✨ No contexto do mercado de stablecoins em expansão, com volumes de negociação diários chegando a centenas de bilhões de dólares, o Plasma – uma blockchain Layer-1 especializada em stablecoins – está emergindo como uma nova plataforma de infraestrutura financeira.

A integração do StableFlow em 27/01/2026 não é apenas uma atualização técnica simples, mas também um sinal claro da direção estratégica do Plasma em 2026: focar na expansão da liquidez cross-chain, atrair dApps DeFi e pagamentos, ao mesmo tempo que busca se tornar o "Visa das stablecoins" com um volume de transações global imenso.

Este artigo reúne informações de fontes oficiais, analisa as implicações dessa integração e avalia o possível roteiro da Plasma para 2026.

Plasma Blockchain - Uma plataforma especializada para stablecoins

💦 Visão geral do Plasma: Uma plataforma especializada para stablecoins

A Plasma lançou sua versão beta da rede principal em setembro de 2025, com a missão de "construir um novo sistema financeiro global" com foco em stablecoins, especialmente USDT. Diferentemente de blockchains multiuso como Ethereum ou Solana, a Plasma foi projetada desde o início para suportar transferências de USDT sem taxas por meio do mecanismo Paymaster – no qual o protocolo paga o gás para usuários verificados. Isso reduz as barreiras para transações do dia a dia, desde remessas (transferências internacionais de dinheiro) até pagamentos de comércio eletrônico.

As principais características incluem:

  • Totalmente compatível com a EVM: Implante dApps do Ethereum facilmente, sem grandes modificações.

  • Alto desempenho: Suporta até 10.000 TPS, tempo de bloco inferior a 1 segundo e capacidade de processamento de liquidez de stablecoin de até US$ 5 bilhões.

  • Integração nativa com stablecoins: Suporta mais de 25 stablecoins, com USDT como moeda principal.

  • Tokenomics: O token XPL (com um fornecimento total de 10 bilhões) é usado para governança, staking e captura de valor proveniente das taxas do protocolo. De acordo com o roteiro, 1 bilhão de XPL (10% do fornecimento total) será liberado para investidores dos EUA em julho de 2026 e novamente em setembro de 2026.

Desde o seu lançamento, a Plasma atraiu um TVL (Valor Total Bloqueado) de US$ 3,2 a US$ 4,29 bilhões, com mais de US$ 500 milhões em liquidez provenientes de parcerias como Ether.fi (cofre de staking), WildcatFi (mercados de crédito) e USDai (rendimento garantido por GPU). Isso demonstra que a Plasma não é apenas uma blockchain "exclusiva para stablecoins", mas também uma plataforma para aplicações financeiras práticas, desde DeFi até pagamentos do dia a dia.

Integração do StableFlow: um ponto de virada para a liquidez entre cadeias.

🔥 Integração StableFlow: Um ponto de virada para a liquidez entre cadeias

🔸 Em 27 de janeiro de 2026, a Plasma integrou oficialmente o StableFlow – uma ponte cross-chain de dApps especializada em stablecoins, desenvolvida pela DapDap e construída sobre a plataforma NEAR Intents. O StableFlow permite transferências de stablecoins em larga escala (até US$ 1 milhão) de blockchains como Tron, Solana e Ethereum para a Plasma com uma taxa de apenas 0,01% e praticamente zero slippage. Isso é possível graças ao sistema de resolução competitiva da NEAR Intents, que ajuda a encontrar a rota de liquidez ideal sem depender de um pool de liquidez fixo.

🔸 Apenas quatro dias antes (23 de janeiro de 2026), a Plasma integrou o NEAR Intents para suportar swaps entre cadeias de mais de 25 blockchains com mais de 125 ativos, oferecendo preços competitivos comparáveis ​​aos das CEXs (corretoras centralizadas). A entrada em operação do StableFlow na Plasma é essencialmente a ativação de um contrato inteligente existente, aproveitando a integração do NEAR Intents para expandir o suporte a novas blockchains. O resultado: os desenvolvedores da Plasma agora podem acessar a alta liquidez da Tron (onde o USDT domina com um limite de mais de US$ 141 bilhões), minimizando o risco de slippage para transações institucionais.

🔸 Após uma análise mais detalhada, essa integração resolve o maior problema dos ecossistemas de stablecoins: a fragmentação entre blockchains. De acordo com a Delphi Digital, a Plasma visa uma "oportunidade de um trilhão de dólares" ao transformar as stablecoins em uma ferramenta de pagamento global, superando a Visa em volume de transações (atualmente, as stablecoins processam US$ 15 trilhões por ano).

🔹 O StableFlow não apenas "atrai" liquidez para a blockchain (através de pontes cross-chain baratas + slippage zero), mas também promove a adoção prática, tornando o USDT mais fácil de usar no dia a dia, especialmente por meio de aplicativos de pagamento para comerciantes (aceitando pagamentos de usuários, via dApps como Oobit ou ConfirmoPay (processando US$ 80 milhões/mês)).

Direção estratégica para 2026: Expansão de dApps e adoção global.

🚀 Direção estratégica para 2026: Expansão de dApps e adoção global

Do ponto de vista da integração do StableFlow, o roteiro da Plasma para 2026 se concentrará em três pilares principais, com base nas perspectivas e análises para o quarto trimestre de 2025:

  1. Expandir as integrações de dApps focadas em stablecoins: Continuar a implementar dApps como protocolos de rendimento (escalonamento do Ethena/Pendle), plataformas RWA (tesourarias tokenizadas) e ferramentas de pagamento. Objetivo: Transformar o Plasma em uma plataforma de pagamentos para comerciantes, folha de pagamento e comércio eletrônico com USDT em seu núcleo.

  2. Abstração da cadeia e liquidez entre cadeias: Com a integração do NEAR Intents, o Plasma pode integrar pontes/dApps adicionais, como o TrueFlow, ou estender o StableFlow para USDC/USDH. Isso ajuda a atrair volume de fluxos globais, visando processar "liquidações de trilhões de dólares" no sistema global de pagamentos com stablecoins.

  3. Adoção e monetização: Com mais de 100 parcerias (incluindo Crypto.com e Veda Labs), a Plasma impulsionará casos de uso no mundo real, como folha de pagamento e remessas. O roteiro enfatiza a "construção de um sistema financeiro global baseado em stablecoins", com o objetivo de ultrapassar 100.000 usuários diários.

Previsão: 2026 será o ano da "revolução dos pagamentos" para a Plasma, com as stablecoins se tornando a força vital dos fluxos de capital globais. Se o ritmo for mantido, a Plasma poderá atingir um TVL (Valor Total Percentual) de US$ 10 a 20 bilhões, mas precisa superar riscos potenciais, como a concorrência de rivais e os desafios regulatórios.

✨ Conclusão

A integração do StableFlow não é apenas um marco técnico, mas também uma prova da direção estratégica da Plasma: construir um ecossistema de stablecoins eficiente e integrado, voltado para a adoção em massa.

Em 2026, com a explosão das stablecoins e a integração das criptomoedas, a Plasma tem o potencial de gerar fluxos de caixa na casa dos trilhões de dólares, tornando-se a plataforma de infraestrutura para as finanças digitais.

💰 Para investidores e construtores, acredito que este seja um momento para observar atentamente – especialmente com a queda no preço do XPL, que pode representar uma oportunidade de investir no "visto cripto".

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