A OpenAI, criadora do ChatGPT, usará a blockchain do Ethereum para rastrear erros
A OpenAI, dona do ChatGPT, soltou na quarta-feira (18) um produto novo chamado EVMbench. Esse trem aí serve pra testar se os agentes de inteligência artificial dão conta de achar erro em contrato inteligente que roda no Ethereum. Eles falaram assim: “Apresentamos o EVMbench — um benchmark pra medir se os agentes de IA conseguem detectar, explorar e corrigir falhas brabas em contratos inteligentes”. Postaram isso lá no X (antigo Twitter). Pra deixar o ambiente dos smart contracts mais seguro, fecharam parceria com a empresa Paradigm. O modelo de IA vai se basear em 120 vulnerabilidades que apareceram em 40 auditorias, tudo vindo de competição de código aberto entre programadores. O foco maior tá nos contratos que mexem com pagamento em stablecoin, usando agentes de IA. Esse assunto cresceu porque agora tem agente que recebe carteira de criptomoeda e usa em nome da pessoa dona dela. Pra garantir avaliação justa e repetível, eles montaram uma estrutura em Rust que simula contratos, reproduz transações de forma determinística e corta métodos inseguros de RPC. Já tão vendo melhora com IA na prevenção de erro em contratos EVM. O sócio da Paradigm, Alpin Yukseloglu, comentou que o GPT-5.3-Codex já achou mais de 70% das falhas. Ele lembrou que tem mais de 100 bilhões de dólares travados em contratos de criptomoeda de código aberto, e que é importante ter visibilidade dos riscos. No fim das contas, essa mistura de IA com criptomoeda mostra que a internet tá caminhando pra uma nova economia digital, onde os agentes fazem pagamento em stablecoin conforme o que foi programado. $ETH $BANANAS31 $PEPE
Argentina altera regras para corretoras e simplifica a declaração de impostos envolvendo bitcoin
No Brasil, os bancos e umas corretoras de cripto deram um empurrão pra criar regra e cobrar imposto dos investidores. Já lá na Argentina, o trem tomou rumo bem diferente. Na quinta-feira (19), a Comissão Nacional de Valores (CNV) aprovou uma resolução histórica, a tal da Resolução Geral N° 1.108/2026, pra alinhar as normas locais com a nova Lei de Inocência Fiscal. Essa medida põe fim a um modelo de desconfiança do Estado, que vivia de olho no patrimônio dos cidadãos. O governo de Javier Milei quer virar a página das restrições cambiais e apostar num sistema baseado na confiança e na liberdade financeira. Roberto E. Silva, presidente da CNV, falou que essa decisão vai dar um gás na economia. Segundo ele, deixar o dinheiro entrar de forma mais tranquila no sistema formal é essencial pro mercado de capitais crescer. Regras mais claras pro setor cripto A norma ajuda direto os Provedores de Serviços de Ativos Virtuais (PSAV) que têm registro ativo no país. Agora, os investidores podem mandar e receber moedas digitais em contas próprias nessas corretoras. O comunicado oficial lembrou que anos de inflação alta, restrições e impostos pesados criaram uma informalidade enorme. Antes, o governo já partia da ideia de que todo mundo queria sonegar; agora, o ponto de partida é a boa-fé. Outra novidade: os usuários ficam livres dos limites pra depósitos em dinheiro físico, desde que optem pelo regime simplificado de declaração do Imposto de Renda. Controle contra dinheiro sujo Pra aproveitar essas vantagens, o investidor tem que mostrar direitinho de onde vem o capital. Não pode receber ativos de países considerados de alto risco pelo GAFI, tipo Coreia do Norte e Irã. O Estado argentino continua firme nos controles contra crimes financeiros e lavagem de dinheiro. As empresas do setor têm que seguir as regras da Unidade de Informação Financeira (UIF). Mesmo assim, a regulação agora abre mais espaço pra inovação e pro mercado livre. $BTC $XRP $SOL
Magnata destaca empresa que realiza compras diárias de Tron ao longo de 2026
