Transações de soberania sobre as calotas polares: a Dinamarca "autocortou os braços" para proteger a Groenlândia, enquanto os EUA aceitam a carta na manga estratégica
Quem poderia imaginar que esse impasse na ilha da Groenlândia seria ativado pela primeira-ministra dinamarquesa com um movimento de "autocorte"? Para evitar a usurpação dos EUA, a Dinamarca, às lágrimas, entregou o poder real: deu terras, se quiserem construir um sistema de defesa antimísseis, que construam, apenas desejam preservar este "pano de fundo de soberania". No entanto, essa manobra é profundamente aterrorizante — quando os EUA tomam 20% das reservas globais de terras raras sem perder um único soldado e controlam uma rota noroeste que reduz a distância em 40%, a "soberania" da Dinamarca já foi esvaziada, restando apenas um pedaço de papel.
A Groenlândia não é uma simples calota polar? É a porta de entrada do Ártico que os EUA cobiçam há 200 anos, escondendo o coração dos chips e das novas energias, além de ser o trunfo definitivo para equilibrar a Rússia. O compromisso da Dinamarca é, na verdade, uma lamentação impotente de um pequeno país diante de uma besta colossal: desde 1867, com desejos até que Trump proclamou "roubo", desde a frente de guerra fria até agora o "direito de acesso ilimitado", os EUA nem se dão ao trabalho de inventar desculpas — as forças armadas desmascararam diretamente a mentira do "sistema de defesa antimísseis": não há embarcações da China ou da Rússia naquela área! Mas o governo autônomo da Groenlândia está profundamente relutante, nem consegue chegar à mesa de negociações. Quando o projeto de terras raras está prestes a ser lançado, quando os cálculos sob a camada de gelo vêm à tona, esta terra pura se torna a oferta para o jogo de poder das grandes potências.