Exchange P2P de Bitcoin fecha acordo com Justiça dos EUA e orienta: retirem os fundos sem demora
Ô trem, cê viu a notícia? A tal da Paxful, aquela corretora de criptomoedas, resolveu de vez sua pendenga com o governo dos Estados Unidos. Na quinta-feira, dia 19, eles fecharam acordo com o Departamento de Justiça e com a turma da FinCEN, que cuida dos crimes financeiros. O juiz lá da Califórnia bateu o martelo: multa criminal de 4 milhões de dólares e mais dois anos de condicional pra empresa. E não parou por aí não… ainda tem mais uma multa civil de 3,5 milhões de dólares pra FinCEN, pra encerrar de vez as investigações. O rolo todo foi culpa da antiga gestão, antes de 2023. Os fundadores não ligaram pras regras contra lavagem de dinheiro e até ajudaram gente a driblar as leis. A nova direção, por sua vez, disse que não tem nada a ver com isso e colaborou com as autoridades pra limpar o nome da marca. Mas no fim das contas, acabou que a Paxful tá fechando as portas no mundo inteiro. Desde outubro de 2025 não faz mais negócio em lugar nenhum. Agora, em fevereiro de 2026, quem ainda tem bitcoin lá só consegue sacar. E eles tão avisando: “saca logo, uai, antes que seja tarde”.
A tal plataforma apareceu lá pros lados de 2015 e, no seu tempo de auge, chegou a juntar mais de 14 milhão de gente espalhada pelo mundo. Hoje em dia, quem tá tocando a administração dela tá preocupado só em devolver direitinho os fundos que ainda tão travados nas contas dos antigos clientes. Aqui no Brasil, por exemplo, se a gente dá uma olhada na página da Paxful lá no Reclame Aqui, vê que tem um tanto de reclamação e que os investidores já não tão recomendando mexer com ela não. $BTC $XRP $POL
Conferência da Ethereum coloca em evidência os perigos quânticos para o Bitcoin
Na conferência de desenvolvedores de Ethereum$ETH lá em Denver, o povo tava discutindo como seguir firme mesmo com o mercado em baixa e como usar a blockchain pra dar mais força pros agentes de inteligência artificial. Mas teve um painel que chamou atenção: será que o Bitcoin aguenta firme num mundo com computador quântico? O assunto foi direto: o que que pode quebrar primeiro. Hunter Beast, que ajudou a escrever a proposta BIP 360 pra resolver esse trem do “dilema quântico”, explicou que a confusão começa no algoritmo de hash do Bitcoin$BTC . Ele disse assim: “Olha, o SHA-256 é tão difícil que nem o maior computador quântico que a gente imaginar dá conta. Pra quebrar isso, precisaria de uma máquina maior que a Lua!”. Esse algoritmo de busca quântica, criado pelo Lov Grover em 1996, acelera a força bruta e reduz a segurança do hash. Mas Beast garantiu: “Isso não preocupa nos próximos cinco anos. O que preocupa são as assinaturas digitais — aí entra o algoritmo de Shor”. Esse tal do Shor, inventado em 1994, consegue mexer com a matemática da criptografia de chave pública. Como o Bitcoin usa curva elíptica pra assinatura digital, se aparecer um computador quântico forte, dá pra descobrir a chave privada só de olhar a pública. Aí já viu: quem tiver a chave pública poderia tomar posse do Bitcoin dos outros. Alex Pruden, CEO da Project Eleven, explicou bem: “No Bitcoin, ter propriedade é conseguir assinar digitalmente. Se o Shor funcionar, só de saber a chave pública já dá pra reconstruir a privada. Ou seja, eu poderia pegar seu Bitcoin só com essa informação”. Por enquanto, as máquinas não dão conta disso. Mas Pruden lembrou que Google, IBM e outras empresas tão avançando rápido. Em dezembro de 2024, o Google mostrou o Willow, um computador quântico que provou que dá pra escalar esse trem. Muita gente duvidava, mas agora já não dá pra duvidar mais. O setor cripto tá se preparando. A Fundação Ethereum montou uma equipe de segurança pós-quântica, e a Coinbase criou um conselho pra estudar os riscos. O Brian Armstrong, CEO da Coinbase, disse que é “solucionável”, mas os pesquisadores ainda discutem se a ameaça é urgente ou não. As estimativas também mudaram. Em 2021, falavam em 20 milhões de qubits pra quebrar o esquema do Bitcoin. Semana passada, a Iceberg Quantum disse que talvez baste 100 mil qubits. E segundo a Project Eleven, já tem risco: mais de 6,9 milhões de bitcoins tão em endereços com chave pública exposta, incluindo 1,7 milhão minerado nos primeiros anos. Isabel Foxen Duke, que também escreveu o BIP 360, lembrou que o problema não é só técnico. Tem moeda antiga que talvez nunca seja migrada pra endereço seguro, inclusive aquelas que dizem ser do próprio Satoshi Nakamoto. Tem até proposta de congelar essas moedas, mas isso é polêmico demais e difícil de conseguir consenso. Ela alertou: se a computação quântica chegar antes de resolver esse trem, pode ser um desastre. Imagina 4 milhões de bitcoins caindo no mercado de uma vez só. Seria um baque enorme pro projeto Bitcoin, mesmo que já exista criptografia pós-quântica.