O bilionário Justin Sun deu os parabéns pra Tron Inc, que tá firme comprando a moeda TRX todo santo dia de 2026. Lá no X (antigo Twitter), nessa sexta (20), ele falou que a empresa segue enchendo a sacola e guardando, sem vender nada. “Continua segurando”, disse Sun, que é o criador da Tron. Apesar de ser o fundador, hoje ele só dá uns pitacos como conselheiro na Tron Inc (NASDAQ: TRON). Diferente da Strategy (antiga MicroStrategy), que quer é tirar o máximo de lucro com bitcoin pros acionistas, a Tron Inc tá é juntando TRX pra valer, pensando nos investidores. No anúncio que chamou atenção do bilionário, a firma contou que já tem 682 milhões de TRX guardados. Pra completar, a Tron Inc disse que comprou mais 177.587 tokens TRX a um preço médio de US$ 0,28, aumentando o estoque pra mais de 682,6 milhões. A ideia deles é crescer ainda mais essa reserva e valorizar os acionistas no longo prazo. E não é que a estratégia tá dando certo? As ações da Tron Inc subiram 49,42% nos últimos 12 meses. Enquanto isso, a própria moeda Tron, que vale US$ 0,28 cada, só aumentou 16%. Ou seja, a empresa conseguiu ganhar mais que o próprio ativo que tá guardando.
O trem fica ainda mais interessante quando a gente põe lado a lado com a Strategy (NASDAQ: MSTR), do bilionário Michael Saylor. As ações dele tão amargando uma queda de 58% em dólar. E pra piorar, o único investimento que a empresa resolve comprar — o tal do Bitcoin (BTC) — também não tá em boa fase: caiu 30% nos últimos 12 meses e hoje tá saindo por uns 67 mil dólares cada unidade.
“No andar da carruagem, ainda num dá pra sabê qual empresa vai firmá pé de vez e tê mais sucesso, já que cada uma aposta numa moeda diferente desse trem de cripto. A Tron, por exemplo, tá querendo bater de frente com Ethereum, Solana e BSC, mexendo com esses tais de contrato inteligente. Já o Bitcoin, uai, quer é virá a moeda da internet.”
Bitcoin dispara após veto às tarifas; Trump, pressionado, apresenta plano B
O preço do Bitcoin deu uma levantadinha nesta sexta (20). Foi depois que a Suprema Corte lá dos Estados Unidos decidiu que boa parte das tarifas que o presidente Donald Trump tinha colocado não tava dentro da autoridade dele. No fim da tarde, o BTC tava girando em torno de uns 68 mil dólares, uma alta de 1,5% em relação ao dia anterior, segundo o CoinGecko. Mais cedo, logo que saiu a decisão, o bichinho chegou a cair pra uns 66.900 dólares, mas depois deu uma respirada e subiu quase até 67.800, antes de recuar de novo. A Suprema Corte falou que essas tarifas não podiam ser aplicadas pela tal da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, de 1977, que só deixa o presidente mexer em certas transações estrangeiras quando tem emergência nacional. O presidente da Corte, John Roberts, disse que a interpretação do Trump seria uma expansão sem tamanho do poder do presidente sobre tarifas, coisa nunca vista. No ano passado, as mexidas do Trump no comércio mundial bagunçaram os mercados, e o Bitcoin chegou a cair pra casa dos 76 mil em abril, depois de ter batido 106 mil logo após as eleições. Desde então, ele até deu uma maneirada no papo de tarifas “recíprocas”, mas continua ameaçando outros países com imposto pra alcançar seus objetivos. Essa decisão não derruba todas as tarifas, mas a vontade do Trump de taxar tudo tem deixado o povo com medo de inflação e de confusão nas alianças comerciais. O ouro$PAXG , por exemplo, aproveitou e subiu 1,8%, indo pra 5.090 dólares a onça, segundo o Yahoo Finance. Trump não gostou nada da decisão e chamou de “vergonha”. Disse que tem um plano B: assinar um decreto impondo tarifa global de 10%, que deve valer por cinco meses. Ele ainda soltou que os ministros que votaram contra são uma vergonha pra nação e que a Suprema Corte tá sendo pressionada por interesses de fora. O juiz Brett Kavanaugh, que votou contra a maioria, disse que a decisão não mexe na questão de devolver bilhões arrecadados com tarifas. Se os tribunais decidirem que tem que devolver, vai ser uma confusão danada.
