#Bobfalido E você sardinha esperançosa como se sente vendo seu dinheiro sendo drenado bem devagarinho. Eu me sinto frustado e com dor de barriga...Os gráficos mentem?
That already says a lot about the project. Authorized manipulation...
Violeta Sweeney s8Pf
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Répondre à @Danilao 777
ive seem skeptics thieVES internal disarray THE PROJECT is solid SOME love to scalp we are in an expansion phase we must keep buying early #BOBNB be the option LATER
$BOB Gráfico = tendência de morte Preço só faz topos e fundos descendentes EMAs (9, 21, 55) todas acima do preço → tendência baixista forte Qualquer pump é rejeitado rápido (sinal de dump) Isso é clássico de projeto sendo descarregado aos poucos / scan = golpe 🚩 2. Volume fraco demais Volume atual é ridículo comparado aos picos Pump sem volume = manipulação, não interesse real 👉 Baleia vende, varejo segura o prejuízo.
Muitos holders ? ≠ projeto bom? Esse é o golpe psicológico clássico. “Ah, tem 60 mil holders” Sim… Mas holder não é investidor, é gente presa no prejuízo esperando milagre.
Já parou pra pensar que ainda existem bilhões de pessoas sem acesso real à internet? Enquanto a gente discute 5G, IA e Web3, muita gente ainda está totalmente fora do jogo. E não é porque falta tecnologia — é porque o modelo atual não chega até lá. É isso que torna o WMTX (World Mobile) interessante 👇 Não é meme, não é promessa vazia. 📡 Um projeto que tenta levar internet para regiões esquecidas, usando: infraestrutura descentralizada incentivo econômico local blockchain como motor, não como fim Se funcionar, não muda só preço de token — muda educação, economia, acesso a informação e oportunidade. 💭 Agora a pergunta que importa: O que nós, como comunidade cripto, podemos fazer para apoiar projetos que resolvem problemas reais — e não só seguir o próximo pump? Talvez o futuro da Web3 não esteja só em gráficos… mas em impacto real no mundo. 👀 Vale a pena acompanhar de perto. #WMTX #WorldMobile #CryptoComPropósito #Web3 #DePIN #BinanceCreators
🪙 Quem enterrou a moeda → medo total, zero crescimento 🪙 Quem investiu pouco → preservou, mas cresceu pouco 🔥 Quem arriscou em várias coisas e triplicou → o mais empolgante… 👉 e o mais perigoso emocionalmente O mercado adora essa terceira versão. Porque ela ativa exatamente isso aqui: dopamina + urgência + ego E isso é uma armadilha emocional clássica. 🧠 A verdade que quase ninguém aceita Ganhar dinheiro em cripto não é difícil tecnicamente. É difícil emocionalmente. Você pode ter: on-chain leitura de whale gráfico IA ferramentas profissionais Se o emocional assumir o volante → já era. Ewai tem estômago ?
$ROLL Detenções Concentradas: Os 10 maiores detentores controlam 94,75% da oferta total, indicando uma distribuição altamente concentrada que poderia levar a volatilidade significativa no preço caso grandes detentores decidam vender.
VSM cai mesmo é inevitável. o tempo não perdoa. só temos que aceitar e seguir. A matemática não mente...
Welita_Lourenco
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💭 Saudade de quando as criptos davam pump sem avisar…
Saudade de abrir o gráfico e ver vela verde infinita. De acordar com +30%, +50%, +100% no dia. De qualquer moeda “aleatória” resolvendo subir como se não houvesse amanhã.
Hoje a gente analisa, espera, segura emocional, mas quem viveu os pumps sabe… era outra emoção 🚀
There’s a strange name sitting quietly at the top of crypto history. No face. No voice. No verified identity.
Just Satoshi Nakamoto.
Over a million Bitcoin mined in the early days. Coins that have never moved. At today’s prices, that untouched wallet rivals the net worth of people who dominate headlines, interviews, and billionaire rankings.
If Satoshi were public, they’d stand somewhere between Bill Gates and Mukesh Ambani on the global rich list.
But there’s no photo. No interviews. No yacht shots. No victory laps.
Just silence.
While markets crashed, rallied, and repeated the cycle… those coins stayed still. Frozen like a time capsule from a forgotten internet era. Governments printed money. Banks collapsed. New billionaires came and went. Still — nothing moved.
