A Coreia do Sul aprovou uma grande reforma em sua estrutura de licenciamento de criptomoedas, apertando significativamente as regras para as bolsas e seus acionistas.

De acordo com a lei AML emendada, os reguladores agora irão avaliar não apenas executivos, mas também acionistas controladores, expandindo as verificações para incluir crimes econômicos graves, evasão fiscal, violações de comércio justo e infrações das leis de proteção ao usuário de criptomoedas. A Unidade de Inteligência Financeira (UIF) também ganha maior discrição para avaliar a saúde financeira de uma empresa, controles internos e credibilidade geral.

Notavelmente, as autoridades podem emitir licenças condicionais, permitindo que as bolsas operem enquanto abordam os riscos de AML ou proteção ao usuário. Os legisladores também estão considerando limites de propriedade de 15–20%, tratando as bolsas mais como infraestrutura de mercado financeiro do que como startups privadas.

📊 Visão do analista: Isso fortalece a integridade do mercado e a confiança dos investidores, mas eleva as barreiras de entrada e pode limitar a inovação. A longo prazo, favorece os players em conformidade e bem capitalizados.

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