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O Standard Chartered prevê que stablecoins capturem US$ 500 bilhões atualmente nos bancosGeoff Kendrick, que é o cabeça lá da pesquisa de ativos digitais do Standard Chartered, soltou um relatório dizendo que até 2028 pode ter uma migração de mais ou menos uns 500 bilhões de dólares saindo dos bancos e indo parar nas tais stablecoins. Esse número é mais pé no chão do que o que ele tinha falado em outubro passado, quando achava que podia chegar a 1 trilhão. O estudo veio bem na hora em que o povo lá em Washington tá discutindo a tal da Lei CLARITY, que seria uma regra geral pros ativos digitais. Essa lei pode até limitar se as stablecoins vão poder dar rendimento pros investidores. Caso deixem, aí sim os bancos podem perder uma boa fatia de dinheiro. Mesmo com a tramitação meio emperrada, Kendrick acredita que o projeto ainda vai parar na mesa do presidente Donald Trump até o fim do primeiro trimestre. Ele explicou que, se os depósitos nos bancos caírem, a tal da NIM (margem de intermediação financeira) também vai minguar. Essa margem nada mais é do que a diferença entre o que o banco ganha emprestando dinheiro (hipoteca, cartão de crédito e tal) e o que paga pros correntistas. Segundo ele, os bancos regionais dos Estados Unidos são os mais vulneráveis nessa história, porque dependem da NIM pra mais de 60% da receita. Já os grandões, tipo Goldman Sachs e Morgan Stanley, tiram menos de 20% daí. Mas Kendrick também avisou que isso não significa o fim dos bancos regionais. Se os emissores de stablecoins guardarem boa parte das reservas nos próprios bancos, a saída líquida de depósitos pode ser bem menor. Ou seja, o dinheiro sai de um lado e volta pelo outro, sem causar tanto estrago. $BTC $USDC $USD1

O Standard Chartered prevê que stablecoins capturem US$ 500 bilhões atualmente nos bancos

Geoff Kendrick, que é o cabeça lá da pesquisa de ativos digitais do Standard Chartered, soltou um relatório dizendo que até 2028 pode ter uma migração de mais ou menos uns 500 bilhões de dólares saindo dos bancos e indo parar nas tais stablecoins.
Esse número é mais pé no chão do que o que ele tinha falado em outubro passado, quando achava que podia chegar a 1 trilhão.
O estudo veio bem na hora em que o povo lá em Washington tá discutindo a tal da Lei CLARITY, que seria uma regra geral pros ativos digitais. Essa lei pode até limitar se as stablecoins vão poder dar rendimento pros investidores. Caso deixem, aí sim os bancos podem perder uma boa fatia de dinheiro.
Mesmo com a tramitação meio emperrada, Kendrick acredita que o projeto ainda vai parar na mesa do presidente Donald Trump até o fim do primeiro trimestre.
Ele explicou que, se os depósitos nos bancos caírem, a tal da NIM (margem de intermediação financeira) também vai minguar. Essa margem nada mais é do que a diferença entre o que o banco ganha emprestando dinheiro (hipoteca, cartão de crédito e tal) e o que paga pros correntistas.
Segundo ele, os bancos regionais dos Estados Unidos são os mais vulneráveis nessa história, porque dependem da NIM pra mais de 60% da receita. Já os grandões, tipo Goldman Sachs e Morgan Stanley, tiram menos de 20% daí.
Mas Kendrick também avisou que isso não significa o fim dos bancos regionais. Se os emissores de stablecoins guardarem boa parte das reservas nos próprios bancos, a saída líquida de depósitos pode ser bem menor. Ou seja, o dinheiro sai de um lado e volta pelo outro, sem causar tanto estrago.
$BTC $USDC $USD1
Ripple estabelece aliança estratégica com uma das maiores instituições financeiras sauditasUai, sô, a Ripple tá é danada de expandir lá pros lados do Oriente Médio. Na segunda-feira (26), eles firmaram um trato arretado com a Jeel, que é o braço de inovação do Riyad Bank — um dos grandões da Arábia Saudita. Esse arranjo tem como meta mexê com umas tecnologias avançadas de registro distribuído (DLT), pra deixar os pagamentos mais ligeiros e eficientes no país. E não é conversa fiada, não. O trem tá alinhado com o tal programa “Saudi Vision 2030”, que quer diversificar a economia do reino e diminuir a dependência do petróleo, apostando firme na digitalização. Segundo o comunicado, o negócio não vai ficar só no papel, não. As empresas querem botar a mão na massa e criar protótipos dentro de um ambiente regulatório experimental, tipo um “sandbox”. No começo, o foco vai ser em três pontos principais: - rapidez nos pagamentos, - custódia institucional de ativos digitais, - e tokenização. A Jeel, lá na conta oficial deles no X, frisou a importância dessa parceria pro ecossistema local, sempre de olho na parte regulatória. Eles disseram assim: “Anunciamos na Jeel nossa parceria com a Ripple pra explorar aplicações avançadas, melhorar a velocidade e eficiência dos pagamentos, estudar casos de uso pra custódia de ativos digitais e desenvolver protótipos no ambiente regulatório experimental da Jeel, em apoio aos objetivos da #SaudiVision2030.” O Reece Merrick, que é executivo da Ripple lá no Oriente Médio e África, ficou todo animado com o acordo fechado na Arábia Saudita. Pra ele, isso é um passo importante demais pro futuro financeiro da região. Ele destacou que os sauditas tão se ajeitando pra virar referência mundial em transformação digital. No X, Merrick contou que vão explorar umas áreas bem específicas de tecnologia, até coisa de guardar criptoativo. Segundo ele: “A liderança visionária do Reino colocou a Arábia Saudita como um polo global de transformação digital. Junto com a Jeel, vamos trabalhar em soluções pra pagamentos internacionais, custódia de ativos digitais e tokenização, dentro da agenda Visão 2030. Tô empolgado em ajudar a construir o futuro da infraestrutura financeira do país”. A turma das criptomoedas pelo mundo recebeu a notícia com gosto, já que é mais um país mostrando apoio às novidades desse universo tecnológico.

Ripple estabelece aliança estratégica com uma das maiores instituições financeiras sauditas

Uai, sô, a Ripple tá é danada de expandir lá pros lados do Oriente Médio. Na segunda-feira (26), eles firmaram um trato arretado com a Jeel, que é o braço de inovação do Riyad Bank — um dos grandões da Arábia Saudita.
Esse arranjo tem como meta mexê com umas tecnologias avançadas de registro distribuído (DLT), pra deixar os pagamentos mais ligeiros e eficientes no país.
E não é conversa fiada, não. O trem tá alinhado com o tal programa “Saudi Vision 2030”, que quer diversificar a economia do reino e diminuir a dependência do petróleo, apostando firme na digitalização.
Segundo o comunicado, o negócio não vai ficar só no papel, não. As empresas querem botar a mão na massa e criar protótipos dentro de um ambiente regulatório experimental, tipo um “sandbox”.
No começo, o foco vai ser em três pontos principais:
- rapidez nos pagamentos,
- custódia institucional de ativos digitais,
- e tokenização.
A Jeel, lá na conta oficial deles no X, frisou a importância dessa parceria pro ecossistema local, sempre de olho na parte regulatória.
Eles disseram assim: “Anunciamos na Jeel nossa parceria com a Ripple pra explorar aplicações avançadas, melhorar a velocidade e eficiência dos pagamentos, estudar casos de uso pra custódia de ativos digitais e desenvolver protótipos no ambiente regulatório experimental da Jeel, em apoio aos objetivos da #SaudiVision2030.”

O Reece Merrick, que é executivo da Ripple lá no Oriente Médio e África, ficou todo animado com o acordo fechado na Arábia Saudita. Pra ele, isso é um passo importante demais pro futuro financeiro da região.
Ele destacou que os sauditas tão se ajeitando pra virar referência mundial em transformação digital.
No X, Merrick contou que vão explorar umas áreas bem específicas de tecnologia, até coisa de guardar criptoativo.
Segundo ele: “A liderança visionária do Reino colocou a Arábia Saudita como um polo global de transformação digital. Junto com a Jeel, vamos trabalhar em soluções pra pagamentos internacionais, custódia de ativos digitais e tokenização, dentro da agenda Visão 2030. Tô empolgado em ajudar a construir o futuro da infraestrutura financeira do país”.
A turma das criptomoedas pelo mundo recebeu a notícia com gosto, já que é mais um país mostrando apoio às novidades desse universo tecnológico.
10 Criptomoedas que Vale a Pena Olhar na BinanceÔ trem bão, sô! O mundo das criptomoedas não para de crescer, e se você tá de olho em investir, tem umas moedas que tão dando o que falar. Vou te contar de um jeito simples, no estilo mineiro, por que essas dez merecem atenção hoje. 🌟 As Dez Mais Quentes - Bitcoin (BTC): É o “ouro digital”. Todo mundo conhece, todo mundo confia. - Ethereum (ETH): Base dos contratos inteligentes, cheio de projeto rodando em cima dele. - Solana (SOL): Rápida que só, ótima pra quem mexe com NFT e DeFi. - XRP (Ripple): Tá entrando forte no mercado de pagamentos internacionais. - Cardano (ADA): Sustentável e com projetos de governo usando a tecnologia. - Avalanche (AVAX): Escalável e bom pra tokenização de ativos. - Polkadot (DOT): Faz a ponte entre várias blockchains. - Chainlink (LINK): Oráculo que leva dados do mundo real pro blockchain. - Polygon (MATIC): Resolve a lentidão do Ethereum, muito usado em jogos e metaverso. - Toncoin (TON): Integrado ao Telegram, crescendo em pagamentos e apps sociais. 🚀 Por que vale a pena? - Diversificação: Cada uma resolve um problema diferente. - Adoção real: Tem banco, governo e até aplicativo usando essas tecnologias. - Potencial de valorização: Se o mercado continuar firme, até 2026 essas moedas podem crescer bonito. ⚠️ Mas cuidado, viu? - Criptomoeda é volátil, sobe e desce rápido. - Regulação pode mudar o jogo. - Invista só o que não vai te fazer falta. 👉 Resumindo: se você quer segurança, vá de BTC e ETH. Se gosta de arriscar mais pra tentar ganhar maior, dá uma olhada em SOL, AVAX e MATIC.