That’s what makes the story powerful.
In a world addicted to attention, the creator of the most disruptive financial system ever built walked away. No ego. No control. No exit liquidity. Just code, released into the wild, and a belief that people would figure it out on their own.
Most people chase wealth for recognition. Satoshi proved that true impact doesn’t need an audience.
Maybe Bitcoin isn’t just about money. Maybe it’s a lesson in restraint, conviction, and letting go.
And maybe… the greatest flex in financial history was disappearing at the very top.
Na boa nem na rede globo passou e eu vi essa notícia pelo the NY times a quase uma semana kkkkk
Muchessa
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10 toneladas de cocaina indo do Brasil para Espanha apreendido pelo DEA. Mesma polícia que prendeu Nikolas maduro 🥱 Petistas irão dizer que Lula não sabia de nada ✊🏾🇺🇸
palavras de LULADRAO_se eles estudam mais e começam a ganhar mais e ficam consciente sobre política eles não votam mais no PT.muita Canabis da aminezia né tia.
Dona Armênia
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Lula não é comunista. O povo fala em comunismo sem nem saber o que é o comunismo hoje. Por isso que a extrema direita odeia o ensino e a cultura em geral. Quanto mais burro, melhor
palavras de LULADRAO_se eles estudam mais e começam a ganhar mais eles e ficam consciente sobre política eles não votam mais no PT.muita Canabis da aminezia né. e com essa idade?
Dona Armênia
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Lula não é comunista. O povo fala em comunismo sem nem saber o que é o comunismo hoje. Por isso que a extrema direita odeia o ensino e a cultura em geral. Quanto mais burro, melhor
Tenho notado um padrão em muitos projetos recém-listados: hype pré-listagem, pump inicial agressivo e, em seguida, queda forte com longa estagnação. Isso não é acidente — é dinâmica de mercado. Investidores iniciais e VCs já entram posicionados, enquanto o varejo, movido pela ansiedade por lucro rápido, compra no topo sem analisar tokenomics, unlocks ou concentração de oferta. Enquanto isso, a corretora ganha com o que mais importa nesse momento: volume. Quanto mais negociação no lançamento, mais taxas — independentemente de o projeto sustentar valor depois ou não. Não é teoria da conspiração, é estrutura de incentivo. Listagem não significa qualidade. Pump não significa futuro. Quem não entende o ciclo vira liquidez. Quem entende, espera — ou simplesmente não entra
O Brasil é um país com recursos naturais extraordinários: petróleo, minério, agro e um enorme mercado interno. Ainda assim, riqueza natural não garante prosperidade. A história mostra que, quando recursos substituem estratégia, produtividade e instituições fortes, o resultado costuma ser o oposto do esperado. Venezuela, Nigéria, Angola e Congo seguiram esse caminho. Todos tinham abundância de petróleo ou minerais, mas foram corroídos por política ineficiente, corrupção estrutural e dependência do Estado. O dinheiro veio fácil, a economia deixou de diversificar e, quando o ciclo virou, ficou claro que não havia base sólida — apenas dependência. O colapso nunca foi imediato. Ele foi lento, silencioso e progressivo. Enquanto o discurso político dizia que estava tudo sob controle, a população passou a viver pior em países teoricamente ricos. O Brasil apresenta sinais semelhantes: forte dependência de commodities, pouco valor agregado, má alocação de recursos públicos e corrupção recorrente. Se instituições não forem fortalecidas e a economia não for modernizada, o país corre o risco de repetir padrões já conhecidos — onde abundância vira vulnerabilidade. Recurso natural é oportunidade. Sem gestão, vira armadilha.
