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Em 29 de janeiro, o preço do ouro subiu para um pico histórico de 5598 dólares/onça, após o qual caiu drasticamente quase 500 dólares em apenas 30 minutos, retornando para perto do nível de 5100 dólares. Embora tenha havido uma leve recuperação em seguida, essa volatilidade é extremamente rara na história do ouro.
Essa queda foi principalmente causada por quatro fatores centrais:
1. A pressão de venda causada por “realização de lucros”
Em janeiro de 2026, o ouro teve um desempenho extremamente louco, com um aumento quase de 30% em um único mês. Quando o preço do ouro atingiu 5600 dólares, um nível psicológico, muitos investidores que haviam realizado lucros decidiram fechar suas posições ao mesmo tempo para garantir esses ganhos. Essa venda concentrada acionou ordens de stop-loss no mercado, resultando em um “flash crash” nos preços.
2. O efeito residual da “pausa agressiva” do Fed
Na reunião de política monetária do dia 28, o Fed anunciou a manutenção da taxa de juros inalterada (3,5%-3,75%), não continuando a reduzir as taxas como alguns investidores mais agressivos esperavam. Powell, na coletiva de imprensa, adotou uma postura firme em relação à inflação, insinuando que não haveria mais afrouxamento da política monetária no curto prazo. Esse sinal “hawkish” começou a exercer pressão descendente sobre o preço do ouro, que estava em níveis elevados, uma vez que o mercado se acalmou.
3. A “corrida à liquidez” gerada pela queda das ações de tecnologia nos EUA
Na noite passada, o mercado de ações dos EUA passou por uma forte turbulência, com gigantes da tecnologia como Microsoft e Google tendo suas ações desvalorizadas devido a questionamentos sobre o retorno do investimento em IA (a capitalização de mercado da Microsoft evaporou mais de 350 bilhões de dólares). Para cobrir as margens de negociação no mercado de ações, muitas grandes instituições foram forçadas a vender seus ativos mais líquidos – o ouro – transformando-o de um “porto seguro” em um “caixa eletrônico”.
4. Aumento da margem de garantia pelas bolsas (atualização de controle de risco)
Devido à recente valorização excessiva do ouro e da prata, as principais bolsas, como a Chicago Mercantile Exchange (CME), aumentaram as margens de garantia para futuros de ouro e prata (para acima de 11%-12%). Isso significa que os custos de negociação aumentaram significativamente, forçando alguns especuladores de alta alavancagem a liquidar suas posições, o que agravou ainda mais a tendência de queda.
O mercado de ouro atual apresenta características evidentes de **“superaquecimento” e “jogo”**. Embora haja uma perspectiva otimista a longo prazo (preocupações geopolíticas e com a independência do Fed), a volatilidade (Volatility) **de curto prazo já está fora de controle.