O número anterior surpreendeu ao ficar em 198 mil, abaixo da expectativa de 215 mil, sugerindo economia forte e reforçando a valorização do dólar.
Para o Bitcoin, número menor de pedidos (indicando menos demissões) pode reforçar perspectivas mais restritivas do Fed, elevando os rendimentos e pressionando ativos de risco como as criptomoedas.
“Ajustando para o tamanho da força de trabalho, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego estão próximos dos menores níveis desde 1965”, escreveu a empresa de hipoteca cripto Milo.
Se os próximos dados superarem as projeções novamente, o sentimento em relação ao BTC pode piorar, ampliando correções a partir das máximas de US$ 90 mil em meio ao receio de postergação de cortes de juros. Números mais fracos podem renovar expectativas de flexibilização, favorecendo a recuperação do setor.
3. Inflação PCE Core na quinta-feira
Também no dia 22 de janeiro, às 15h30 (horário de Brasília), o Core PCE Price Index m/m, índice de inflação preferido do Fed, deve registrar aumento de 0,2%, acima do 0,1% anterior.
O dado de novembro, junto com o número de outubro (0,2%), vai influenciar a probabilidade de cortes de juros em 2026. Inflação mais elevada pode atrasar a flexibilização e fortalecer o dólar.
Para o
#bitcoin , inflação persistente acima da meta pode minar o apetite por risco, já que taxas mais altas tendem a atrair capital para fora do segmento cripto.
Análises recentes destacam o aumento da correlação entre o PCE e a volatilidade cripto, com expectativa de avanços moderados, embora surpresas não estejam descartadas, especialmente diante das negociações comerciais.
Caso o
#PCE supere projeções, o
$BTC pode enfrentar pressão negativa; números abaixo do esperado tendem a animar o mercado.
4. Sentimento do consumidor na sexta-feira
No dia 23 de janeiro, às 17h (horário de Brasília), o Índice Revisado de Sentimento do Consumidor da Universidade de Michigan para janeiro está projetado em 54,0, mantendo o patamar da prévia.