Bitcoin subiu fortemente e ultrapassou os $96.000, com alta de cerca de 5,5% em um dia. Essa quebra encerrou semanas de negociação lenta e lateral e mostrou que os compradores estão de volta ao controle.
Após permanecer preso entre $85.000 e $94.000 durante a maior parte de janeiro, o Bitcoin finalmente superou um nível-chave de resistência. Agora está negociando perto de seus máximos semanais e cerca de 5% acima de seu mínimo recente em torno de $91.700.
A atividade de negociação também aumentou. O volume diário subiu para cerca de $55 bilhões, mostrando novo interesse dos traders. O valor total de mercado do Bitcoin cresceu para quase $1,92 trilhão, com quase 19,98 milhões de BTC já em circulação.
Por que isso está acontecendo? Apesar do atraso no Senado dos EUA em trabalhar em um grande projeto de regulamentação cripto, o mercado permaneceu positivo. O atraso sugere que os legisladores ainda estão debatendo regras sobre stablecoins, DeFi e qual regulador deveria controlar as criptomoedas. Apesar da incerteza, os investidores claramente estão comprando Bitcoin novamente.
Ações (MSTR) sobem junto com o Bitcoin 📈 As ações da Strategy (MSTR), uma empresa fortemente investida em Bitcoin, também subiram cerca de 8%. A empresa recentemente comprou mais de 13.600 BTC por $1,25 bilhão, elevando seus estoques totais para quase 687.400 BTC. Os investidores continuam a tratar a MSTR como uma aposta de alto risco e alto retorno no Bitcoin.
O que vem a seguir para o Bitcoin? Se o Bitcoin conseguir manter-se acima de $96.000, a próxima grande resistência está entre $98.000 e $104.000. Se não conseguir manter esse nível, os preços podem recuar e testar suporte abaixo.
Com preocupações com inflação, incerteza sobre taxas de juros e tensão política nos EUA, muitos investidores veem o Bitcoin como proteção contra instabilidade de longo prazo. Por enquanto, o impulso está claramente do lado dos touros 🐂🔥
ÚLTIMA HORA: Os EUA estão relocalizando o Grupo de Ataque da Porta-Aviões USS Abraham Lincoln do Mar da China Meridional em direção ao Médio Oriente à medida que as tensões com o Irã aumentam.