Antes de qualquer interpretação enviesada, é fundamental esclarecer um ponto: os problemas descritos a seguir não pertencem a este ou àquele governo, tampouco a uma corrente ideológica específica. Eles refletem características estruturais do sistema político-institucional brasileiro, construídas e reforçadas ao longo de décadas. Governos passam, partidos se alternam no poder, discursos mudam, mas o arranjo institucional permanece essencialmente o mesmo — preservando incentivos distorcidos, privilégios consolidados e uma lógica que dificulta reformas profundas. Ignorar esse caráter sistêmico é repetir o erro recorrente de personalizar problemas que são, na verdade, estruturais. Dito isso, vamos aos fatos. O Poder Executivo concentra algumas das distorções mais visíveis da administração pública. A principal delas é a baixa eficiência na transformação de arrecadação elevada em serviços públicos de qualidade. Há excesso de cargos comissionados, fragmentação administrativa, políticas públicas descontinuadas a cada troca de governo e forte influência político-partidária sobre decisões técnicas. Em nível federal, estadual e municipal, observa-se dificuldade crônica de planejamento de longo prazo, má gestão de projetos, desperdício de recursos e tolerância com estruturas inchadas, o que resulta em obras inacabadas, serviços precários e dependência crescente de aumento de impostos ou endividamento. O Poder Legislativo sofre com uma profunda crise de representatividade e propósito. Em vez de priorizar sua função essencial de legislar e fiscalizar o Executivo, grande parte do Parlamento se dedica à autopreservação política, à barganha por cargos, emendas e privilégios. A produção legislativa é inflada por projetos irrelevantes ou meramente simbólicos, enquanto reformas estruturais indispensáveis — administrativa, política e fiscal — são adiadas ou desfiguradas. O custo do Legislativo brasileiro é elevado e desproporcional à qualidade das leis produzidas e ao controle efetivo que deveria exercer. O Poder Judiciário - que no Brasil mais parece um templo sagrado habitado por semideuses - apresenta como uma de suas principais mazelas o afastamento progressivo da realidade social e fiscal do país. Trata-se de uma estrutura cara e altamente protegida, com remunerações extremamente elevadas, além de criação de verbas pretensamente indenizatórias, benefícios acessórios, desrespeito ao teto remuneratório constitucional, etc, que tornam o gasto praticamente imune a crises econômicas. Soma-se a isso a morosidade processual, a insegurança jurídica gerada por decisões conflitantes e a tendência à judicialização excessiva da política, o que frequentemente transforma o Judiciário em protagonista de escolhas que deveriam ser resolvidas no campo democrático. Os Tribunais de Contas, concebidos como órgãos técnicos de controle e racionalização do gasto público, também não escapam às distorções. Embora exerçam função relevante, muitos são marcados por indicações políticas, baixa renovação institucional e excesso de formalismo. O controle, em vez de preventivo e orientador, muitas vezes é tardio, seletivo ou concentrado em aspectos burocráticos, falhando em coibir desperdícios estruturais e em promover uma cultura real de eficiência e responsabilidade fiscal na administração pública. Por fim, é impossível ignorar a responsabilidade dos eleitores nesse cenário. Um sistema político disfuncional não se sustenta sem complacência social. O voto frequentemente é tratado como instrumento de protesto vazio, troca por favores imediatos ou expressão de fanatismo ideológico, em vez de um ato racional de cobrança e escolha responsável. A tolerância com promessas inviáveis, discursos fáceis, corrupção recorrente e privilégios explícitos contribui diretamente para a perpetuação das mesmas elites políticas e institucionais. Enquanto o eleitor não assumir seu papel como agente ativo de fiscalização, memória e exigência ética, nenhuma reforma estrutural será duradoura — e o ciclo de mediocridade institucional continuará se renovando eleição após eleição. Logicamente, os problemas do Brasil não se resumem aos apontados acima. Há dezenas, talvez centenas ou até mesmo milhares de outras malezas e problemas que poderiam ser apontados. O que parece não mais haver é ambiente para que esses problemas sejam discutidos de forma madura e civilizada, em razão do altíssimo grau de radicalismo e intolerância que tomou conta do país nos últimos anos. Sem conseguirmos estabelecer um nível mínimo de diálogo para debatermos sobre os problemas que afetam o país, estamos cada vez mais distantes de encontrarmos as soluções e, portanto, cada vez mais longe de construirmos o país que sonhamos para nós e nossos descendentes. Mas então será que, diante de tudo isso, o Brasil ainda tem jeito? Será que ainda vale a pena permanecer no Brasil e tentar ajudar a mudá-lo? Não seria mais fácil, como alguns dizem, o macaco mudar de árvore do que tentar mudar as características da árvore? Bem, as respostas a essas questões são claramente individuais. Seria por demais pretensiosa, aqui, a busca por respostas definitivas ou conclusões incontestes para questões tão complexas. O que posso almejar é apenas provocar a reflexão sobre o assunto. Faça isso e você chegará às suas próprias respostas. Eu já cheguei às minhas e, por isso, sigo acumulando Bitcoin! #BTC #HODL
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