Projeto DeFi ligado a Trump investe em resort de luxo nas Maldivas com saída para investidores
Manter um trem digital por quatro anos é coisa que parece não acabar nunca dentro desse mundo de cripto. Aí cê pensa: como é que um projeto DeFi, que tem dedo do Donald Trump, consegue convencer o povo a deixar o dinheiro parado num resort chique lá nas Maldivas, que só vai abrir em 2030? Pois é, a resposta da turma da World Liberty Financial (WLFI) junto com a construtora saudita DarGlobal é um “jeitinho de saída” especial. Esse trem foi feito pra segurar a onda entre o tempo curtinho das memecoins e o prazo longo do mercado de imóveis internacional. O tal mecanismo ainda vai ser explicado num prospecto do projeto, que envolve levantar 100 vilas de luxo na beira e em cima d’água no arquipélago. O chefão da DarGlobal, Ziad El Chaar, já avisou que atraso pode rolar. Mas disse também: “Se não gostar do rumo, pode sair. E, enquanto isso, não fica parado sem ganhar nada”. A WLFI fala que, ao tokenizar já na fase de obra, tá liberando aqueles retornos gordos que normalmente ficam só pros bancão. Os tokens devem dar rendimento fixo e receita de empréstimos ligados a uma propriedade de 300 milhões de dólares. Mais pra frente, pode até rolar participação nos lucros da venda. Pra mostrar que tão levando a sério, a DarGlobal vai segurar pelo menos 30% do projeto, bem mais que os 10% que é comum. A ideia é deixar todo mundo alinhado pra terminar e botar o resort pra funcionar. O desenho das vilas foi feito pra não dar dor de cabeça. Os tokens vão sair junto com a Securitize, que tem tecnologia ligada à BlackRock. O CEO Carlos Domingo falou que tokenizar imóvel é das coisas mais difíceis que tem. Ele lembrou que não adianta só tokenizar: se o ativo é ilíquido, continua sendo ilíquido. Eric Trump, que tá na frente da $WLFI , disse que o projeto abre mais opções pra quem mexe com cripto e quer investir em prazos diferentes. “Se quiser entrar e sair em cinco minutos, compra memecoin. Aqui a gente tá dando opção que muita gente nunca teve”, falou ele. Mas, por enquanto, só investidor qualificado pode entrar. A expectativa é que esse grupo aumente com o tempo, tirando espaço dos bancão. E, lá na frente, quem quiser pode transformar os tokens em participação no resort mesmo. Além disso, vão ter uns “benefícios de estilo de vida” pros investidores, que devem aparecer já no mês que vem. $USD1
Ethereum avança com força: Vitalik Buterin apoia atualização para reforçar resistência à censura
Ô trem bão, sô! O povo do Ethereum tá firmando pé nas raízes cypherpunk de novo. Os caboclos que mexe com a rede já marcaram as tais Fork-Choice Enforced Inclusion Lists, ou FOCIL, como o destaque da camada de consenso na próxima mexida grande, chamada de atualização Hegota. Essa Hegota é tipo uma mudança combinada nas regras principais da rede, que eles tão querendo pôr pra rodar lá pro segundo semestre de 2026. O tal EIP-7805 foi feito pra garantir que o Ethereum não vai ser censurado no protocolo, obrigando os validadores a aceitar todas as transações que aparecerem. Com esse FOCIL, se um bloco novo fingir que não viu transação válida da lista, a cadeia pode se dividir e seguir outro rumo, garantindo que qualquer transação da mempool pública entre rapidinho, dentro de uns slots contados. Já teve validador que deixou de fora umas transações, principalmente aquelas ligadas a endereços sancionados, tipo o Tornado Cash. Mas agora, com essa mudança, não vai ter jeito: tudo vai ter que ser incluído. Na quinta-feira, o Vitalik Buterin, que é cofundador do Ethereum, soltou no X que o FOCIL funciona junto com o EIP-8141. Esse aí dá mais moral pras contas inteligentes — multisig, assinaturas resistentes a computador quântico, troca de chave e patrocínio de gas — tudo virando “cidadão de primeira classe”. Buterin escreveu: “O FOCIL deixa qualquer transação entrar rápido e sem censura. Juntando FOCIL e 8141, qualquer coisa — de carteira inteligente a transação patrocinada por gas e até protocolo de privacidade — pode ser incluída on-chain por um dos 17 atores diferentes, escolhidos aleatoriamente em cada slot.”
Segundo o Buterin, essa medida “dá inclusão ligeirinha”, ou seja, quase toda transação que for válida entra rapidim, coisa de um ou dois slots, mesmo se o ambiente tiver cheio de perrengue. “Buterin falou: o Ethereum tá indo com força”, escreveu ele. Mas nem todo mundo gostou da ideia não. O Ameen Soleimani, que também mexe com Ethereum, disse que esse tal de FOCIL pode trazer umas consequências meio esquisitas pros validadores da rede. “Ô devs de ETH, gosto demais de vocês. Sei que a intenção é boa. Mas quando vocês criam uma EIP pra resolver o problema de ‘filtrar transações com endereços sancionados’ e a solução é ‘deixar os validadores botarem pressão nos builders pra incluir transações nos blocos’... aí complica, complica muito”, escreveu ele no X em agosto. “Se vocês não tão vendo isso, é ingenuidade ou imprudência.” Mesmo assim, tem muito desenvolvedor que acha que o FOCIL ajuda mais do que atrapalha. Na sexta-feira, Buterin ainda soltou outra: disse que quer criar um Ethereum com espírito “cypherpunk”, mais bonito e cheio de princípios. “Na verdade, tô tentando algo mais ousado: montar um ‘Ethereum ajeitado com princípios cypherpunk’, pra rodar junto com o sistema atual, bem integrado e interoperável, e depois ir crescendo com o tempo”, escreveu ele.