Como a intensificação das tensões entre EUA e Irã pode impactar o Bitcoin
Os mercado lá fora tão tudo ressabiado de novo por causa da treta entre Estados Unidos e Irã. O presidente Donald Trump deu um prazo curtinho pra fechar um acordo nuclear “de verdade” e já deixou no ar que, se não rolar conversa, pode ter ação militar. Aí, os investidor já tão colocando na conta o risco de ataque. Com os americano e os israelense reforçando presença na região e o Irã ameaçando, a incerteza aumentou e já mexeu com petróleo, dólar e até com o Bitcoin. Pro mercado de cripto, a hora tá meio complicada. O Bitcoin já começou o ano tropeçando, caiu quase 50% desde o pico em outubro e agora tenta se segurar ali na faixa dos 68 mil dólares. Se a tensão aumentar, a pressão pode ser maior ainda, principalmente no curto prazo. O Rony Szuster, lá do Mercado Bitcoin, explicou que o impacto vem pela macroeconomia: tensão geopolítica, petróleo subindo e dólar ficando mais forte. E como o Irã tá num ponto estratégico no Estreito de Ormuz, por onde passa um quinto do petróleo do mundo, qualquer confusão ali pode jogar o barril perto dos 100 dólares. Isso aumenta risco de inflação e deixa os mercado mais medrosos, levando o povo a correr pro dólar. E quando o dólar ganha força, o Bitcoin costuma apanhar. Já o Taiamã Demaman, da Coinext, disse que o problema é mais mecânico: dólar alto, condições financeiras apertadas e menos alavancagem. Nesse cenário, o BTC pode perder o suporte dos 61,5 mil e cair até perto dos 52,8 mil ou até 44,7 mil se a coisa piorar. Mas se a tensão der uma acalmada, o preço deve ficar andando de lado entre 61,5 mil e 71,6 mil, sem força pra subir de vez enquanto não passar dos 74 mil. O Guilherme Fais, da NovaDAX, lembrou que, apesar de chamarem o Bitcoin de “ouro digital”, os grandes gestores ainda tratam ele como ativo de risco. Então, quando o medo aumenta, o dinheiro corre pro dólar, pros títulos do governo americano e pro ouro. Historicamente, em choque geopolítico, primeiro os ativos de risco caem, enquanto petróleo e ouro sobem. O BTC tende a cair junto com ações, pra depois, quem sabe, recuperar a narrativa de proteção. O João Canhada, da Foxbit, resumiu bem: quando tem escalada militar, o povo busca liquidez. Aí o Bitcoin sofre junto com ações. Mas se o conflito bagunçar o sistema financeiro por muito tempo, aí o BTC pode voltar pro radar como alternativa fora do controle dos governos. No fim das contas, se tiver guerra longa, petróleo caro e dólar forte, o Bitcoin deve sofrer no curto prazo. Mas se a diplomacia segurar ou o conflito acabar rápido, pode até abrir espaço pra recuperação. O BTC tá de novo nesse dilema: é ativo de risco que sente a liquidez ou é alternativa estrutural num mundo cada vez mais fragmentado? A resposta vai depender menos da falação e mais da economia nos próximos dias.
