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Os EUA informaram a China com antecedência! Em 24 de janeiro, Trump ainda não havia chegado a Pequim, e a parte americana estabeleceu uma linha de base, recusando-se a negociar duas questões, enquanto a parte chinesa rapidamente começou a vender títulos do governo dos EUA $BTC
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Vem, em torno das notícias sobre a possível visita de Trump à China, surgiu uma tendência digna de atenção.
A representante dos EUA no comércio, Katherine Tai, declarou publicamente que, nas futuras negociações econômicas e comerciais entre EUA e China, espera evitar temporariamente certos tópicos específicos, não deixando muito espaço para discussão.
Quase ao mesmo tempo, outra notícia do setor financeiro também chamou muita atenção.
Os dados mostram que a China está ajustando continuamente o volume de títulos do governo dos EUA que possui, e a sua posição atual já foi reduzida a um nível bastante baixo.
Uma é a agenda pré-estabelecida na comunicação, e a outra é a realização de ajustes de ativos na esfera financeira.
Essas duas questões parecem ocorrer em diferentes dimensões, mas ao observá-las em conjunto, podemos perceber a lógica e a estratégia subjacentes.
A parte americana deixou claro que não deseja discutir dois campos — competição em alta tecnologia e cadeia de suprimentos de terras raras — que tocam partes centrais de sua atual disposição estratégica.
Primeiro, vamos olhar para o campo da alta tecnologia.
Nos últimos anos, os EUA, em torno de chips, equipamentos avançados e software industrial, implementaram uma série de medidas de restrição à exportação, tentando construir um "pequeno círculo" técnico.
O objetivo dessa prática é manter sua posição de vantagem no topo da cadeia industrial de tecnologia global.
Nesse contexto, se os tópicos técnicos forem amplamente abertos à discussão, a parte americana precisará explicar a lógica interna de suas políticas e o impacto que causam na cadeia de suprimentos global.
Isso pode colocá-los em uma situação de precisar constantemente se defender durante as negociações.