ETF de Sui com benefícios de staking faz sua estreia na Bolsa de Nova York
A Grayscale resolveu dar mais um passo na ampliação do seu cardápio de criptomoedas lá nos Estados Unidos. Essa semana, a gestora colocou na praça o Grayscale Sui Staking ETF (GSUI), que agora tá rodando na bolsa NYSE Arca. Esse novo fundo abre a porteira pra quem quer ter contato direto com o token SUI dentro do mercado tradicional. O trem diferente dele é que consegue pegar as recompensas do sistema de validação (staking) da própria blockchain e jogar direto no valor das cotas. Só que a empresa já avisou: o ativo é arisco, cheio de sobe e desce, e só serve pra investidor que gosta de risco pesado. Herança do Facebook A rede Sui nasceu do trabalho de ex-engenheiros do projeto Diem, aquela moeda digital que o Facebook tentou lançar e que começou com o nome Libra. O protocolo usa processamento paralelo, o que deixa as transações ligeiras e baratas. O ecossistema é feito pra ser fácil de usar, chamando o povo do varejo. Dá até pra acessar carteira digital com login do Gmail e usar algumas funções mesmo sem internet. Krista Lynch, que é vice-presidente sênior da Grayscale, falou que esse fundo é importante pro mercado de capitais. Segundo ela, o produto abre caminho pra adoção institucional de tecnologias que têm aplicação prática de verdade. Da fase privada pra bolsa Adeniyi Abiodun, cofundador da Mysten Labs e cabeça por trás da rede, reforçou que a listagem tem peso financeiro grande. Pra ele, o fundo consolida o papel do projeto na infraestrutura tradicional e ajuda a ganhar confiança de parceiros graúdos. Antes de chegar na bolsa americana, o produto da Grayscale funcionava com restrições. Ele foi lançado de forma privada em agosto de 2024 e só ganhou cotação pública em novembro de 2025. Agora, com a aprovação pra negociar na NYSE Arca, o ciclo de transição se fecha. A gestora fica ainda mais robusta, com mais de 40 produtos e opções de investimento em 45 ativos digitais diferentes.
A pressão de venda do Bitcoin recua, mas as baleias continuam despejando moedas nas exchanges
Teve uma época que o povo tava despejando Bitcoin nas corretora grande, mas esse movimento deu uma esfriada. Isso ajudou a aliviar a pressão de venda em cima da moeda. Só que as baleia, os investidor grandão, não tiraram o pé do acelerador não, conforme mostrou um relatório da CryptoQuant. No dia 6 de fevereiro, os depósito de Bitcoin nas exchanges chegaram perto de 60 mil BTC, bem na hora que o preço caiu pra uns 60 mil dólar. De lá pra cá, esse tanto minguou e ficou na média de 23 mil BTC nos últimos sete dias. A turma da análise on-chain falou que isso mostra que a fase mais pesada de liquidação perdeu força, mas ainda tem entrada maior que nos meses passados. Menos depósito significa menos pressão de venda, uai. Só que agora quem tá mandando mais moeda pras corretora são os grandão. O tal “Exchange Whale Ratio” bateu 0,64, o maior nível desde 2015. Isso quer dizer que quase dois terços das entradas de Bitcoin foram feitas pelas dez maiores baleias, mostrando que elas tão vendendo. Em 2025 esse trem de baleia vendendo foi assunto demais, porque teve uma redistribuição sem precedente: os Bitcoin dos caboclo que segurava há muito tempo foram parar na mão de dono novo. O preço até bateu recorde em outubro, chegando a 126 mil dólar, mas depois despencou quase pela metade, ficando em torno de 67 mil. Pra curto prazo, não parece que vai ter foguete não. A CryptoQuant já disse que o fundo do mercado de baixa tá perto de 55 mil dólar. E ainda repararam que diminuiu o tanto de stablecoin (tipo USDT) disponível nas exchanges pra comprar cripto. Geralmente, quando o preço sobe, é porque o povo tá enchendo as corretora de stablecoin.