10 Criptomoedas que Vale a Pena Olhar na Binance

Ô trem bão, sô! O mundo das criptomoedas não para de crescer, e se você tá de olho em investir, tem umas moedas que tão dando o que falar. Vou te contar de um jeito simples, no estilo mineiro, por que essas dez merecem atenção hoje.
🌟 As Dez Mais Quentes
- Bitcoin (BTC): É o “ouro digital”. Todo mundo conhece, todo mundo confia.
- Ethereum (ETH): Base dos contratos inteligentes, cheio de projeto rodando em cima dele.
- Solana (SOL): Rápida que só, ótima pra quem mexe com NFT e DeFi.
- XRP (Ripple): Tá entrando forte no mercado de pagamentos internacionais.
- Cardano (ADA): Sustentável e com projetos de governo usando a tecnologia.
- Avalanche (AVAX): Escalável e bom pra tokenização de ativos.
- Polkadot (DOT): Faz a ponte entre várias blockchains.
- Chainlink (LINK): Oráculo que leva dados do mundo real pro blockchain.
- Polygon (MATIC): Resolve a lentidão do Ethereum, muito usado em jogos e metaverso.
- Toncoin (TON): Integrado ao Telegram, crescendo em pagamentos e apps sociais.
🚀 Por que vale a pena?
- Diversificação: Cada uma resolve um problema diferente.
- Adoção real: Tem banco, governo e até aplicativo usando essas tecnologias.
- Potencial de valorização: Se o mercado continuar firme, até 2026 essas moedas podem crescer bonito.
⚠️ Mas cuidado, viu?
- Criptomoeda é volátil, sobe e desce rápido.
- Regulação pode mudar o jogo.
- Invista só o que não vai te fazer falta.
👉 Resumindo: se você quer segurança, vá de BTC e ETH. Se gosta de arriscar mais pra tentar ganhar maior, dá uma olhada em SOL, AVAX e MATIC.
Criptomoedas em alta na BinanceÔ trem bão, sô! O mercado de criptomoedas tá fervendo hoje na Binance. Tem moeda subindo que é uma beleza, e os investidores tão de olho pra não perder oportunidade. 📈 As que tão dando o que falar - Enso (ENSO): disparou mais de 40%, uai! - Somnia (SOMI): também subiu na mesma toada, coisa de louco. - Kaia (KAIA): valorizou mais de 30%, parece foguete sem ré. - MyShell (SHELL): deu uma esticada boa, mais de 20%. - 0G (0G): não ficou pra trás, subiu quase 18%. 💰 As grandonas do mercado - Bitcoin (BTC): tá subindo devagarinho, mas firme. - Ethereum (ETH): deu uma esticada boa, mais de 2%. - BNB: também tá na mesma batida, crescendo com força. Agora, cê sabe, né? Essas moedas pequenas que sobem igual foguete também podem despencar do nada. É igual café quente: se não tomar cuidado, queima a boca. Já as grandonas, tipo Bitcoin e Ethereum, são mais seguras, mas mesmo assim não dá pra bobear.

Criptomoedas em alta na Binance

Ô trem bão, sô! O mercado de criptomoedas tá fervendo hoje na Binance. Tem moeda subindo que é uma beleza, e os investidores tão de olho pra não perder oportunidade.
📈 As que tão dando o que falar
- Enso (ENSO): disparou mais de 40%, uai!
- Somnia (SOMI): também subiu na mesma toada, coisa de louco.
- Kaia (KAIA): valorizou mais de 30%, parece foguete sem ré.
- MyShell (SHELL): deu uma esticada boa, mais de 20%.
- 0G (0G): não ficou pra trás, subiu quase 18%.
💰 As grandonas do mercado
- Bitcoin (BTC): tá subindo devagarinho, mas firme.
- Ethereum (ETH): deu uma esticada boa, mais de 2%.
- BNB: também tá na mesma batida, crescendo com força.
Agora, cê sabe, né? Essas moedas pequenas que sobem igual foguete também podem despencar do nada. É igual café quente: se não tomar cuidado, queima a boca. Já as grandonas, tipo Bitcoin e Ethereum, são mais seguras, mas mesmo assim não dá pra bobear.
BlackRock planeja lançar um novo ETF focado em negociações de bitcoinUai, sô… a BlackRock tá de olho em lançar um trem novo: um ETF de bitcoin pros investidores mais tradicionais do mercado financeiro, mesmo com o preço do BTC tendo dado uma escorregada esses dias. Segundo um analista da Bloomberg que entende dos ETFs, esse produto vem com a proposta de facilitar a compra e venda de bitcoin pros investidores. A ideia é que o trade da BlackRock traga uma renda premium, de forma passiva, pra quem entrar nessa. O tal Balchunas comentou que a BlackRock já soltou o formulário S-1 oficial do próximo ETF, chamado iShares Bitcoin Premium Income. Por enquanto, não tem taxa definida nem código de negociação. A estratégia, segundo ele, é acompanhar o preço do bitcoin e gerar renda premium vendendo opções de compra (as famosas calls), principalmente em cima das ações do IBIT, que é o ETF spot da própria BlackRock, e às vezes em cima de índices de outros produtos ligados ao $BTC . Na prática, isso quer dizer que o fundo abre mão de parte da alta explosiva do bitcoin em troca de receber dinheiro dos prêmios dessas opções. É um jeito bem usado no mercado tradicional pra transformar ativos que não dão dividendo em fonte de caixa. O fundo vai segurar bitcoin físico, ações do IBIT e dinheiro. Como a BlackRock é a maior gestora do mundo, tudo indica que vão comprar mais BTC pra manter a operação rodando. Na guarda dos bitcoins, a Coinbase Custody continua como principal, mas agora entrou também o Anchorage Digital Bank como custodiante adicional. Isso mostra que eles tão preocupados em não depender só de uma empresa pra guardar os ativos. Pra fechar, o Bank of New York Mellon segue como administrador do fundo e responsável pelo caixa e pelos títulos.

BlackRock planeja lançar um novo ETF focado em negociações de bitcoin

Uai, sô… a BlackRock tá de olho em lançar um trem novo: um ETF de bitcoin pros investidores mais tradicionais do mercado financeiro, mesmo com o preço do BTC tendo dado uma escorregada esses dias.
Segundo um analista da Bloomberg que entende dos ETFs, esse produto vem com a proposta de facilitar a compra e venda de bitcoin pros investidores. A ideia é que o trade da BlackRock traga uma renda premium, de forma passiva, pra quem entrar nessa.
O tal Balchunas comentou que a BlackRock já soltou o formulário S-1 oficial do próximo ETF, chamado iShares Bitcoin Premium Income. Por enquanto, não tem taxa definida nem código de negociação.
A estratégia, segundo ele, é acompanhar o preço do bitcoin e gerar renda premium vendendo opções de compra (as famosas calls), principalmente em cima das ações do IBIT, que é o ETF spot da própria BlackRock, e às vezes em cima de índices de outros produtos ligados ao $BTC .
Na prática, isso quer dizer que o fundo abre mão de parte da alta explosiva do bitcoin em troca de receber dinheiro dos prêmios dessas opções. É um jeito bem usado no mercado tradicional pra transformar ativos que não dão dividendo em fonte de caixa.
O fundo vai segurar bitcoin físico, ações do IBIT e dinheiro. Como a BlackRock é a maior gestora do mundo, tudo indica que vão comprar mais BTC pra manter a operação rodando.
Na guarda dos bitcoins, a Coinbase Custody continua como principal, mas agora entrou também o Anchorage Digital Bank como custodiante adicional. Isso mostra que eles tão preocupados em não depender só de uma empresa pra guardar os ativos.
Pra fechar, o Bank of New York Mellon segue como administrador do fundo e responsável pelo caixa e pelos títulos.
Tether lança uma nova stablecoin em dólar voltada para o mercado dos EUATether lança nova moeda digital nos EUA Uai, a Tether resolveu dar um passo diferente e anunciou nesta terça-feira (27) a criação de uma nova stablecoin chamada USAT, que é atrelada ao dólar e já chega dentro das regras da tal Lei GENIUS, feita pra organizar o mercado dessas moedas digitais lá nos Estados Unidos. Segundo a turma da empresa, o USAT já nasce todo certinho com a legislação americana, pensado especialmente pros usuários de lá. Eles falaram que essa novidade junta a força e a experiência do USDT com uma estrutura feita sob medida pras instituições mais exigentes dos EUA. Pra eles, é como abrir um novo capítulo onde o dólar continua sendo referência de confiança, clareza e tecnologia. Quem tá por trás disso Esse lançamento vem depois de um anúncio feito no ano passado, quando a Tether chamou Bo Hines, que já foi diretor de um grupo de ativos digitais na Casa Branca, pra tocar o projeto. O caboclo saiu do governo de Donald Trump pouco antes da moeda ser revelada e logo foi contratado como conselheiro estratégico da Tether. A relação da Tether com os EUA Durante muito tempo, a Tether não quis fincar pé nos Estados Unidos. O USDT, que movimenta coisa de 170 bilhões de dólares, nunca teve suas reservas auditadas por uma das grandes firmas de auditoria e já foi criticado por uso em atividades suspeitas. Hoje, a empresa é a maior emissora de stablecoins do mundo e tem sede em El Salvador. Onde vai estar disponível Nessa primeira fase, o USAT já pode ser encontrado em plataformas como Bybit, Crypto.com, Kraken, OKX e Moonpay. Ou seja, os americanos já conseguem usar a moeda. Estrutura e segurança A Tether reforçou que, enquanto o USDT continua rodando pelo mundo, o USAT foi feito especialmente pro mercado americano, com foco na infraestrutura de pagamentos digitais. Ele é emitido pelo Anchorage Digital Bank, e quem cuida das reservas é a Cantor Fitzgerald, garantindo que os ativos fiquem bem guardados e com transparência. $USDT $BTC $BNB