"A tokenização de ativos reais (RWA) movimentou mais de R$ 1,5 bilhão no Brasil em janeiro"
Em janeiro, o trem da tokenização de ativos reais no Brasil deu uma guinada daquelas. O volume emitido passou de R$ 122 milhões no mesmo mês de 2025 pra mais de R$ 1,5 bilhão agora — um salto de mais de 1.100%. Quem puxou esse crescimento foi a mistura de plataformas mais ajeitadas, originadores bem estruturados e a entrada pesada de capital institucional. Como disse Rodrigo Caggiano, fundador do RWA Monitor, o setor deixou de ser só teste e já virou parte da engrenagem financeira do país, com captações diárias que chegaram a bater R$ 500 milhões. A base regulatória continua sendo a Comissão de Valores Mobiliários, principalmente pela Resolução CVM 88, que abre espaço pras ofertas públicas via plataformas digitais. Só em janeiro, esse modelo concentrou R$ 160,5 milhões em emissões, com instrumentos como debêntures tokenizadas, notas comerciais e recebíveis. Mas quem reinou mesmo foi a Resolução CVM 160: cerca de R$ 1,34 bilhão emitido, quase tudo vindo das operações da VERT, voltadas pros investidores institucionais. As emissões privadas ficaram mais discretas, movimentando R$ 1,58 milhão no mês. Servem como complemento, com mais liberdade, mas sem a mesma força de escala. No fim das contas, os números mostram não só crescimento, mas também diversidade de ativos, mais sofisticação e amadurecimento regulatório. A tokenização já tá se firmando como um caminho importante de financiamento no Brasil. $BNB $PAXG
"CEO da Ripple prevê 90% de chance de aprovação do projeto de lei cripto nos EUA até abril"
O americano Brad Garlinghouse, que é o chefão da Ripple — empresa que criou a base do token XRP — contou numa entrevista na Fox Business, na quinta-feira (19), que o tal projeto de lei chamado Clarity Act tem agora quase certeza de passar: ele acha que tem 90% de chance de ser aprovado até o fim de abril. Isso deixou o povo do mercado cripto mais animado com a regulação lá nos Estados Unidos. Segundo ele, esse avanço rolou porque os políticos, a Casa Branca e até gente dos bancos tradicionais e das empresas de cripto começaram a conversar mais sério sobre o assunto. As reuniões em Washington mostraram que o tema ganhou importância na política. Esse Clarity Act quer deixar claro quais ativos digitais vão ser tratados como valores mobiliários — aí ficam sob a SEC — e quais vão ser regulados pela CFTC. Mas ainda tem umas brigas, principalmente sobre regras de recompensas com stablecoins e os incentivos que as plataformas oferecem. Garlinghouse disse que, mesmo não sendo perfeito, o projeto é necessário. “A indústria não pode ficar nesse limbo”, afirmou, lembrando que a falta de clareza atrapalha a inovação e deixa o mercado inseguro. Ele também recordou que a Ripple já conseguiu uma decisão na Justiça dizendo que o XRP não é valor mobiliário, coisa que outras empresas ainda não têm. Pra ele, se o projeto passar, vai colocar as empresas de cripto e os bancos tradicionais no mesmo campo de jogo. Mesmo com a oscilação do mercado, o CEO garantiu que a Ripple continua vendo muito interesse de empresas em soluções com stablecoins, gestão de liquidez e pagamentos internacionais. Se aprovado, o Clarity Act pode virar um marco regulatório importante pros Estados Unidos, mudando as regras do setor e ajudando a aumentar a adoção institucional das criptomoedas.