A OpenAI, criadora do ChatGPT, usará a blockchain do Ethereum para rastrear erros
A OpenAI, dona do ChatGPT, soltou na quarta-feira (18) um produto novo chamado EVMbench. Esse trem aí serve pra testar se os agentes de inteligência artificial dão conta de achar erro em contrato inteligente que roda no Ethereum. Eles falaram assim: “Apresentamos o EVMbench — um benchmark pra medir se os agentes de IA conseguem detectar, explorar e corrigir falhas brabas em contratos inteligentes”. Postaram isso lá no X (antigo Twitter). Pra deixar o ambiente dos smart contracts mais seguro, fecharam parceria com a empresa Paradigm. O modelo de IA vai se basear em 120 vulnerabilidades que apareceram em 40 auditorias, tudo vindo de competição de código aberto entre programadores. O foco maior tá nos contratos que mexem com pagamento em stablecoin, usando agentes de IA. Esse assunto cresceu porque agora tem agente que recebe carteira de criptomoeda e usa em nome da pessoa dona dela. Pra garantir avaliação justa e repetível, eles montaram uma estrutura em Rust que simula contratos, reproduz transações de forma determinística e corta métodos inseguros de RPC. Já tão vendo melhora com IA na prevenção de erro em contratos EVM. O sócio da Paradigm, Alpin Yukseloglu, comentou que o GPT-5.3-Codex já achou mais de 70% das falhas. Ele lembrou que tem mais de 100 bilhões de dólares travados em contratos de criptomoeda de código aberto, e que é importante ter visibilidade dos riscos. No fim das contas, essa mistura de IA com criptomoeda mostra que a internet tá caminhando pra uma nova economia digital, onde os agentes fazem pagamento em stablecoin conforme o que foi programado. $ETH $BANANAS31 $PEPE
Argentina altera regras para corretoras e simplifica a declaração de impostos envolvendo bitcoin
No Brasil, os bancos e umas corretoras de cripto deram um empurrão pra criar regra e cobrar imposto dos investidores. Já lá na Argentina, o trem tomou rumo bem diferente. Na quinta-feira (19), a Comissão Nacional de Valores (CNV) aprovou uma resolução histórica, a tal da Resolução Geral N° 1.108/2026, pra alinhar as normas locais com a nova Lei de Inocência Fiscal. Essa medida põe fim a um modelo de desconfiança do Estado, que vivia de olho no patrimônio dos cidadãos. O governo de Javier Milei quer virar a página das restrições cambiais e apostar num sistema baseado na confiança e na liberdade financeira. Roberto E. Silva, presidente da CNV, falou que essa decisão vai dar um gás na economia. Segundo ele, deixar o dinheiro entrar de forma mais tranquila no sistema formal é essencial pro mercado de capitais crescer. Regras mais claras pro setor cripto A norma ajuda direto os Provedores de Serviços de Ativos Virtuais (PSAV) que têm registro ativo no país. Agora, os investidores podem mandar e receber moedas digitais em contas próprias nessas corretoras. O comunicado oficial lembrou que anos de inflação alta, restrições e impostos pesados criaram uma informalidade enorme. Antes, o governo já partia da ideia de que todo mundo queria sonegar; agora, o ponto de partida é a boa-fé. Outra novidade: os usuários ficam livres dos limites pra depósitos em dinheiro físico, desde que optem pelo regime simplificado de declaração do Imposto de Renda. Controle contra dinheiro sujo Pra aproveitar essas vantagens, o investidor tem que mostrar direitinho de onde vem o capital. Não pode receber ativos de países considerados de alto risco pelo GAFI, tipo Coreia do Norte e Irã. O Estado argentino continua firme nos controles contra crimes financeiros e lavagem de dinheiro. As empresas do setor têm que seguir as regras da Unidade de Informação Financeira (UIF). Mesmo assim, a regulação agora abre mais espaço pra inovação e pro mercado livre. $BTC $XRP $SOL
Magnata destaca empresa que realiza compras diárias de Tron ao longo de 2026
O bilionário Justin Sun deu os parabéns pra Tron Inc, que tá firme comprando a moeda TRX todo santo dia de 2026. Lá no X (antigo Twitter), nessa sexta (20), ele falou que a empresa segue enchendo a sacola e guardando, sem vender nada. “Continua segurando”, disse Sun, que é o criador da Tron. Apesar de ser o fundador, hoje ele só dá uns pitacos como conselheiro na Tron Inc (NASDAQ: TRON). Diferente da Strategy (antiga MicroStrategy), que quer é tirar o máximo de lucro com bitcoin pros acionistas, a Tron Inc tá é juntando TRX pra valer, pensando nos investidores. No anúncio que chamou atenção do bilionário, a firma contou que já tem 682 milhões de TRX guardados. Pra completar, a Tron Inc disse que comprou mais 177.587 tokens TRX a um preço médio de US$ 0,28, aumentando o estoque pra mais de 682,6 milhões. A ideia deles é crescer ainda mais essa reserva e valorizar os acionistas no longo prazo. E não é que a estratégia tá dando certo? As ações da Tron Inc subiram 49,42% nos últimos 12 meses. Enquanto isso, a própria moeda Tron, que vale US$ 0,28 cada, só aumentou 16%. Ou seja, a empresa conseguiu ganhar mais que o próprio ativo que tá guardando.
O trem fica ainda mais interessante quando a gente põe lado a lado com a Strategy (NASDAQ: MSTR), do bilionário Michael Saylor. As ações dele tão amargando uma queda de 58% em dólar. E pra piorar, o único investimento que a empresa resolve comprar — o tal do Bitcoin (BTC) — também não tá em boa fase: caiu 30% nos últimos 12 meses e hoje tá saindo por uns 67 mil dólares cada unidade.
“No andar da carruagem, ainda num dá pra sabê qual empresa vai firmá pé de vez e tê mais sucesso, já que cada uma aposta numa moeda diferente desse trem de cripto. A Tron, por exemplo, tá querendo bater de frente com Ethereum, Solana e BSC, mexendo com esses tais de contrato inteligente. Já o Bitcoin, uai, quer é virá a moeda da internet.”