Tether lança uma nova stablecoin em dólar voltada para o mercado dos EUA

Tether lança nova moeda digital nos EUA
Uai, a Tether resolveu dar um passo diferente e anunciou nesta terça-feira (27) a criação de uma nova stablecoin chamada USAT, que é atrelada ao dólar e já chega dentro das regras da tal Lei GENIUS, feita pra organizar o mercado dessas moedas digitais lá nos Estados Unidos.
Segundo a turma da empresa, o USAT já nasce todo certinho com a legislação americana, pensado especialmente pros usuários de lá. Eles falaram que essa novidade junta a força e a experiência do USDT com uma estrutura feita sob medida pras instituições mais exigentes dos EUA. Pra eles, é como abrir um novo capítulo onde o dólar continua sendo referência de confiança, clareza e tecnologia.
Quem tá por trás disso
Esse lançamento vem depois de um anúncio feito no ano passado, quando a Tether chamou Bo Hines, que já foi diretor de um grupo de ativos digitais na Casa Branca, pra tocar o projeto. O caboclo saiu do governo de Donald Trump pouco antes da moeda ser revelada e logo foi contratado como conselheiro estratégico da Tether.
A relação da Tether com os EUA
Durante muito tempo, a Tether não quis fincar pé nos Estados Unidos. O USDT, que movimenta coisa de 170 bilhões de dólares, nunca teve suas reservas auditadas por uma das grandes firmas de auditoria e já foi criticado por uso em atividades suspeitas. Hoje, a empresa é a maior emissora de stablecoins do mundo e tem sede em El Salvador.
Onde vai estar disponível
Nessa primeira fase, o USAT já pode ser encontrado em plataformas como Bybit, Crypto.com, Kraken, OKX e Moonpay. Ou seja, os americanos já conseguem usar a moeda.
Estrutura e segurança
A Tether reforçou que, enquanto o USDT continua rodando pelo mundo, o USAT foi feito especialmente pro mercado americano, com foco na infraestrutura de pagamentos digitais. Ele é emitido pelo Anchorage Digital Bank, e quem cuida das reservas é a Cantor Fitzgerald, garantindo que os ativos fiquem bem guardados e com transparência.
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CZ afirma que não pretende voltar à Binance e projeta que o Bitcoin viverá um superciclo em 2026O cofundador da Binance, Changpeng Zhao, falou que não tem intenção de voltar pra corretora de criptomoedas, mesmo depois do perdão dado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que até abriu essa chance. Em entrevista ao programa Squawk Box, da CNBC, no domingo, Zhao comentou que entende que o perdão significa que as restrições “foram totalmente suspensas”. Mas, ó, ele deixou claro que não quer saber de retornar pra Binance. “Uai, eu não precisava voltar não. Nem queria. Achei que foi uma boa hora de me afastar da Binance depois de sete anos”, disse. “Na época foi difícil demais, não gostei. Mas depois a gente acostuma. Não acho que seria bom pra mim voltar, não. Acho que é hora de deixar espaço pra outros líderes fortes crescerem”, completou Zhao. Zhao e a confusão na Binance Uai, em novembro de 2023 o tal do Zhao assumiu que pisou na bola: não cuidou direito do programa contra lavagem de dinheiro lá na Binance. Resultado? Pegou quatro meses de cadeia e ainda ficou proibido de trabalhar na empresa. Aí, em outubro, Trump resolveu dar um perdão pra ele. Esse trem levantou dúvida entre uns deputados americanos, que ficaram encucados com os possíveis laços da Binance com projetos de cripto ligados ao Trump. Mas o presidente soltou que nem sabia quem era Zhao. “Motorista de banco de trás” não precisa não Zhao falou que a Binance continua firme e forte mesmo sem ele no comando. Disse que agora tem dois CEOs competentes tocando o barco e que os números só aumentam: mais usuários e mais espaço no mercado. Numa carta aberta em dezembro, Richard Teng e Yi He — parceira de longa data do Zhao — contaram que a Binance já passou da marca de 300 milhões de usuários e que o volume de negociações em 2023 bateu uns US$ 34 trilhões. Zhao resumiu assim: “Olha, eles não precisam de motorista de banco de trás. Eu ainda sou acionista, mas bem quietinho. Quando quero dar pitaco, escrevo no Twitter e pronto.” Superciclo do Bitcoin: será que vem? Entrando em 2026, o mercado de cripto deu uma esfriada, mas Zhao tá achando que o Bitcoin pode engatar um superciclo nos próximos meses. Esse tal de superciclo é quando o crescimento é forte e dura anos, sustentado por fundamentos sólidos. Ele explicou que, historicamente, o Bitcoin segue um ritmo de quatro em quatro anos: bate recorde, depois cai. Só que agora, com os EUA abraçando as criptos e outros países indo pelo mesmo caminho, Zhao acredita que esse ciclo pode ser quebrado. $BNB $ETH

CZ afirma que não pretende voltar à Binance e projeta que o Bitcoin viverá um superciclo em 2026

O cofundador da Binance, Changpeng Zhao, falou que não tem intenção de voltar pra corretora de criptomoedas, mesmo depois do perdão dado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que até abriu essa chance.
Em entrevista ao programa Squawk Box, da CNBC, no domingo, Zhao comentou que entende que o perdão significa que as restrições “foram totalmente suspensas”. Mas, ó, ele deixou claro que não quer saber de retornar pra Binance.
“Uai, eu não precisava voltar não. Nem queria. Achei que foi uma boa hora de me afastar da Binance depois de sete anos”, disse.
“Na época foi difícil demais, não gostei. Mas depois a gente acostuma. Não acho que seria bom pra mim voltar, não. Acho que é hora de deixar espaço pra outros líderes fortes crescerem”, completou Zhao.

Zhao e a confusão na Binance
Uai, em novembro de 2023 o tal do Zhao assumiu que pisou na bola: não cuidou direito do programa contra lavagem de dinheiro lá na Binance. Resultado? Pegou quatro meses de cadeia e ainda ficou proibido de trabalhar na empresa.
Aí, em outubro, Trump resolveu dar um perdão pra ele. Esse trem levantou dúvida entre uns deputados americanos, que ficaram encucados com os possíveis laços da Binance com projetos de cripto ligados ao Trump. Mas o presidente soltou que nem sabia quem era Zhao.
“Motorista de banco de trás” não precisa não
Zhao falou que a Binance continua firme e forte mesmo sem ele no comando. Disse que agora tem dois CEOs competentes tocando o barco e que os números só aumentam: mais usuários e mais espaço no mercado.
Numa carta aberta em dezembro, Richard Teng e Yi He — parceira de longa data do Zhao — contaram que a Binance já passou da marca de 300 milhões de usuários e que o volume de negociações em 2023 bateu uns US$ 34 trilhões.
Zhao resumiu assim: “Olha, eles não precisam de motorista de banco de trás. Eu ainda sou acionista, mas bem quietinho. Quando quero dar pitaco, escrevo no Twitter e pronto.”
Superciclo do Bitcoin: será que vem?
Entrando em 2026, o mercado de cripto deu uma esfriada, mas Zhao tá achando que o Bitcoin pode engatar um superciclo nos próximos meses. Esse tal de superciclo é quando o crescimento é forte e dura anos, sustentado por fundamentos sólidos.
Ele explicou que, historicamente, o Bitcoin segue um ritmo de quatro em quatro anos: bate recorde, depois cai. Só que agora, com os EUA abraçando as criptos e outros países indo pelo mesmo caminho, Zhao acredita que esse ciclo pode ser quebrado.
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Criptomoedas em alta hoje na BinanceÔ trem bão, sô! O mercado de criptomoeda tá fervendo hoje na Binance. Tem umas moedas que tão subindo igual foguete, e vale a pena ficar de olho. 🌟 As que tão brilhando mais - Enso (ENSO): disparou mais de 40%. Tá igual pão de queijo quentinho, todo mundo querendo pegar um pedaço. - Somnia (SOMI): também subiu mais de 40%. Parece corrida de cavalo, uma emparelhada com a outra. - Kaia (KAIA): cresceu quase 37%. Tá firme, igual café forte que sustenta o dia. - Outras como MyShell (SHELL) e 0G (0G) também tão dando aquele gás, com altas acima de 15%. 📊 O cenário geral O mercado tá grandão, passando dos 3 trilhões de dólares. O volume de negociação tá movimentado, e o Bitcoin continua mandando na roda, com mais da metade da dominância. 💡 Prosa Agora, não é porque o trem tá subindo que a gente tem que sair comprando de qualquer jeito, não. Criptomoeda é igual montanha: uma hora tá lá no alto, outra hora pode despencar. O segredo é ter calma, estudar bem e não colocar todo o queijo na mesma cesta.

Criptomoedas em alta hoje na Binance

Ô trem bão, sô! O mercado de criptomoeda tá fervendo hoje na Binance. Tem umas moedas que tão subindo igual foguete, e vale a pena ficar de olho.
🌟 As que tão brilhando mais
- Enso (ENSO): disparou mais de 40%. Tá igual pão de queijo quentinho, todo mundo querendo pegar um pedaço.
- Somnia (SOMI): também subiu mais de 40%. Parece corrida de cavalo, uma emparelhada com a outra.
- Kaia (KAIA): cresceu quase 37%. Tá firme, igual café forte que sustenta o dia.
- Outras como MyShell (SHELL) e 0G (0G) também tão dando aquele gás, com altas acima de 15%.
📊 O cenário geral
O mercado tá grandão, passando dos 3 trilhões de dólares. O volume de negociação tá movimentado, e o Bitcoin continua mandando na roda, com mais da metade da dominância.
💡 Prosa
Agora, não é porque o trem tá subindo que a gente tem que sair comprando de qualquer jeito, não. Criptomoeda é igual montanha: uma hora tá lá no alto, outra hora pode despencar. O segredo é ter calma, estudar bem e não colocar todo o queijo na mesma cesta.
VanEck apresenta o primeiro ETF de Avalanche (AVAX) nos Estados UnidosNa segunda-feira, dia 26, entrou em cena lá nos Estados Unidos o primeiro ETF da Avalanche. O bichinho chama VanEck Avalanche ETF (VAVX) e foi lançado pela gestora VanEck. A ideia dele é dar pros investidores uma forma de acompanhar o desempenho do token AVAX e ainda abrir caminho pra ganhar retorno com staking. Pra animar o povo logo de cara, a VanEck disse que não vai cobrar taxa de administração até bater US$ 500 milhões em ativos ou até o dia 28 de fevereiro de 2026, o que vier primeiro. Passado esse prazo, a taxa fica em 0,20% ao ano. O diretor Kyle DaCruz explicou que a Avalanche tem um jeitinho especial de ligar o sistema financeiro tradicional com a tal da economia on-chain, tudo com foco em utilidade prática e verificável. Ele falou também que o VAVX é um jeito transparente de acessar essa rede, que na visão da empresa vai puxar a próxima fase da adoção institucional da blockchain. A Avalanche, lançada em 2020, é uma blockchain que conversa bem com a Ethereum Virtual Machine (EVM). Foi feita pra ser rápida, escalável e interoperável, permitindo criar blockchains personalizadas, públicas ou privadas, sustentadas por um protocolo de consenso próprio. E pra fechar, no momento da escrita, o AVAX tava subindo 1% nas últimas 24 horas, ocupando o posto de 33ª maior criptomoeda, com valor de mercado de US$ 5 bilhões.

