
No tal do Fórum Econômico Mundial lá em Davos, o Scott Bessent, que é o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, foi perguntado sobre o que o governo pretende fazer em 2026 com essa tal reserva de Bitcoin. A resposta dele foi direta: vão continuar firme na ideia de não vender as moedas que foram apreendidas.
Segundo os dados da Arkham, o governo americano tá com um balaio de 328.372 bitcoins guardados, que valem uma fortuna — coisa de uns 29,7 bilhões de dólares, ou 158,8 bilhões de reais.
Mas aí que tá: a maior parte dessas moedas ainda tá enrolada em processo, não é posse definitiva não. O que eles têm de verdade, garantido mesmo, são só 28.988 bitcoins, menos de um décimo desse montante todo.

Scott Bessent foi cutucado sobre o plano dos Estados Unidos de guardar Bitcoin em reserva. Além disso, lembraram ele que o governo americano tinha tomado uns bitcoins dos criadores do Tornado Cash.
Na resposta, o secretário do Tesouro disse que não ia entrar no detalhe desses bitcoins não, mas falar do mercado cripto como um todo.
> “O que posso dizer é que o Tesouro, junto com o Congresso, aprovou uma lei importante, o Genius Act, voltado pras stablecoins.”
Ele continuou dizendo que tão mexendo numa lei pra dar mais clareza regulatória e que a ideia do presidente é trazer os ativos digitais e a inovação pra dentro dos EUA. Segundo ele, querem ser o melhor lugar do mundo pra regular cripto e criar um ambiente que puxe inovação.
Na semana passada, um rascunho do Clarity Act foi levado pro Senado, seguindo os planos de Trump de transformar os EUA na capital mundial das criptomoedas. Mas o texto não agradou muito os grandões da indústria.
Sobre o caso do Tornado Cash, Bessent disse que não ia comentar especificamente, mas deixou claro que o governo não pretende vender os bitcoins que foram confiscados.
> “Se foi apreendido, deve ter sido dos fundadores. A política do governo é guardar esse Bitcoin na nossa reserva de ativos digitais depois que os processos terminarem.”
E fechou dizendo:
> “Na questão da reserva, primeiro a gente parou de vender, o que já foi feito. Agora, podemos ir adicionando os bitcoins que forem fruto de confisco.”

“Lá em Davos, o Brian Armstrong, que é o caboclo fundador da Coinbase, disse que vai tá marcando presença no encontro pra prosear sobre criptomoeda com os chefão do mundo inteiro. Além disso, vai mexê com conversa de regra e vê se dá um gás pra turma ter acesso mais ligeiro aos mercado de capital.”