Bitcoin dispara após veto às tarifas; Trump, pressionado, apresenta plano B
O preço do Bitcoin deu uma levantadinha nesta sexta (20). Foi depois que a Suprema Corte lá dos Estados Unidos decidiu que boa parte das tarifas que o presidente Donald Trump tinha colocado não tava dentro da autoridade dele. No fim da tarde, o BTC tava girando em torno de uns 68 mil dólares, uma alta de 1,5% em relação ao dia anterior, segundo o CoinGecko. Mais cedo, logo que saiu a decisão, o bichinho chegou a cair pra uns 66.900 dólares, mas depois deu uma respirada e subiu quase até 67.800, antes de recuar de novo. A Suprema Corte falou que essas tarifas não podiam ser aplicadas pela tal da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, de 1977, que só deixa o presidente mexer em certas transações estrangeiras quando tem emergência nacional. O presidente da Corte, John Roberts, disse que a interpretação do Trump seria uma expansão sem tamanho do poder do presidente sobre tarifas, coisa nunca vista. No ano passado, as mexidas do Trump no comércio mundial bagunçaram os mercados, e o Bitcoin chegou a cair pra casa dos 76 mil em abril, depois de ter batido 106 mil logo após as eleições. Desde então, ele até deu uma maneirada no papo de tarifas “recíprocas”, mas continua ameaçando outros países com imposto pra alcançar seus objetivos. Essa decisão não derruba todas as tarifas, mas a vontade do Trump de taxar tudo tem deixado o povo com medo de inflação e de confusão nas alianças comerciais. O ouro$PAXG , por exemplo, aproveitou e subiu 1,8%, indo pra 5.090 dólares a onça, segundo o Yahoo Finance. Trump não gostou nada da decisão e chamou de “vergonha”. Disse que tem um plano B: assinar um decreto impondo tarifa global de 10%, que deve valer por cinco meses. Ele ainda soltou que os ministros que votaram contra são uma vergonha pra nação e que a Suprema Corte tá sendo pressionada por interesses de fora. O juiz Brett Kavanaugh, que votou contra a maioria, disse que a decisão não mexe na questão de devolver bilhões arrecadados com tarifas. Se os tribunais decidirem que tem que devolver, vai ser uma confusão danada.
Como a intensificação das tensões entre EUA e Irã pode impactar o Bitcoin
Os mercado lá fora tão tudo ressabiado de novo por causa da treta entre Estados Unidos e Irã. O presidente Donald Trump deu um prazo curtinho pra fechar um acordo nuclear “de verdade” e já deixou no ar que, se não rolar conversa, pode ter ação militar. Aí, os investidor já tão colocando na conta o risco de ataque. Com os americano e os israelense reforçando presença na região e o Irã ameaçando, a incerteza aumentou e já mexeu com petróleo, dólar e até com o Bitcoin. Pro mercado de cripto, a hora tá meio complicada. O Bitcoin já começou o ano tropeçando, caiu quase 50% desde o pico em outubro e agora tenta se segurar ali na faixa dos 68 mil dólares. Se a tensão aumentar, a pressão pode ser maior ainda, principalmente no curto prazo. O Rony Szuster, lá do Mercado Bitcoin, explicou que o impacto vem pela macroeconomia: tensão geopolítica, petróleo subindo e dólar ficando mais forte. E como o Irã tá num ponto estratégico no Estreito de Ormuz, por onde passa um quinto do petróleo do mundo, qualquer confusão ali pode jogar o barril perto dos 100 dólares. Isso aumenta risco de inflação e deixa os mercado mais medrosos, levando o povo a correr pro dólar. E quando o dólar ganha força, o Bitcoin costuma apanhar. Já o Taiamã Demaman, da Coinext, disse que o problema é mais mecânico: dólar alto, condições financeiras apertadas e menos alavancagem. Nesse cenário, o BTC pode perder o suporte dos 61,5 mil e cair até perto dos 52,8 mil ou até 44,7 mil se a coisa piorar. Mas se a tensão der uma acalmada, o preço deve ficar andando de lado entre 61,5 mil e 71,6 mil, sem força pra subir de vez enquanto não passar dos 74 mil. O Guilherme Fais, da NovaDAX, lembrou que, apesar de chamarem o Bitcoin de “ouro digital”, os grandes gestores ainda tratam ele como ativo de risco. Então, quando o medo aumenta, o dinheiro corre pro dólar, pros títulos do governo americano e pro ouro. Historicamente, em choque geopolítico, primeiro os ativos de risco caem, enquanto petróleo e ouro sobem. O BTC tende a cair junto com ações, pra depois, quem sabe, recuperar a narrativa de proteção. O João Canhada, da Foxbit, resumiu bem: quando tem escalada militar, o povo busca liquidez. Aí o Bitcoin sofre junto com ações. Mas se o conflito bagunçar o sistema financeiro por muito tempo, aí o BTC pode voltar pro radar como alternativa fora do controle dos governos. No fim das contas, se tiver guerra longa, petróleo caro e dólar forte, o Bitcoin deve sofrer no curto prazo. Mas se a diplomacia segurar ou o conflito acabar rápido, pode até abrir espaço pra recuperação. O BTC tá de novo nesse dilema: é ativo de risco que sente a liquidez ou é alternativa estrutural num mundo cada vez mais fragmentado? A resposta vai depender menos da falação e mais da economia nos próximos dias.