VanEck apresenta o primeiro ETF de Avalanche (AVAX) nos Estados Unidos

Na segunda-feira, dia 26, entrou em cena lá nos Estados Unidos o primeiro ETF da Avalanche. O bichinho chama VanEck Avalanche ETF (VAVX) e foi lançado pela gestora VanEck. A ideia dele é dar pros investidores uma forma de acompanhar o desempenho do token AVAX e ainda abrir caminho pra ganhar retorno com staking.
Pra animar o povo logo de cara, a VanEck disse que não vai cobrar taxa de administração até bater US$ 500 milhões em ativos ou até o dia 28 de fevereiro de 2026, o que vier primeiro. Passado esse prazo, a taxa fica em 0,20% ao ano.
O diretor Kyle DaCruz explicou que a Avalanche tem um jeitinho especial de ligar o sistema financeiro tradicional com a tal da economia on-chain, tudo com foco em utilidade prática e verificável. Ele falou também que o VAVX é um jeito transparente de acessar essa rede, que na visão da empresa vai puxar a próxima fase da adoção institucional da blockchain.
A Avalanche, lançada em 2020, é uma blockchain que conversa bem com a Ethereum Virtual Machine (EVM). Foi feita pra ser rápida, escalável e interoperável, permitindo criar blockchains personalizadas, públicas ou privadas, sustentadas por um protocolo de consenso próprio.
E pra fechar, no momento da escrita, o AVAX tava subindo 1% nas últimas 24 horas, ocupando o posto de 33ª maior criptomoeda, com valor de mercado de US$ 5 bilhões.
Falha de segurança compromete senhas de 420 mil usuários da BinanceUm tanto de login e senha, coisa de 149 milhão, foi achado largado por aí, sem cadeado nem nada. No meio desse mundaréu de dado, tinha mais de 420 mil credenciais da Binance, que é uma das maiores casas de troca de criptomoeda do planeta. O pacote juntava informação de tudo quanto é canto: banco, rede social, e-mail e até coisa de governo, tipo o “gov.br”. Quem topou com essa bagunça foi o pesquisador de segurança Jeremiah Fowler. Ele viu que o banco de dado tava aberto, sem senha, sem criptografia, escancarado. O arquivo pesava uns 96 GB e trazia e-mail, usuário, senha e até o endereço certinho de login. Segundo ele, isso aí dava pra fazer ataque automático e tomar conta de perfil em escala grande. Nos serviços mais atingidos, o Gmail ficou na frente, com uns 48 milhão de conta exposta. Depois vem Facebook (17 milhão), Instagram (6,5 milhão), Yahoo (4 milhão), Netflix (3,4 milhão), Outlook (1,5 milhão), iCloud (900 mil) e a própria Binance (420 mil). No pedaço das criptomoedas, além da Binance, tinha dado de outras plataformas, mas Fowler não quis falar nome, só disse que era menos coisa. Ele explicou que não parece ataque direto às empresas, mas sim vírus do tipo “infostealer”, que entra quietinho no computador ou celular e vai catando senha ao longo do tempo. Depois, esses dados são juntados em banco grandão e vendidos ou usados por gente mal-intencionada. O Google falou que não foi invasão nos sistemas deles, mas sim credencial roubada por programa malicioso de terceiros. Eles disseram que têm mecanismo pra travar conta e obrigar troca de senha quando veem dado comprometido, e recomendaram usar autenticação em duas etapas. O governo brasileiro também negou invasão no gov.br, mesmo com registro desse domínio aparecendo no bolo. Esse banco de dado ficou aberto mais de um mês, crescendo de registro nesse tempo. Fowler não conseguiu descobrir quem era o dono do servidor nem pra quê juntava isso. Depois de muito aviso pro provedor, o acesso foi fechado. Especialista avisam: e-mail é alvo perigoso, porque serve pra resetar senha de outros serviços. Se cair na mão errada, o estrago é grande. E quando envolve criptomoeda ou dinheiro, aí o risco é maior ainda, podendo dar prejuízo direto. 👉 Recomendação pros usuários: - Trocar senha logo de cara. - Não repetir senha em vários serviços. - Ativar verificação em duas etapas. - Manter sistema atualizado. - Usar antivírus e programa de segurança confiável. $BNB

Falha de segurança compromete senhas de 420 mil usuários da Binance

Um tanto de login e senha, coisa de 149 milhão, foi achado largado por aí, sem cadeado nem nada. No meio desse mundaréu de dado, tinha mais de 420 mil credenciais da Binance, que é uma das maiores casas de troca de criptomoeda do planeta. O pacote juntava informação de tudo quanto é canto: banco, rede social, e-mail e até coisa de governo, tipo o “gov.br”.
Quem topou com essa bagunça foi o pesquisador de segurança Jeremiah Fowler. Ele viu que o banco de dado tava aberto, sem senha, sem criptografia, escancarado. O arquivo pesava uns 96 GB e trazia e-mail, usuário, senha e até o endereço certinho de login. Segundo ele, isso aí dava pra fazer ataque automático e tomar conta de perfil em escala grande.
Nos serviços mais atingidos, o Gmail ficou na frente, com uns 48 milhão de conta exposta. Depois vem Facebook (17 milhão), Instagram (6,5 milhão), Yahoo (4 milhão), Netflix (3,4 milhão), Outlook (1,5 milhão), iCloud (900 mil) e a própria Binance (420 mil).
No pedaço das criptomoedas, além da Binance, tinha dado de outras plataformas, mas Fowler não quis falar nome, só disse que era menos coisa. Ele explicou que não parece ataque direto às empresas, mas sim vírus do tipo “infostealer”, que entra quietinho no computador ou celular e vai catando senha ao longo do tempo. Depois, esses dados são juntados em banco grandão e vendidos ou usados por gente mal-intencionada.
O Google falou que não foi invasão nos sistemas deles, mas sim credencial roubada por programa malicioso de terceiros. Eles disseram que têm mecanismo pra travar conta e obrigar troca de senha quando veem dado comprometido, e recomendaram usar autenticação em duas etapas. O governo brasileiro também negou invasão no gov.br, mesmo com registro desse domínio aparecendo no bolo.
Esse banco de dado ficou aberto mais de um mês, crescendo de registro nesse tempo. Fowler não conseguiu descobrir quem era o dono do servidor nem pra quê juntava isso. Depois de muito aviso pro provedor, o acesso foi fechado.
Especialista avisam: e-mail é alvo perigoso, porque serve pra resetar senha de outros serviços. Se cair na mão errada, o estrago é grande. E quando envolve criptomoeda ou dinheiro, aí o risco é maior ainda, podendo dar prejuízo direto.
👉 Recomendação pros usuários:
- Trocar senha logo de cara.
- Não repetir senha em vários serviços.
- Ativar verificação em duas etapas.
- Manter sistema atualizado.
- Usar antivírus e programa de segurança confiável.
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Criptomoeda River: trem bão ou moda passageira?Ô sô, cê já ouviu falar da tal River (RIVER)? Pois é, esse trem tá dando o que falar no mundo das moedas digitais. Num piscar de olhos, ela saiu lá do fundinho, custando uns trocados, e agora já vale uma fortuna. 📈 O preço que subiu feito pão de queijo no forno - Hoje tá girando em torno de R$ 434,00. - Só nos últimos meses, valorizou mais de 7.000%. - O povo anda comprando e vendendo igual café quente na beira da estrada. 🚀 Por que esse trem tá bombando? - Subida meteórica: em poucos meses, virou sensação. - Volume de negociação: cada vez mais gente mexendo com ela. - Hype: parece que virou moda, igual quando todo mundo resolve fazer pão de queijo gourmet. ⚖️ Mas cuidado, viu! - Volatilidade: sobe e desce mais que estrada de serra. - Fundamento fraco: até agora ninguém explicou direito pra que serve além de especulação. - Risco de bolha: pode ser só fogo de palha, igual festa junina que acaba rápido. 📌 Resumindo A River é aquele tipo de investimento que pode dar alegria ou dor de cabeça. Tá valorizando bonito, mas é bom ter pé no chão e não colocar todo o dinheiro nesse trem. Igual mineiro que vai devagar, desconfiado, mas sempre comendo um queijim pra pensar melhor.

Criptomoeda River: trem bão ou moda passageira?

