Por que os EUA atacaram a Venezuela?
A teoria de que a operação militar dos EUA na Venezuela (3 de janeiro de 2026, captura de Nicolás Maduro e sua esposa) não tinha realmente como objetivo o tráfico de drogas ou acusações de narcoterrorismo, mas sim uma distração deliberada orquestrada pela administração Trump para enterrar ou desviar a atenção do contínuo escândalo em torno da lista de clientes de Jeffrey Epstein e dos arquivos. Especificamente: O narrador afirma que "segredos explosivos" surgiram mostrando que os ataques à Venezuela e a dramática prisão de Maduro foram programados para obscurecer revelações massivas ou liberações relacionadas ao caso Epstein.
Sugere que figuras poderosas (implicadas como ligadas a Trump ou à elite dos EUA) estão usando esse evento internacional de alto perfil para suprimir ou distrair a atenção da "lista de clientes" de Epstein — os nomes supostos de indivíduos de alto escalão alegadamente envolvidos em sua rede de tráfico de sexo.
O tom é urgente e provocador: "Segredos tão chocantes foram revelados que seu coração vai tremer", ligando isso ao motivo pelo qual os EUA alegadamente "esconderam" algo maior por trás do caos na Venezuela.
Isso se alinha com uma narrativa conspiratória popular que circulou no início de janeiro de 2026 nas redes sociais, nos meios alternativos e em alguns comentários políticos: Os arquivos Epstein (incluindo milhões de registros do DOJ) dominavam as manchetes nos EUA logo antes da operação.
Críticos (incluindo democratas como James Carville, o senador Chuck Schumer e outros) acusaram publicamente Trump de usar a ação na Venezuela como uma distração do tipo "wag the dog" do escrutínio sobre Epstein, questões econômicas e atrasos na liberação de mais arquivos.
Fontes pró-Trump rejeitaram isso como justiça
Por que vincular isso como ponto político e acusação de distração, e não como motivação comprovada: Justificativa oficial dos EUA: Indictamento de 2020 por narcoterrorismo, além de interesses estratégicos como petróleo e imigração.
Não há evidência direta ligando Maduro ou Epstein pessoalmente; as conexões são tangenciais (por exemplo, o mesmo tribunal/cadeia em Nova York usado, ou uma "cobertura da elite" geral.
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