A maioria das desistências no Web3 não vem de hostilidade ou ceticismo. Vem de atritos que aparecem muito cedo. Os novos usuários são imediatamente solicitados a escolher uma carteira, entender uma rede, interpretar avisos, aprovar taxas e decifrar prompts desconhecidos. Cada etapa é pequena por si só, mas juntas criam estresse decisório. O ímpeto morre antes que a curiosidade tenha a chance de se transformar em engajamento.
A força do Vanar é que ele trata esse problema como uma falha de design, não uma falha do usuário. O sistema reduz o número de escolhas que uma pessoa precisa fazer no início, para que a atenção permaneça na experiência em si, em vez da maquinaria por trás dela. Quando o caminho parece claro, as pessoas permanecem mais tempo. Quando permanecem mais tempo, aprendem usando em vez de estudando.
Para ambientes de jogos e criadores, isso importa mais do que recursos técnicos brutos. A retenção não vem da complexidade explicada bem. Vem da complexidade oculta até que realmente seja necessária. A abordagem do Vanar sugere que reduzir a carga cognitiva pode ser uma das estratégias de crescimento mais eficazes no Web3, mesmo que seja a menos comentada.
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