Ô sô, cê já ouviu falar da tal River (RIVER)? Pois é, esse trem tá dando o que falar no mundo das moedas digitais. Num piscar de olhos, ela saiu lá do fundinho, custando uns trocados, e agora já vale uma fortuna.
📈 O preço que subiu feito pão de queijo no forno
- Hoje tá girando em torno de R$ 434,00.
- Só nos últimos meses, valorizou mais de 7.000%.
- O povo anda comprando e vendendo igual café quente na beira da estrada.
🚀 Por que esse trem tá bombando?
- Subida meteórica: em poucos meses, virou sensação.
- Volume de negociação: cada vez mais gente mexendo com ela.
- Hype: parece que virou moda, igual quando todo mundo resolve fazer pão de queijo gourmet.
⚖️ Mas cuidado, viu!
- Volatilidade: sobe e desce mais que estrada de serra.
- Fundamento fraco: até agora ninguém explicou direito pra que serve além de especulação.
- Risco de bolha: pode ser só fogo de palha, igual festa junina que acaba rápido.
📌 Resumindo
A River é aquele tipo de investimento que pode dar alegria ou dor de cabeça. Tá valorizando bonito, mas é bom ter pé no chão e não colocar todo o dinheiro nesse trem. Igual mineiro que vai devagar, desconfiado, mas sempre comendo um queijim pra pensar melhor.
Herdeiro de CEO de empresa ligada aos EUA desviou mais de R$ 200 milhões em criptomoedas do governoÔ trem: o investigador on-chain ZachXBT disse que o tal hacker que meteu a mão em mais de 40 milhão de dólar — coisa de uns 211 milhão de real — das carteira de criptomoeda do governo dos Estados Unidos, pode ter ligação direta com uma firma que trabalha pro próprio governo. De acordo com a apuração dele, o sujeito que na internet atende pelo nome de “Lick” seria, na verdade, um caboclo chamado John Daghita. É esse que estaria por trás de sumir com uma fortuna em cripto das carteira controlada pelos americanos. O mais espinhoso da história é que o tal John seria filho de Dean Daghita, que é o chefão da empresa Command Services & Support (CMDSS). Essa firma tem contrato com o U.S. Marshals Service pra tomar conta e administrar os criptoativo que o governo apreende. Nos papel da companhia consta que Dean é presidente da CMDSS, empresa lá da Virgínia que, em outubro de 2024, ganhou uma licitação pra ajudar o governo a cuidar e até vender criptomoeda considerada “Classe 2 a 4” — aquelas mais difíceis de negociar ou que não tão em corretora grande. Por enquanto, nem a CMDSS nem o governo americano falaram nada sobre o caso. Na semana passada, o ZachXBT botou reparo e ligou o tal do “Lick” a mais de 90 milhões de dólares em cripto de procedência meio esquisita. Diz que uma parte desse dinheiro saiu de uma carteira do governo dos Estados Unidos, aquela mesma que guardava os trem apreendido no famoso hack da Bitfinex lá em 2016. Em março de 2024, rolou uma transferência de quase 25 milhões de dólares dessa carteira pra um endereço que depois foi apontado como sendo do hacker. A história ganhou corpo depois de uma prosa no Telegram, num grupo do submundo digital chamado “band-for-band”. O povo lá fica disputando quem tem mais cripto na mão. O “Lick”, pra se mostrar, teria jogado na roda a tela de uma carteira Exodus cheia de milhões em ativos. No meio da conversa, o caboclo ainda mandou mais 6,7 milhões pra um endereço Ethereum, juntando tudo em uma carteira só, que ficou com uns 23 milhões. Isso aí facilitou o rastreio das transações depois. Contrato enrolado O contrato da CMDSS com o U.S. Marshals Service já vinha dando pano pra manga. Outras empresas, tipo a Wave Digital Assets, chegaram até a reclamar da licitação lá no GAO, falando de falha regulatória e possível conflito de interesse. Mas o GAO não deu bola e disse que o processo tava dentro da regra. Esse caso só reforça a crítica de que o governo americano não tá muito firme na lida com cripto apreendida, além dos rolos de interesse na gestão de Donald Trump. Uma reportagem antiga do CoinDesk já tinha mostrado que o U.S. Marshals Service tinha dificuldade até pra saber direito o tanto de bitcoin que tava guardado, usando sistema de inventário bem fraquinho. $BTC $ETH

Herdeiro de CEO de empresa ligada aos EUA desviou mais de R$ 200 milhões em criptomoedas do governo

Ô trem: o investigador on-chain ZachXBT disse que o tal hacker que meteu a mão em mais de 40 milhão de dólar — coisa de uns 211 milhão de real — das carteira de criptomoeda do governo dos Estados Unidos, pode ter ligação direta com uma firma que trabalha pro próprio governo.
De acordo com a apuração dele, o sujeito que na internet atende pelo nome de “Lick” seria, na verdade, um caboclo chamado John Daghita. É esse que estaria por trás de sumir com uma fortuna em cripto das carteira controlada pelos americanos.
O mais espinhoso da história é que o tal John seria filho de Dean Daghita, que é o chefão da empresa Command Services & Support (CMDSS). Essa firma tem contrato com o U.S. Marshals Service pra tomar conta e administrar os criptoativo que o governo apreende.
Nos papel da companhia consta que Dean é presidente da CMDSS, empresa lá da Virgínia que, em outubro de 2024, ganhou uma licitação pra ajudar o governo a cuidar e até vender criptomoeda considerada “Classe 2 a 4” — aquelas mais difíceis de negociar ou que não tão em corretora grande. Por enquanto, nem a CMDSS nem o governo americano falaram nada sobre o caso.

Na semana passada, o ZachXBT botou reparo e ligou o tal do “Lick” a mais de 90 milhões de dólares em cripto de procedência meio esquisita. Diz que uma parte desse dinheiro saiu de uma carteira do governo dos Estados Unidos, aquela mesma que guardava os trem apreendido no famoso hack da Bitfinex lá em 2016. Em março de 2024, rolou uma transferência de quase 25 milhões de dólares dessa carteira pra um endereço que depois foi apontado como sendo do hacker.
A história ganhou corpo depois de uma prosa no Telegram, num grupo do submundo digital chamado “band-for-band”. O povo lá fica disputando quem tem mais cripto na mão. O “Lick”, pra se mostrar, teria jogado na roda a tela de uma carteira Exodus cheia de milhões em ativos.
No meio da conversa, o caboclo ainda mandou mais 6,7 milhões pra um endereço Ethereum, juntando tudo em uma carteira só, que ficou com uns 23 milhões. Isso aí facilitou o rastreio das transações depois.
Contrato enrolado
O contrato da CMDSS com o U.S. Marshals Service já vinha dando pano pra manga. Outras empresas, tipo a Wave Digital Assets, chegaram até a reclamar da licitação lá no GAO, falando de falha regulatória e possível conflito de interesse. Mas o GAO não deu bola e disse que o processo tava dentro da regra.
Esse caso só reforça a crítica de que o governo americano não tá muito firme na lida com cripto apreendida, além dos rolos de interesse na gestão de Donald Trump. Uma reportagem antiga do CoinDesk já tinha mostrado que o U.S. Marshals Service tinha dificuldade até pra saber direito o tanto de bitcoin que tava guardado, usando sistema de inventário bem fraquinho.
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O Banco Central do Irã comprou mais de US$ 500 milhões em USDT para evitar sanções e reforçar o RialO Banco Central do Irã e o dinheirim escondido O tal do Banco Central do Irã arrumou um jeito meio escondido de juntar uma bolada em moeda digital, mais de 507 milhões de dólares em USDT, que é uma dessas moedas virtuais que vale como se fosse dólar. Quem descobriu isso foi uma empresa de análise chamada Elliptic, que soltou um relatório contando a história. Como eles fizeram a tramóia Segundo os papel vazado, o governo iraniano comprou esse tanto de USDT lá pros meses de abril e maio de 2025, pagando com Dirham dos Emirados Árabes. A ideia era guardar dinheiro forte longe do olho dos americanos, sô. Até junho, eles usavam uma corretora chamada Nobitex, que era tipo o “mercado central” das criptomoedas por lá. Mas aí veio um ataque cibernético de um grupo pró-Israel, que roubou e detonou uns 90 milhões de dólares. Depois disso, o Banco Central mudou de rumo e começou a usar umas tais de “pontes entre blockchains” e corretoras descentralizadas, pra dificultar o rastreio do dinheiro. Dólar sintético pra segurar o Rial O relatório fala que essa compra de USDT tinha dois objetivos: - Primeiro, segurar a queda do Rial, a moeda deles, que tava despencando e já tinha perdido metade do valor em menos de um ano. - Segundo, montar um sistema bancário paralelo, que não dependesse dos bancos americanos nem do tal do SWIFT. Assim, eles conseguiam pagar importação e trazer dinheiro de exportação usando esses “dólares sintéticos”. Transparência que entrega Só que, por mais que tentaram esconder, a blockchain deixa rastro, né não? Diferente de esquema informal tipo Hawala, as transações ficam registradas pra sempre. A própria Tether, que é quem emite o USDT, entrou na jogada e bloqueou umas carteiras ligadas ao Irã em junho de 2025, congelando 37 milhões de dólares. Moral da história Mesmo com regime sancionado tentando usar cripto pra driblar bloqueio, a tecnologia também ajuda a rastrear e travar dinheiro ilícito. É aquele ditado mineiro: “quem mexe com fogo, uma hora queima os dedo”. $USDT $BTC $PEPE

O Banco Central do Irã comprou mais de US$ 500 milhões em USDT para evitar sanções e reforçar o Rial

O Banco Central do Irã e o dinheirim escondido
O tal do Banco Central do Irã arrumou um jeito meio escondido de juntar uma bolada em moeda digital, mais de 507 milhões de dólares em USDT, que é uma dessas moedas virtuais que vale como se fosse dólar. Quem descobriu isso foi uma empresa de análise chamada Elliptic, que soltou um relatório contando a história.
Como eles fizeram a tramóia
Segundo os papel vazado, o governo iraniano comprou esse tanto de USDT lá pros meses de abril e maio de 2025, pagando com Dirham dos Emirados Árabes. A ideia era guardar dinheiro forte longe do olho dos americanos, sô.
Até junho, eles usavam uma corretora chamada Nobitex, que era tipo o “mercado central” das criptomoedas por lá. Mas aí veio um ataque cibernético de um grupo pró-Israel, que roubou e detonou uns 90 milhões de dólares. Depois disso, o Banco Central mudou de rumo e começou a usar umas tais de “pontes entre blockchains” e corretoras descentralizadas, pra dificultar o rastreio do dinheiro.
Dólar sintético pra segurar o Rial
O relatório fala que essa compra de USDT tinha dois objetivos:
- Primeiro, segurar a queda do Rial, a moeda deles, que tava despencando e já tinha perdido metade do valor em menos de um ano.
- Segundo, montar um sistema bancário paralelo, que não dependesse dos bancos americanos nem do tal do SWIFT. Assim, eles conseguiam pagar importação e trazer dinheiro de exportação usando esses “dólares sintéticos”.
Transparência que entrega
Só que, por mais que tentaram esconder, a blockchain deixa rastro, né não? Diferente de esquema informal tipo Hawala, as transações ficam registradas pra sempre.
A própria Tether, que é quem emite o USDT, entrou na jogada e bloqueou umas carteiras ligadas ao Irã em junho de 2025, congelando 37 milhões de dólares.
Moral da história
Mesmo com regime sancionado tentando usar cripto pra driblar bloqueio, a tecnologia também ajuda a rastrear e travar dinheiro ilícito. É aquele ditado mineiro: “quem mexe com fogo, uma hora queima os dedo”.
$USDT $BTC $PEPE
Segundo a Polymarket, há 72% de chance de o Bitcoin atingir esse valor até o fim de janeiroÔ trem bão de contar: lá no Polymarket tão dizendo que o Bitcoin tem 72% de chance de dar uma escorregada e bater nos 85 mil dólares até o fim de janeiro. Esse mercado de aposta “Qual preço o Bitcoin vai alcançar em janeiro?” já mexeu com mais de 60 milhões de dólares, sendo que 2 milhões tão rodando de liquidez. É a aposta mais quente do momento por lá. A turma tá firme acreditando nessa queda pros 85 mil: já tem 5,3 milhões de dólares apostados nesse rumo, o que dá esses 72% de probabilidade. Quem compra a opção “Sim” paga 73 centavos, e se o Bitcoin encostar nesse valor, o caboclo leva um retorno de 27 centavos por unidade. Agora, no instante que tão escrevendo isso, o Bitcoin tá valendo 86.406 dólares. Pra chegar nos 85 mil, precisa cair só 1,6% nos próximos sete dias. É uma descida pequena, ainda mais se lembrar que na semana passada já despencou 9,5%. Segundo as regras do Polymarket, se o Bitcoin encostar nos 85 mil ou menos em qualquer momento de janeiro, já vale como vitória da aposta “Sim”. Eles olham o preço mínimo dos candles de 1 minuto lá na Binance. Ou seja, basta dar uma beliscada nesse valor, mesmo rapidinho, que já conta. Se não chegar lá, aí fecha como “Não”. Tem também uma segunda aposta, mais ousada: queda até 80 mil dólares. Essa aí tá com 13% de chance, e a opção “Sim” tá saindo por 13 centavos. O povo acha menos provável, mas não deixa de ser uma possibilidade. E ainda tem quem aposte num tombo maior, pros 75 mil dólares. Essa previsão tá bem fraquinha, só 5% de chance, com a opção “Sim” custando uns 4,9 centavos. É coisa que o pessoal vê como difícil, mas não impossível. Vale lembrar: lá no Polymarket cada aposta é um mercado separado, com sua própria pergunta e liquidez. Não é igual eleição, que soma tudo pra dar 100%. Então pode ter cenário diferente rolando com probabilidade alta ao mesmo tempo.

