Quem possui o ouro faz as regras.”
Essas palavras não são apenas um slogan eleitoral de Trump, são uma antiga verdade geopolítica que está sendo poderosamente revivida hoje.
Quando olhamos para os números, começamos a entender a escala da influência silenciosa que Washington exerce:
Alemanha: mantém cerca de 40% de suas reservas de ouro sob custódia dos Estados Unidos.
Itália: armazena aproximadamente 50% de seu ouro no exterior, especificamente em cofres dos EUA.
Países Baixos: confia cerca de 30% de sua riqueza soberana em ouro aos Estados Unidos.
Isso vai muito além do armazenamento logístico.
É uma questão de confiança, dependência e dinâmica de poder.
No mundo das finanças, há uma regra não escrita:
“Se o ouro não está no seu cofre, não é totalmente seu.”
Trump entende que o controle sobre as barras de ouro de outras nações é uma ferramenta de alavancagem política tão poderosa quanto o dólar ou a força militar.
É um lembrete contundente de que as regras internacionais não são escritas apenas por lei, mas por aqueles que possuem as chaves dos cofres.
Conclusão:
O mundo está se movendo em direção a uma reavaliação do que “segurança” realmente significa.
Seremos testemunhas de uma onda de repatriação de ouro europeu dos EUA para recuperar a soberania perdida?
Ou as regras permanecerão as mesmas nas mãos daqueles que possuem o ouro?
O que você acha?
Ter ouro no exterior é um risco de segurança, ou uma necessidade econômica?
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