"A tokenização de ativos reais (RWA) movimentou mais de R$ 1,5 bilhão no Brasil em janeiro"
Em janeiro, o trem da tokenização de ativos reais no Brasil deu uma guinada daquelas. O volume emitido passou de R$ 122 milhões no mesmo mês de 2025 pra mais de R$ 1,5 bilhão agora — um salto de mais de 1.100%. Quem puxou esse crescimento foi a mistura de plataformas mais ajeitadas, originadores bem estruturados e a entrada pesada de capital institucional. Como disse Rodrigo Caggiano, fundador do RWA Monitor, o setor deixou de ser só teste e já virou parte da engrenagem financeira do país, com captações diárias que chegaram a bater R$ 500 milhões. A base regulatória continua sendo a Comissão de Valores Mobiliários, principalmente pela Resolução CVM 88, que abre espaço pras ofertas públicas via plataformas digitais. Só em janeiro, esse modelo concentrou R$ 160,5 milhões em emissões, com instrumentos como debêntures tokenizadas, notas comerciais e recebíveis. Mas quem reinou mesmo foi a Resolução CVM 160: cerca de R$ 1,34 bilhão emitido, quase tudo vindo das operações da VERT, voltadas pros investidores institucionais. As emissões privadas ficaram mais discretas, movimentando R$ 1,58 milhão no mês. Servem como complemento, com mais liberdade, mas sem a mesma força de escala. No fim das contas, os números mostram não só crescimento, mas também diversidade de ativos, mais sofisticação e amadurecimento regulatório. A tokenização já tá se firmando como um caminho importante de financiamento no Brasil. $BNB $PAXG
"CEO da Ripple prevê 90% de chance de aprovação do projeto de lei cripto nos EUA até abril"
O americano Brad Garlinghouse, que é o chefão da Ripple — empresa que criou a base do token XRP — contou numa entrevista na Fox Business, na quinta-feira (19), que o tal projeto de lei chamado Clarity Act tem agora quase certeza de passar: ele acha que tem 90% de chance de ser aprovado até o fim de abril. Isso deixou o povo do mercado cripto mais animado com a regulação lá nos Estados Unidos. Segundo ele, esse avanço rolou porque os políticos, a Casa Branca e até gente dos bancos tradicionais e das empresas de cripto começaram a conversar mais sério sobre o assunto. As reuniões em Washington mostraram que o tema ganhou importância na política. Esse Clarity Act quer deixar claro quais ativos digitais vão ser tratados como valores mobiliários — aí ficam sob a SEC — e quais vão ser regulados pela CFTC. Mas ainda tem umas brigas, principalmente sobre regras de recompensas com stablecoins e os incentivos que as plataformas oferecem. Garlinghouse disse que, mesmo não sendo perfeito, o projeto é necessário. “A indústria não pode ficar nesse limbo”, afirmou, lembrando que a falta de clareza atrapalha a inovação e deixa o mercado inseguro. Ele também recordou que a Ripple já conseguiu uma decisão na Justiça dizendo que o XRP não é valor mobiliário, coisa que outras empresas ainda não têm. Pra ele, se o projeto passar, vai colocar as empresas de cripto e os bancos tradicionais no mesmo campo de jogo. Mesmo com a oscilação do mercado, o CEO garantiu que a Ripple continua vendo muito interesse de empresas em soluções com stablecoins, gestão de liquidez e pagamentos internacionais. Se aprovado, o Clarity Act pode virar um marco regulatório importante pros Estados Unidos, mudando as regras do setor e ajudando a aumentar a adoção institucional das criptomoedas.
Interesse dos investidores da Coreia do Sul faz o token AZTEC disparar 82% saiba mais
O token Aztec (AZTEC) deu um pulo danado, subiu 82% em só 24 horas nesta sexta (20), sendo negociado a uns 0,035 dólar. Esse trem aconteceu porque o ativo foi listado nas corretoras Upbit e Bithumb, que são duas das maiores lá da Coreia do Sul. Agora o pessoal pode comprar e vender direto no par com o won sul-coreano (KRW), sem precisar passar por stablecoin antes. O mercado de cripto lá na Coreia é forte demais, proporcional à população deles. Em época de movimento grande, a Upbit chega a ficar entre as maiores do mundo em volume de negociação, junto com Binance e Coinbase. Quando abre par em KRW, facilita a vida dos investidores locais e costuma dar aquele empurrão no preço, porque entra capital especulativo e a liquidez ainda tá meio baixa. Isso já aconteceu com outros tokens, tipo o VIRTUAL, que disparou só com o anúncio de listagem. Aí rola diferença de preço entre mercados, e os arbitradores aproveitam: compram barato fora e vendem mais caro lá, ajudando a equilibrar. Esse descompasso é chamado de “kimchi premium” e às vezes fica bem grande antes de normalizar. Aztec e a privacidade O Aztec é uma rede de segunda camada em cima do Ethereum, focada em privacidade. A ideia é deixar o usuário usar DeFi (tipo Uniswap, Aave, Yearn Finance) sem mostrar pra todo mundo quem ele é, quanto tem ou qual estratégia tá usando. Em vez de criar uma blockchain nova só pra isso, o Aztec funciona como uma camada extra, oferecendo confidencialidade programável e mantendo acesso à liquidez e aos apps já consolidados. Cada carteira pode virar um contrato inteligente que decide o que fica escondido e o que pode ser público. Com pontes pra outras redes, o Aztec cria um “túnel privado” pras transações, escondendo a identidade mesmo quando o usuário mexe em protocolos famosos. Por enquanto tá em testnet, mas a ideia é lançar a mainnet com várias integrações, trazendo recursos como transações confidenciais, governança privada e conformidade sem expor dados sensíveis.