Segundo a Polymarket, há 72% de chance de o Bitcoin atingir esse valor até o fim de janeiro

Ô trem bão de contar: lá no Polymarket tão dizendo que o Bitcoin tem 72% de chance de dar uma escorregada e bater nos 85 mil dólares até o fim de janeiro. Esse mercado de aposta “Qual preço o Bitcoin vai alcançar em janeiro?” já mexeu com mais de 60 milhões de dólares, sendo que 2 milhões tão rodando de liquidez. É a aposta mais quente do momento por lá.
A turma tá firme acreditando nessa queda pros 85 mil: já tem 5,3 milhões de dólares apostados nesse rumo, o que dá esses 72% de probabilidade. Quem compra a opção “Sim” paga 73 centavos, e se o Bitcoin encostar nesse valor, o caboclo leva um retorno de 27 centavos por unidade.
Agora, no instante que tão escrevendo isso, o Bitcoin tá valendo 86.406 dólares. Pra chegar nos 85 mil, precisa cair só 1,6% nos próximos sete dias. É uma descida pequena, ainda mais se lembrar que na semana passada já despencou 9,5%.
Segundo as regras do Polymarket, se o Bitcoin encostar nos 85 mil ou menos em qualquer momento de janeiro, já vale como vitória da aposta “Sim”. Eles olham o preço mínimo dos candles de 1 minuto lá na Binance. Ou seja, basta dar uma beliscada nesse valor, mesmo rapidinho, que já conta. Se não chegar lá, aí fecha como “Não”.
Tem também uma segunda aposta, mais ousada: queda até 80 mil dólares. Essa aí tá com 13% de chance, e a opção “Sim” tá saindo por 13 centavos. O povo acha menos provável, mas não deixa de ser uma possibilidade.
E ainda tem quem aposte num tombo maior, pros 75 mil dólares. Essa previsão tá bem fraquinha, só 5% de chance, com a opção “Sim” custando uns 4,9 centavos. É coisa que o pessoal vê como difícil, mas não impossível.
Vale lembrar: lá no Polymarket cada aposta é um mercado separado, com sua própria pergunta e liquidez. Não é igual eleição, que soma tudo pra dar 100%. Então pode ter cenário diferente rolando com probabilidade alta ao mesmo tempo.
SharpLink 2026: A Nova Era da Tesouraria EthereumEm 2025, essas tais tesourarias de ativo digital apareceram com força, correndo atrás de juntar bilhões em moeda virtual, tipo Bitcoin e Ethereum. Só que 2026 não é só questão de sair comprando ETH de qualquer jeito, não. A SharpLink Gaming, que mexe com tesouraria de Ethereum, quer se destacar da turma focando em firmeza no longo prazo e evitando aquelas movimentações só pra fazer bonito. O CEO Joseph Chalom até falou: “Nós não vamos ser aqueles que colocam acumulação acima de tudo. Esse ano é pra mostrar disciplina e foco, pra diferenciar da concorrência.” Até agora, a empresa já juntou 865.797 ETH — coisa de mais de 2,6 bilhões de dólares — mas não compra em atacado desde outubro. Isso porque eles só querem aumentar a reserva quando realmente trouxer benefício pros acionistas ou quando o tal mNAV estiver acima de 1. Com isso, ficaram atrás da BitMine Immersion Technologies, comandada por Tom Lee, que já tem mais de 4,2 milhões de ETH, valendo mais de 12,6 bilhões de dólares. A BitMine ainda investiu pesado, botando 200 milhões na Beast Industries, do YouTuber MrBeast. Chalom explicou: “Se fosse só pra acumular, eu podia levantar dinheiro todo mês e diluir os acionistas. Mas não é isso que estamos fazendo. Não vamos cair em investimento sem rumo, nem virar uma DAT zumbi. Quem tem capital institucional ou pensa no longo prazo, vai ver que somos uma tesouraria focada, disciplinada e sofisticada.” Mesmo com as ações (SBET) caindo mais de 60% nos últimos seis meses, ele disse que a participação institucional tá aumentando, mostrando que a história que estão contando tá pegando bem com investidor que pensa longe. “No fim das contas, fazemos tudo de forma sistemática e metódica, e isso atrai quem busca uma tese de investimento sólida”, completou. No começo do mês, a SharpLink colocou 170 milhões de dólares em staking na rede Linea, uma camada secundária do Ethereum, pra gerar rendimento maior e dar incentivo extra pros investidores. Foi a primeira vez que fizeram esse tipo de movimento, querendo abrir caminho pro uso produtivo de ETH nas tesourarias digitais. Assim como a BitMine, eles também querem chegar a ter 5% da oferta circulante de Ethereum. Mas Chalom deixou claro: “Vamos chegar lá, mas sempre alinhados com os acionistas, focando na concentração de ETH por ação — não em acumular só por acumular.”

SharpLink 2026: A Nova Era da Tesouraria Ethereum

Em 2025, essas tais tesourarias de ativo digital apareceram com força, correndo atrás de juntar bilhões em moeda virtual, tipo Bitcoin e Ethereum.
Só que 2026 não é só questão de sair comprando ETH de qualquer jeito, não. A SharpLink Gaming, que mexe com tesouraria de Ethereum, quer se destacar da turma focando em firmeza no longo prazo e evitando aquelas movimentações só pra fazer bonito.
O CEO Joseph Chalom até falou: “Nós não vamos ser aqueles que colocam acumulação acima de tudo. Esse ano é pra mostrar disciplina e foco, pra diferenciar da concorrência.”
Até agora, a empresa já juntou 865.797 ETH — coisa de mais de 2,6 bilhões de dólares — mas não compra em atacado desde outubro. Isso porque eles só querem aumentar a reserva quando realmente trouxer benefício pros acionistas ou quando o tal mNAV estiver acima de 1.
Com isso, ficaram atrás da BitMine Immersion Technologies, comandada por Tom Lee, que já tem mais de 4,2 milhões de ETH, valendo mais de 12,6 bilhões de dólares. A BitMine ainda investiu pesado, botando 200 milhões na Beast Industries, do YouTuber MrBeast.
Chalom explicou: “Se fosse só pra acumular, eu podia levantar dinheiro todo mês e diluir os acionistas. Mas não é isso que estamos fazendo. Não vamos cair em investimento sem rumo, nem virar uma DAT zumbi. Quem tem capital institucional ou pensa no longo prazo, vai ver que somos uma tesouraria focada, disciplinada e sofisticada.”
Mesmo com as ações (SBET) caindo mais de 60% nos últimos seis meses, ele disse que a participação institucional tá aumentando, mostrando que a história que estão contando tá pegando bem com investidor que pensa longe.
“No fim das contas, fazemos tudo de forma sistemática e metódica, e isso atrai quem busca uma tese de investimento sólida”, completou.
No começo do mês, a SharpLink colocou 170 milhões de dólares em staking na rede Linea, uma camada secundária do Ethereum, pra gerar rendimento maior e dar incentivo extra pros investidores. Foi a primeira vez que fizeram esse tipo de movimento, querendo abrir caminho pro uso produtivo de ETH nas tesourarias digitais.
Assim como a BitMine, eles também querem chegar a ter 5% da oferta circulante de Ethereum. Mas Chalom deixou claro: “Vamos chegar lá, mas sempre alinhados com os acionistas, focando na concentração de ETH por ação — não em acumular só por acumular.”
Criptomoedas em alta na BinanceÔ trem bão, sô! O mercado de criptomoeda tá igual café forte: acordando todo mundo. Hoje na Binance, umas moedas tão subindo que é de deixar qualquer investidor com o olho brilhando. 📈 As que tão dando o que falar - Enso (ENSO): disparou mais de 40% em um dia. É tipo aquele pão de queijo que cresce demais no forno, surpreende na hora. - Somnia (SOMI): também subiu mais de 40%. Parece festa de interior, todo mundo animado. - Kaia (KAIA): valorizou quase 37%. Tá igual trem descendo a serra: embalado e difícil de segurar. - Outras como MyShell (SHELL) e 0G (0G) também tão na onda boa, crescendo firme. 💰 Os grandões do mercado - Bitcoin (BTC): continua firme, na casa dos R$ 273 mil. - Ethereum (ETH): tá por volta de R$ 14 mil, segurando bem. - BNB (Binance Coin): deu uma escorregada, caiu um tiquinho, mas segue forte no jogo. ⚠️ Recado - Criptomoeda é igual montanha: sobe rápido, mas pode descer de repente. - Melhor não colocar todos os ovos na mesma cesta. Diversificar é sempre bom. - E não esquecer: stop-loss é igual guarda-chuva. Pode até não usar, mas quando chove, salva o dia.

