Os padrões de relatórios evoluem. Sistemas que não podem se adaptar são substituídos.
A arquitetura modular da Dusk parece intencionalmente projetada para essa realidade. Em vez de trancar tudo em uma estrutura rígida, permite que componentes evoluam sem quebrar todo o sistema.
Para finanças regulamentadas, isso importa mais do que números de TPS.
Imagine regras de conformidade mudando entre jurisdições. Uma cadeia modular pode ajustar lógica, camadas de privacidade ou mecanismos de verificação sem forçar um reinício completo.
Essa é uma vantagem massiva para usuários institucionais de longo prazo que não podem arcar com tempo de inatividade ou incertezas.
Outro ponto subestimado é como o Dusk separa execução, privacidade e verificação. Isso mantém o desempenho eficiente enquanto ainda mantém fortes garantias criptográficas.
Não é chamativo. É prático. E sistemas práticos tendem a sobreviver.
Comecei a ver o Dusk menos como uma “Camada-1 competindo por atenção” e mais como uma infraestrutura esperando o momento certo.
Quando a regulamentação deixa de ser teórica e começa a ser aplicada, cadeias como esta de repente se tornam muito relevantes.