O mercado de USDT caminha para a maior retração de oferta desde a crise da FTX
O tal do USDT, que é a maior stablecoin do mundo e quem põe ele pra rodar é a Tether, tá passando por uma fase meio complicada. Em fevereiro, a quantidade desse dinheiro digital deu uma caída de mais ou menos 1,5 bilhão de dólares, a maior desde dezembro de 2022, quando a corretora FTX desmoronou. Esse aperto veio depois de uma queda menor em janeiro e acabou quebrando um ciclo de crescimento que vinha firme desde que o governo dos Estados Unidos começou a olhar com mais simpatia pro mercado de cripto. No comecinho de janeiro, o USDT tinha batido quase 187 bilhões de dólares em circulação, mas até 18 de fevereiro já tinha descido pra menos de 184 bilhões. O mercado de criptomoedas como um todo também não tá fácil, viu. Desde outubro, já se perdeu uns 2 trilhões de dólares em valor. E como essas stablecoins, tipo o USDT, são usadas pra entrar e sair do mundo cripto, qualquer mexida nelas mostra bem como anda a liquidez do setor. Mas nem tudo é notícia ruim. Mesmo com essa retração do USDT, o mercado de stablecoins continua crescendo. A oferta total subiu de 302,9 bilhões em janeiro pra 304,6 bilhões em fevereiro. Quem saiu ganhando foi a USDC, da Circle, que aumentou quase 5% e chegou a 75,7 bilhões. E o movimento de transações segue forte: em 2025, cresceu 72% e bateu 33 trilhões de dólares. A USDC liderou com 18,3 trilhões, enquanto o USDT ficou com 13,3 trilhões. No fim das contas, apesar da queda do USDT, o mercado de stablecoins ainda mostra que tá se expandindo, só que num clima mais cauteloso por causa da correção recente no setor cripto.
ETFs de Bitcoin registram retiradas de R$ 20 bilhões ao longo das últimas cinco semanas
Os ETFs de Bitcoin tão passando aperto, sô. Na quinta-feira (19), teve mais um tanto de dinheiro saindo desses fundos, e já vai pra cinco semanas seguidas de prejuízo, coisa de quase 4 bilhões de dólares (uns 20 bi de reais). Só nesse dia 19 de fevereiro, os ETFs à vista perderam mais de 165 milhões de dólares. Foi o terceiro dia seguido de resgate. Se juntar tudo desde meados de janeiro, já deu uma sangria pesada: semana de 403 milhões, outra de 359, depois 318, e duas brutas de 1,49 bi e 1,33 bi. A turma tá discutindo se isso é porque o povo grande perdeu o gosto pelo Bitcoin ou se tão só dando uma ajeitada depois do ano forte que foi 2025. Uns falam que é fraqueza, outros que é só ajuste de alavancagem. Mas o Bitcoin, danado que só, foi na contramão: subiu 1,4% nas últimas 24 horas, batendo uns 67.480 dólares. O mercado todo de cripto cresceu 1,6%, chegando a 2,4 trilhões. E as altcoins — Hyperliquid, Avalanche e Sui — também deram uma animada, subindo perto de 4%. Pra uns analistas, tipo o Enmanuel Cardozo da Brickken, isso é recalibração, não recuo. Ele fala que depois de um ano forte, é normal os fundos darem uma enxugada na posição. Já o Illia Otychenko, da CEX.IO, é mais cauteloso: diz que o Bitcoin tá penando pra segurar o embalo e que o ouro e as ações de tecnologia tão roubando a cena. No fim das contas, parece que o mercado tá num momento de consolidação. Se o Bitcoin não mostrar força de verdade, os saques dos ETFs podem continuar por mais um tempo.
Detran do Paraná inventô moda: agora os carro vira token na blockchain com tal de Passaporte Digital
O Detran lá do Paraná resolveu inventá uma moda diferente: abriu inscrição pra um projeto que nunca se viu no Brasil. Juntou força com o Tecpar pra transformar carro em ativo digital. Eles criaram um tal de “Passaporte Veicular Digital”, usando tecnologia blockchain. É tipo uma identidade eletrônica do automóvel, guardando todo o histórico num registro que num tem como mexê ou falsificá. O dono do carro pode se inscrevê no site do Detran até dia 23 de fevereiro, sem gastá um tostão e sem precisá ir em posto de atendimento. Só hoje, dia 19, já tinha setecentos motoristas cadastrados nesse teste. O que muda - Cada veículo ganha um token exclusivo, ligado direto ao chassi. - Fica registrado tudo: dados de fábrica, revisão, seguro, financiamento e até transferência. - Isso acaba com fraude de quilometragem e documento falso. No começo, ia ter só mil participantes, mas o presidente do Tecpar liberou geral pra validar o sistema em larga escala. Como vai ser - Um comitê vai acompanhá os testes por 120 dias. - A partir de 2 de março, o motorista já pode consultá o passaporte no aplicativo do Detran. - Vale pra moto, carro e caminhão de qualquer ano. - A ideia é que até 2026 todo mundo use a ferramenta. No futuro, querem colocá toda a frota do Paraná nesse banco de dados. Isso vai dá mais segurança e confiança na hora de comprá ou vendê carro usado. $PAXG $XAG
Senadora anti-cripto exige que Tesouro e Fed descartem resgates ao Bitcoin e empresas cripto
A senadora americana Elizabeth Warren, lá de Massachusetts, mandou um recado pro pessoal do Tesouro e do Fed: não quer nem saber de dinheiro público indo parar em Bitcoin ou em empresa de criptomoeda que tá quebrando. Segundo ela, o preço tá despencando e não faz sentido usar imposto do povo pra salvar bilionário. Na carta que escreveu pro secretário Scott Bessent e pro presidente do Fed, Jerome Powell, Warren pediu que o governo não dê apoio ao Bitcoin de jeito nenhum — seja comprando direto, dando garantia ou emprestando liquidez. Pra ela, isso seria passar riqueza dos trabalhadores pros ricaços da cripto. Esse papo veio porque o mercado de criptomoedas tá sob pressão e muita gente anda cobrando qual vai ser o papel do governo nessa história. O Tesouro e o Fed até têm poder de ajudar bancos em crise, mas Warren disse que não tá claro se eles pensam em fazer o mesmo com o Bitcoin. O preço da moeda já caiu quase pela metade desde outubro, e essa queda em cascata deixou muito investidor grande no prejuízo. Hoje, o Bitcoin tá girando em torno de 67 mil dólares, com uma leve alta no dia. Enquanto isso, nos EUA, tem estado pensando em guardar Bitcoin como reserva, parlamentar querendo colocar cripto em fundo de pensão e agência federal estudando como integrar esse trem no sistema financeiro. Mas Warren bateu firme: se o governo entrar nessa, quem vai ganhar são os bilionários e até o presidente Trump $TRUMP , que tem ligação com uma empresa chamada World Liberty Financial$WLFI . Ela citou que essa empresa vendeu mais de 170 Bitcoins pra pagar dívida e não ser liquidada, já que o preço caiu abaixo de 63 mil. Pra Warren, isso mostra o risco do setor. E não é a primeira vez que ela fala mal das criptomoedas: já disse que ninguém devia comemorar quando americano perde dinheiro suado e que falta proteção pro consumidor nesse mercado. Em audiência recente, Bessent garantiu que o governo não tem poder legal pra resgatar Bitcoin com dinheiro público. O Tesouro até segura os Bitcoins apreendidos, mas não existe mecanismo pra mandar banco comprar ou estabilizar o mercado com fundo do contribuinte.