Criptomoedas em alta na Binance

Ô trem bão, sô! O mercado de criptomoeda tá igual café forte: acordando todo mundo. Hoje na Binance, umas moedas tão subindo que é de deixar qualquer investidor com o olho brilhando.
📈 As que tão dando o que falar
- Enso (ENSO): disparou mais de 40% em um dia. É tipo aquele pão de queijo que cresce demais no forno, surpreende na hora.
- Somnia (SOMI): também subiu mais de 40%. Parece festa de interior, todo mundo animado.
- Kaia (KAIA): valorizou quase 37%. Tá igual trem descendo a serra: embalado e difícil de segurar.
- Outras como MyShell (SHELL) e 0G (0G) também tão na onda boa, crescendo firme.
💰 Os grandões do mercado
- Bitcoin (BTC): continua firme, na casa dos R$ 273 mil.
- Ethereum (ETH): tá por volta de R$ 14 mil, segurando bem.
- BNB (Binance Coin): deu uma escorregada, caiu um tiquinho, mas segue forte no jogo.
⚠️ Recado
- Criptomoeda é igual montanha: sobe rápido, mas pode descer de repente.
- Melhor não colocar todos os ovos na mesma cesta. Diversificar é sempre bom.
- E não esquecer: stop-loss é igual guarda-chuva. Pode até não usar, mas quando chove, salva o dia.
Resolução eleitoral contra criptomoedas será revista por Nunes MarquesO ministro Nunes Marques, lá do Supremo Tribunal Federal (STF) e que hoje tá como vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), vai pôr a mão nas resoluções que tratam das Eleições Gerais de 2026, marcadas pra outubro. Essa revisão que ele vai fazer é daquelas primeiras tarefas do ano no TSE, já que é ele quem vai tocar a batuta das eleições que vêm aí. Em dezembro de 2025 foi montado um Grupo de Trabalho, e esse povo pode mexer em algumas resoluções, conforme a lei deixa em certos casos. Agora, tem um trem importante de lembrar: doação em criptomoeda já tá proibida faz tempo e isso tá escrito na regulação eleitoral. Não se sabe ainda se esse assunto vai mudar pra 2026, porque até hoje o Brasil não tem lei regulando de verdade as moedas digitais — só o serviço das corretoras, que ficam debaixo da supervisão do Banco Central. 💰 E o que pode ser doado pros candidatos em 2026? A regra atual deixa claro: cidadão pode doar, mas tem que ser dentro da lei. Criptomoeda não entra, mas pode ser: - Transação bancária com CPF identificado. - Doação ou empréstimo temporário de bens e serviços, desde que o doador seja dono ou responsável direto. - Vaquinha virtual em site ou aplicativo de financiamento coletivo. - Pix, que foi incluído na resolução mais recente. 👉 E tem detalhe: se a doação for de R$1.064,10 pra cima, tem que ser por transferência eletrônica entre contas ou cheque cruzado e nominal. E se a pessoa fizer várias doações no mesmo dia, vale a mesma regra. 🚫 Criptomoeda continua proibida. Curioso é que já tem pré-candidato falando bem do bitcoin, até como moeda de reserva pro Brasil. Mas, por enquanto, a lei eleitoral tá firme e não deixa esse tipo de doação entrar. $BTC $ETH $SOL

Resolução eleitoral contra criptomoedas será revista por Nunes Marques

O ministro Nunes Marques, lá do Supremo Tribunal Federal (STF) e que hoje tá como vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), vai pôr a mão nas resoluções que tratam das Eleições Gerais de 2026, marcadas pra outubro.
Essa revisão que ele vai fazer é daquelas primeiras tarefas do ano no TSE, já que é ele quem vai tocar a batuta das eleições que vêm aí.
Em dezembro de 2025 foi montado um Grupo de Trabalho, e esse povo pode mexer em algumas resoluções, conforme a lei deixa em certos casos.
Agora, tem um trem importante de lembrar: doação em criptomoeda já tá proibida faz tempo e isso tá escrito na regulação eleitoral. Não se sabe ainda se esse assunto vai mudar pra 2026, porque até hoje o Brasil não tem lei regulando de verdade as moedas digitais — só o serviço das corretoras, que ficam debaixo da supervisão do Banco Central.
💰 E o que pode ser doado pros candidatos em 2026?
A regra atual deixa claro: cidadão pode doar, mas tem que ser dentro da lei. Criptomoeda não entra, mas pode ser:
- Transação bancária com CPF identificado.
- Doação ou empréstimo temporário de bens e serviços, desde que o doador seja dono ou responsável direto.
- Vaquinha virtual em site ou aplicativo de financiamento coletivo.
- Pix, que foi incluído na resolução mais recente.
👉 E tem detalhe: se a doação for de R$1.064,10 pra cima, tem que ser por transferência eletrônica entre contas ou cheque cruzado e nominal. E se a pessoa fizer várias doações no mesmo dia, vale a mesma regra.
🚫 Criptomoeda continua proibida.
Curioso é que já tem pré-candidato falando bem do bitcoin, até como moeda de reserva pro Brasil. Mas, por enquanto, a lei eleitoral tá firme e não deixa esse tipo de doação entrar.
$BTC $ETH $SOL
A Comissão de Valores Mobiliários dos EUA arquivou a ação civil contra a GeminiO rolo da Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) contra a Gemini Trust Company e a Genesis Global Capital, por causa do tal programa Earn que mexia com valores mobiliários sem registro, foi encerrado com decisão definitiva. Segundo os papéis do tribunal, as duas empresas e a SEC combinaram juntas de pedir o fim do processo na sexta-feira, lá no Tribunal Distrital do Sul de Nova York. Na prática, isso fecha a reclamação da SEC sobre o esquema de empréstimo de criptomoedas da Gemini com a Genesis. Ainda falta o juiz federal dar o “ok” nesse acordo de arquivamento. Esse desfecho vem quase nove meses depois que a SEC tinha dado uma pausa no processo, em abril de 2024, quando quem comandava a agência era o presidente interino Mark Uyeda. A SEC achou o acordo bom porque os investidores do Gemini Earn receberam de volta seus criptoativos pelo processo de falência da Genesis, lá por meados de 2024. Além disso, a Gemini se comprometeu a colocar até 40 milhões de dólares pra ajudar a garantir que todo mundo receba o que tinha direito. Vale lembrar também que a Genesis já tinha fechado outro acordo com a SEC, aceitando pagar uma multa de 21 milhões de dólares. Ô trem bão de explicar: lá em janeiro de 2023, no tempo do governo Biden, a tal da SEC resolveu cutucar a Gemini e a Genesis, que são comandadas pelos irmãos Winklevoss. Nessa época, tava tendo um tanto de processo e investigação em cima das criptomoedas, tudo dentro de uma fiscalização mais pesada que o setor vinha enfrentando. Mas não parou por aí não. A SEC segue botando caso pra frente. O da Gemini, por exemplo, entrou pra uma lista que só cresce de processos envolvendo criptos, que os órgãos do governo americano vêm tocando desde que o Trump assumiu em janeiro de 2025, prometendo dar uma afrouxada nas regras do setor. E não é pouca coisa não: já teve rolo com Binance, Kraken, Uniswap, Immutable e até Robinhood. Pra completar, na quarta-feira passada, o Departamento de Justiça resolveu arquivar um processo contra Nathaniel Chastain, que era chefão lá da OpenSea. Ele tava enrolado com acusação de usar informação privilegiada em tokens não fungíveis. Só que um tribunal de apelação reverteu as condenações dele por fraude eletrônica e lavagem de dinheiro lá no fim de julho, e aí o processo foi pro arquivo. $LINK $PEPE $POL

A Comissão de Valores Mobiliários dos EUA arquivou a ação civil contra a Gemini

O rolo da Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) contra a Gemini Trust Company e a Genesis Global Capital, por causa do tal programa Earn que mexia com valores mobiliários sem registro, foi encerrado com decisão definitiva.
Segundo os papéis do tribunal, as duas empresas e a SEC combinaram juntas de pedir o fim do processo na sexta-feira, lá no Tribunal Distrital do Sul de Nova York. Na prática, isso fecha a reclamação da SEC sobre o esquema de empréstimo de criptomoedas da Gemini com a Genesis.
Ainda falta o juiz federal dar o “ok” nesse acordo de arquivamento. Esse desfecho vem quase nove meses depois que a SEC tinha dado uma pausa no processo, em abril de 2024, quando quem comandava a agência era o presidente interino Mark Uyeda.
A SEC achou o acordo bom porque os investidores do Gemini Earn receberam de volta seus criptoativos pelo processo de falência da Genesis, lá por meados de 2024. Além disso, a Gemini se comprometeu a colocar até 40 milhões de dólares pra ajudar a garantir que todo mundo receba o que tinha direito.
Vale lembrar também que a Genesis já tinha fechado outro acordo com a SEC, aceitando pagar uma multa de 21 milhões de dólares.

