Outra lente fascinante para ver o TRON é a soberania da infraestrutura. Em sistemas tradicionais, a infraestrutura é de propriedade de corporações ou estados. No TRON, a infraestrutura é orientada por protocolos e acessível globalmente. Qualquer pessoa com uma conexão à internet pode interagir com a rede, implantar aplicações ou mover valor. Isso muda as dinâmicas de poder de maneiras sutis. Os desenvolvedores não são mais dependentes de plataformas centralizadas para distribuição, e os usuários não estão mais confinados por sistemas bancários nacionais. O TRON, como um protocolo, torna-se uma camada de infraestrutura neutra. Essa neutralidade é cada vez mais valiosa em um mundo fragmentado, onde incertezas geopolíticas e regulatórias estão aumentando. A infraestrutura baseada em protocolos oferece continuidade quando os sistemas institucionais são interrompidos. Nesse sentido, o TRON não é apenas uma plataforma tecnológica; é uma forma de infraestrutura pública digital que existe além das fronteiras jurisdicionais tradicionais.

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