đą đš Hack de R$ 400 milhĂ”es expĂ”e fragilidade no sistema financeiro brasileiro
Um dos maiores ataques cibernĂ©ticos da histĂłria do sistema bancĂĄrio brasileiro ocorreu nesta semana. Uma empresa terceirizada conectada ao Banco Central, a C&M Software, foi hackeada â resultando no desvio de pelo menos R$ 400 milhĂ”es, podendo chegar a R$ 1 bilhĂŁo, segundo fontes do mercado.
đ A C&M Ă© responsĂĄvel por integrar bancos e fintechs ao SPB, PIX e TED, funcionando como ponte entre instituiçÔes e o Banco Central.
đ„ O ataque teve como alvo contas-reserva (usadas para liquidação entre bancos, e nĂŁo de clientes comuns), com invasores acessando essas contas e movimentando os valores.
đž Parte dos fundos desviados foi rapidamente convertida em criptomoedas, como BTC e USDT, mas exchanges internacionais conseguiram rastrear e bloquear algumas transaçÔes.
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đ§ ReflexĂŁo para quem opera cripto:
Mesmo com regulamentaçÔes e camadas de segurança no sistema bancĂĄrio tradicional, nenhum ambiente Ă© 100% inviolĂĄvel. TransparĂȘncia, descentralização e rastreabilidade nĂŁo sĂŁo sĂł discurso â sĂŁo a base da segurança no ecossistema cripto bem estruturado.
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đĄïž Banco Central se posicionou:
âą Nenhum sistema interno do BC foi comprometido.
âą Nenhum cliente final foi afetado.
âą Investigação em curso com PF, Bacen e ĂłrgĂŁos de inteligĂȘncia.
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â ïž Fique atento:
Em um mundo cada vez mais digital, segurança não é opcional. Reforce autenticaçÔes, revise seus acessos e mantenha suas carteiras cripto protegidas.
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