Ô trem bão de explicar: lá em janeiro de 2023, no tempo do governo Biden, a tal da SEC resolveu cutucar a Gemini e a Genesis, que são comandadas pelos irmãos Winklevoss. Nessa época, tava tendo um tanto de processo e investigação em cima das criptomoedas, tudo dentro de uma fiscalização mais pesada que o setor vinha enfrentando.
Mas não parou por aí não. A SEC segue botando caso pra frente. O da Gemini, por exemplo, entrou pra uma lista que só cresce de processos envolvendo criptos, que os órgãos do governo americano vêm tocando desde que o Trump assumiu em janeiro de 2025, prometendo dar uma afrouxada nas regras do setor.
E não é pouca coisa não: já teve rolo com Binance, Kraken, Uniswap, Immutable e até Robinhood. Pra completar, na quarta-feira passada, o Departamento de Justiça resolveu arquivar um processo contra Nathaniel Chastain, que era chefão lá da OpenSea. Ele tava enrolado com acusação de usar informação privilegiada em tokens não fungíveis. Só que um tribunal de apelação reverteu as condenações dele por fraude eletrônica e lavagem de dinheiro lá no fim de julho, e aí o processo foi pro arquivo.
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Paradex compensou 200 usuários com US$ 650 mil após falha de manutenção provocar liquidaçõesA tal da Paradex, que mexe com derivativo on-chain, teve um perrengue danado. Durante uma manutenção que era pra durar só meia horinha, na segunda-feira, deu uma “corrida” nos dados e acabou gravando coisa corrompida lá na blockchain. Resultado: um tanto de liquidação que não era pra ter acontecido. Pra não deixar os usuários na mão, a empresa resolveu devolver a bufunfa: foram uns 650 mil dólares repartidos entre mais ou menos 200 pessoas. E já avisaram que não foi ataque de hacker nem nada de segurança, foi problema de operação mesmo. Na hora de resolver, eles fecharam o acesso da plataforma por um tempo, cancelaram as ordens que tavam abertas (menos as de take-profit e stop-loss) e voltaram a blockchain pra um retrato tirado antes da tal manutenção. A Paradex é uma dessas plataformas de derivativos on-chain, uai, que deixa o povo do mercado abrir posição perpétua com alavancagem, mas sem precisar largar os fundos na mão de corretora centralizada. Cada um fica dono do seu dinheiro, controlando direto. Pois bem, aconteceu um trem danado: rolou o primeiro rollback da Paradex Chain. A própria exchange falou que foi uma medida meio chata, mas necessária pra resguardar os usuários e ajeitar a integridade da rede. Depois disso, a Paradex disse que mexeu nos processos pra não dar rolo de novo. Agora tem reinicialização mais ajeitada, checagem extra nos dados, revisão no esquema de manutenção (com parada total, mas planejada), e até proteção de faixa de preço, só valendo depois que o mercado abre. 🚧 Interrupções nas negociações por falha técnica Esses casos mostram que, muitas vezes, não é ataque de hacker não, mas sim problema de operação e infraestrutura que trava o mercado de derivativos e atrapalha o acesso às criptomoedas. Pra você ver: em outubro, a dYdX — que é uma exchange descentralizada — ficou parada umas oito horas por causa de erro de ordenação de código e reinicialização atrasada do oráculo. Isso gerou preço errado e liquidação indevida. No fim, fizeram até votação de governança pra decidir compensação de até 462 mil dólares pros traders prejudicados, tirado do fundo de seguro do protocolo. E não é só em cripto não. Em novembro, a Bolsa Mercantil de Chicago (CME) também deu uma tropeçada: ficou dez horas sem negociação porque um data center lá em Illinois teve problema no sistema de refrigeração. Resultado: operação travada e operador reclamando. Em novembro, a tal da Cloudflare — que cuida da parte de infraestrutura da internet — deu uma engasgada danada, uma “degradação interna de serviço”, como eles falam. Esse perrengue fez foi travar o acesso de um tanto de plataforma de criptomoeda, atrapalhando por uns instantes o povo que queria mexer em corretora, carteira digital e painel de dados. Esse tropeço atingiu umas empresas grandes nesse ramo, tipo Coinbase, Blockchain.com, BitMEX, Ledger e até a DefiLlama. $ETH $XRP $USDC

Paradex compensou 200 usuários com US$ 650 mil após falha de manutenção provocar liquidações

A tal da Paradex, que mexe com derivativo on-chain, teve um perrengue danado. Durante uma manutenção que era pra durar só meia horinha, na segunda-feira, deu uma “corrida” nos dados e acabou gravando coisa corrompida lá na blockchain. Resultado: um tanto de liquidação que não era pra ter acontecido.
Pra não deixar os usuários na mão, a empresa resolveu devolver a bufunfa: foram uns 650 mil dólares repartidos entre mais ou menos 200 pessoas. E já avisaram que não foi ataque de hacker nem nada de segurança, foi problema de operação mesmo.
Na hora de resolver, eles fecharam o acesso da plataforma por um tempo, cancelaram as ordens que tavam abertas (menos as de take-profit e stop-loss) e voltaram a blockchain pra um retrato tirado antes da tal manutenção.

A Paradex é uma dessas plataformas de derivativos on-chain, uai, que deixa o povo do mercado abrir posição perpétua com alavancagem, mas sem precisar largar os fundos na mão de corretora centralizada. Cada um fica dono do seu dinheiro, controlando direto.
Pois bem, aconteceu um trem danado: rolou o primeiro rollback da Paradex Chain. A própria exchange falou que foi uma medida meio chata, mas necessária pra resguardar os usuários e ajeitar a integridade da rede.
Depois disso, a Paradex disse que mexeu nos processos pra não dar rolo de novo. Agora tem reinicialização mais ajeitada, checagem extra nos dados, revisão no esquema de manutenção (com parada total, mas planejada), e até proteção de faixa de preço, só valendo depois que o mercado abre.
🚧 Interrupções nas negociações por falha técnica
Esses casos mostram que, muitas vezes, não é ataque de hacker não, mas sim problema de operação e infraestrutura que trava o mercado de derivativos e atrapalha o acesso às criptomoedas.
Pra você ver: em outubro, a dYdX — que é uma exchange descentralizada — ficou parada umas oito horas por causa de erro de ordenação de código e reinicialização atrasada do oráculo. Isso gerou preço errado e liquidação indevida. No fim, fizeram até votação de governança pra decidir compensação de até 462 mil dólares pros traders prejudicados, tirado do fundo de seguro do protocolo.
E não é só em cripto não. Em novembro, a Bolsa Mercantil de Chicago (CME) também deu uma tropeçada: ficou dez horas sem negociação porque um data center lá em Illinois teve problema no sistema de refrigeração. Resultado: operação travada e operador reclamando.

Em novembro, a tal da Cloudflare — que cuida da parte de infraestrutura da internet — deu uma engasgada danada, uma “degradação interna de serviço”, como eles falam. Esse perrengue fez foi travar o acesso de um tanto de plataforma de criptomoeda, atrapalhando por uns instantes o povo que queria mexer em corretora, carteira digital e painel de dados.
Esse tropeço atingiu umas empresas grandes nesse ramo, tipo Coinbase, Blockchain.com, BitMEX, Ledger e até a DefiLlama.
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Binance declarou que planeja iniciar a negociação de ações tokenizadas e tokens de ativos reais RWAUai, sô, a Binance tá querendo voltar com aquele trem de ação tokenizada pros usuários. Esse serviço eles já tinham soltado lá em 2021, mas tiveram que dar um basta por causa das bronca dos regulador. Na sexta, um porta-voz da empresa falou que “mexer com ação tokenizada é um passo natural” pra juntar o mundo das finanças tradicionais com o das criptomoedas. Se eles voltarem mesmo com esse tipo de negócio, vai ser uma baita mudança no portfólio, já que tinham parado com isso em julho de 2021. Segundo o porta-voz, a Binance tá firme no propósito de ligar os dois mundos — finanças tradicionais e cripto — dando mais opção pro povo, mas sem largar mão das regras. Ele lembrou que desde o ano passado já começaram a trabalhar com ativos reais tokenizados e até lançaram contrato perpétuo regulado com liquidação em stablecoin. Esse trem de ação tokenizada começou em abril de 2021, com a Tesla, depois foi pra Coinbase e outras empresas grandes, tipo MicroStrategy, Apple e Microsoft. Só que aí os regulador da Alemanha e do Reino Unido caíram em cima, mandando a Binance parar com as “atividades reguladas” por lá. No Brasil também não deu certo. Em dezembro, mexida na API da Binance deu pista de que eles tavam preparando terreno pra voltar com recurso de negociação de ações, mas não confirmaram nada na época. Enquanto isso, a Coinbase, lá dos Estados Unidos, também tá de olho nessa ideia de ação tokenizada. Agora, nos EUA, tem projeto de lei sendo discutido pra organizar o mercado de ativos digitais. O Comitê de Agricultura marcou reunião pra falar disso, mas o Comitê Bancário deu uma travada depois que a Coinbase tirou o apoio. O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, até postou nas redes que, do jeito que o projeto tá escrito, seria praticamente uma proibição das ações tokenizadas. E não é só ele não: associação bancária e legislador também tão reclamando, falando de problema com recompensa em stablecoin, conflito de interesse e finança descentralizada. $BNB $BTC $SOL

Binance declarou que planeja iniciar a negociação de ações tokenizadas e tokens de ativos reais RWA

Uai, sô, a Binance tá querendo voltar com aquele trem de ação tokenizada pros usuários. Esse serviço eles já tinham soltado lá em 2021, mas tiveram que dar um basta por causa das bronca dos regulador.
Na sexta, um porta-voz da empresa falou que “mexer com ação tokenizada é um passo natural” pra juntar o mundo das finanças tradicionais com o das criptomoedas. Se eles voltarem mesmo com esse tipo de negócio, vai ser uma baita mudança no portfólio, já que tinham parado com isso em julho de 2021.
Segundo o porta-voz, a Binance tá firme no propósito de ligar os dois mundos — finanças tradicionais e cripto — dando mais opção pro povo, mas sem largar mão das regras. Ele lembrou que desde o ano passado já começaram a trabalhar com ativos reais tokenizados e até lançaram contrato perpétuo regulado com liquidação em stablecoin.
Esse trem de ação tokenizada começou em abril de 2021, com a Tesla, depois foi pra Coinbase e outras empresas grandes, tipo MicroStrategy, Apple e Microsoft. Só que aí os regulador da Alemanha e do Reino Unido caíram em cima, mandando a Binance parar com as “atividades reguladas” por lá. No Brasil também não deu certo.
Em dezembro, mexida na API da Binance deu pista de que eles tavam preparando terreno pra voltar com recurso de negociação de ações, mas não confirmaram nada na época. Enquanto isso, a Coinbase, lá dos Estados Unidos, também tá de olho nessa ideia de ação tokenizada.
Agora, nos EUA, tem projeto de lei sendo discutido pra organizar o mercado de ativos digitais. O Comitê de Agricultura marcou reunião pra falar disso, mas o Comitê Bancário deu uma travada depois que a Coinbase tirou o apoio.
O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, até postou nas redes que, do jeito que o projeto tá escrito, seria praticamente uma proibição das ações tokenizadas. E não é só ele não: associação bancária e legislador também tão reclamando, falando de problema com recompensa em stablecoin, conflito de interesse e finança descentralizada.
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