đ§đ· Regulação no Brasil deve acelerar a adoção de stablecoins, dizem especialistas đȘđ
As stablecoins â antes restritas ao mundo cripto â estĂŁo cada vez mais integradas Ă economia real e jĂĄ superaram o volume de transaçÔes da Visa em 2025, segundo dados apresentados no Digital Assets Summit (DAC).
đ Destaques do debate:
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US$ 100 bilhĂ”es em transaçÔes liquidadas com stablecoins apenas nos dois primeiros meses do ano, fora das exchanges, segundo FabrĂcio Tota (MB).
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Envios internacionais mais rĂĄpidos, baratos e sem intermediĂĄrios, como destacou Sofia Duesberg (Conduit).
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Uso crescente de USDT em paĂses com inflação alta, como BolĂvia, Cuba e Venezuela, para preservar poder de compra, apontado por Jefferson Bergamo (BitGo).
đ Mas o que falta para o Brasil decolar?
đ Regulação Ă© a peça-chave. InstituiçÔes e investidores pedem segurança jurĂdica, compliance e certificaçÔes para atuar com stablecoins com confiança.
đŁïž âPara o institucional, confiança Ă© a palavra-chaveâ, disse Sofia Duesberg.
đĄïž âNĂŁo basta tecnologia â Ă© preciso segurança, auditoria e credibilidadeâ, reforçou Bergamo.
đĄ O futuro do setor? Integração entre stablecoins internacionais e locais, como reais tokenizados (BRL), criando um ecossistema mais eficiente e acessĂvel.
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