Empresa de Hong Kong lidera aportes no ETF de Bitcoin da BlackRock, surgindo como gigante discreto
No começo do ano saiu uns papel lá mostrando que o maior novo sócio do ETF de Bitcoin da BlackRock é uma firma de Hong Kong que ninguém conhecia. Chama Laurore Ltd., uma empresa offshore que disse ter 8,79 milhão de cotas do iShares Bitcoin Trust, valendo coisa de 436 milhão de dólar (uns 2,2 bilhão de real) no dia 31 de dezembro de 2025. Esse trem apareceu num formulário que foi entregue pra Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) e veio a público no dia 28 de janeiro. Com isso, a Laurore virou a maior nova dona de IBIT que apareceu nas anotações do quarto trimestre. A montoeira de ações do IBIT dessa empresa chamou atenção depois que Jeff Park, diretor de investimentos da ProCap Financial, comentou nas redes que a firma não tem “nada além de IBIT”. No papel mandado pra SEC, a Laurore quase não fala nada: só tem a assinatura de Zhang Hui e diz que fica baseada em Hong Kong. O Jeff Park até levantou que essa estrutura pode ser jeito de investidor dar um jeito de ter exposição ao bitcoin por meio de ETF regulado, talvez até com dinheiro vindo de lugar onde não pode mexer direto com criptomoeda. Hoje o IBIT tá saindo a 38 dólar, o que põe o tanto de ações da Laurore em 334 milhão de dólar. Isso é uma queda de 24% em relação ao preço de fim de dezembro. Mas como os registros só mostram a posição no fim do trimestre, pode ser que a empresa já tenha vendido parte desse tanto de ETF.
CEO da Coinbase afirma que a computação quântica é um desafio superável para o Bitcoin
Ó, o Brian Armstrong, que é o chefão da Coinbase, falou esses dias que esse trem de computação quântica não vai dar conta de “quebrar” nem a blockchain nem o Bitcoin, não. Ele disse que esse tipo de preocupação é coisa que dá pra resolver tranquilo e que já tem gente mexendo com isso nas principais redes pra se preparar pro futuro. Na entrevista lá na CNBC, no tal do World Liberty Forum em Mar-a-Lago, perguntaram pra ele se era verdade que a computação quântica ia acabar com a blockchain. Aí ele respondeu na lata: “Não, isso não é verdade. É um problema que dá pra resolver sim.” E ainda contou que a Coinbase tá bem adiantada nesse assunto, montou até um conselho só pra cuidar de computação quântica e vive trocando ideia com as blockchains grandes pra pensar num caminho seguro pro tal “mundo pós-criptografia quântica”. O povo da área anda dizendo que, por enquanto, as máquinas quânticas não têm força pra quebrar a criptografia que protege as chaves públicas. Mas também avisam que mudar os sistemas financeiros e as redes descentralizadas pra novos padrões vai levar tempo. Por isso, já tão se organizando: a Coinbase chamou uns nomes de peso, tipo professor da Universidade do Texas, criptógrafo de Stanford, pesquisador da Ethereum e o chefe de criptografia da própria empresa. Esse grupo vai estudar os riscos e bolar estratégias pra migrar com segurança. Tem especialista falando que o maior risco seria quebrar as chaves privadas do Bitcoin, mas que ainda não existe computador quântico rápido o bastante pra isso. E mesmo quando chegar perto, atualizar a criptografia é bem mais fácil do que parece. Então, segundo eles, tem tempo de sobra pra reforçar a segurança, não só no Bitcoin e Ethereum, mas em todas as blockchains. A Ethereum, por exemplo, já colocou segurança pós-quântica como prioridade. O Vitalik Buterin, que é cofundador, pediu pra não deixar pra depois e já começar a usar criptografia resistente a ataques quânticos. A Solana também tá testando assinatura digital resistente a esses ataques. E no Bitcoin já tem proposta rolando, tipo a BIP 360, pra diminuir os pontos vulneráveis. Além disso, Armstrong comentou sobre a tal Lei CLARITY, que trata da regulação do mercado nos EUA. Ele disse que a Coinbase não travou nada, só levantou umas questões sobre como seriam tratadas as recompensas em stablecoins. E que, por causa disso, os legisladores voltaram pra mesa de negociação. Ele acredita que ainda sai um acordo e que pode até chegar na mesa do presidente nos próximos meses.
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