a IA aumenta drasticamente as margens corporativas e a produtividade, mas, ao mesmo tempo, substitui funções tradicionais, particularmente em setores de colarinho branco, como engenharia de software e gestão média. Neste cenário, espera-se que o valor de "vender seu tempo" por um salário diminua à medida que os sistemas de IA começam a realizar as tarefas de profissionais juniores e seniores de forma mais eficiente do que os humanos. Tanto CZ quanto Fink apontam para essa "substituição de trabalho" como uma mudança estrutural permanente que poderia levar a um futuro "sem emprego" para aqueles que dependem exclusivamente do emprego tradicional.

Para combater essa disrupção, ambos olham para blockchain e tokenização como a nova infraestrutura para sobrevivência financeira e criação de riqueza. CZ prevê um futuro onde o cripto serve como a "moeda nativa" para milhões de agentes autônomos de IA, permitindo que indivíduos ganhem renda através de microtransações e protocolos descentralizados, em vez de um emprego padrão das 9 às 5. Da mesma forma, a BlackRock está apostando na tokenização de todos os ativos — de imóveis a private equity — para democratizar o investimento. O argumento deles é que, enquanto a IA pode tirar seu emprego, um sistema financeiro tokenizado facilita para todos se tornarem um "proprietário". Ao manter fragmentos digitais de ativos globais que geram rendimento, os indivíduos podem teoricamente se sustentar através de retornos de investimento e renda programável, efetivamente substituindo um salário por um portfólio.

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