Interesse dos investidores da Coreia do Sul faz o token AZTEC disparar 82% saiba mais
O token Aztec (AZTEC) deu um pulo danado, subiu 82% em só 24 horas nesta sexta (20), sendo negociado a uns 0,035 dólar. Esse trem aconteceu porque o ativo foi listado nas corretoras Upbit e Bithumb, que são duas das maiores lá da Coreia do Sul. Agora o pessoal pode comprar e vender direto no par com o won sul-coreano (KRW), sem precisar passar por stablecoin antes. O mercado de cripto lá na Coreia é forte demais, proporcional à população deles. Em época de movimento grande, a Upbit chega a ficar entre as maiores do mundo em volume de negociação, junto com Binance e Coinbase. Quando abre par em KRW, facilita a vida dos investidores locais e costuma dar aquele empurrão no preço, porque entra capital especulativo e a liquidez ainda tá meio baixa. Isso já aconteceu com outros tokens, tipo o VIRTUAL, que disparou só com o anúncio de listagem. Aí rola diferença de preço entre mercados, e os arbitradores aproveitam: compram barato fora e vendem mais caro lá, ajudando a equilibrar. Esse descompasso é chamado de “kimchi premium” e às vezes fica bem grande antes de normalizar. Aztec e a privacidade O Aztec é uma rede de segunda camada em cima do Ethereum, focada em privacidade. A ideia é deixar o usuário usar DeFi (tipo Uniswap, Aave, Yearn Finance) sem mostrar pra todo mundo quem ele é, quanto tem ou qual estratégia tá usando. Em vez de criar uma blockchain nova só pra isso, o Aztec funciona como uma camada extra, oferecendo confidencialidade programável e mantendo acesso à liquidez e aos apps já consolidados. Cada carteira pode virar um contrato inteligente que decide o que fica escondido e o que pode ser público. Com pontes pra outras redes, o Aztec cria um “túnel privado” pras transações, escondendo a identidade mesmo quando o usuário mexe em protocolos famosos. Por enquanto tá em testnet, mas a ideia é lançar a mainnet com várias integrações, trazendo recursos como transações confidenciais, governança privada e conformidade sem expor dados sensíveis.
O mercado de USDT caminha para a maior retração de oferta desde a crise da FTX
O tal do USDT, que é a maior stablecoin do mundo e quem põe ele pra rodar é a Tether, tá passando por uma fase meio complicada. Em fevereiro, a quantidade desse dinheiro digital deu uma caída de mais ou menos 1,5 bilhão de dólares, a maior desde dezembro de 2022, quando a corretora FTX desmoronou. Esse aperto veio depois de uma queda menor em janeiro e acabou quebrando um ciclo de crescimento que vinha firme desde que o governo dos Estados Unidos começou a olhar com mais simpatia pro mercado de cripto. No comecinho de janeiro, o USDT tinha batido quase 187 bilhões de dólares em circulação, mas até 18 de fevereiro já tinha descido pra menos de 184 bilhões. O mercado de criptomoedas como um todo também não tá fácil, viu. Desde outubro, já se perdeu uns 2 trilhões de dólares em valor. E como essas stablecoins, tipo o USDT, são usadas pra entrar e sair do mundo cripto, qualquer mexida nelas mostra bem como anda a liquidez do setor. Mas nem tudo é notícia ruim. Mesmo com essa retração do USDT, o mercado de stablecoins continua crescendo. A oferta total subiu de 302,9 bilhões em janeiro pra 304,6 bilhões em fevereiro. Quem saiu ganhando foi a USDC, da Circle, que aumentou quase 5% e chegou a 75,7 bilhões. E o movimento de transações segue forte: em 2025, cresceu 72% e bateu 33 trilhões de dólares. A USDC liderou com 18,3 trilhões, enquanto o USDT ficou com 13,3 trilhões. No fim das contas, apesar da queda do USDT, o mercado de stablecoins ainda mostra que tá se expandindo, só que num clima mais cauteloso por causa da correção recente no setor cripto.
ETFs de Bitcoin registram retiradas de R$ 20 bilhões ao longo das últimas cinco semanas
Os ETFs de Bitcoin tão passando aperto, sô. Na quinta-feira (19), teve mais um tanto de dinheiro saindo desses fundos, e já vai pra cinco semanas seguidas de prejuízo, coisa de quase 4 bilhões de dólares (uns 20 bi de reais). Só nesse dia 19 de fevereiro, os ETFs à vista perderam mais de 165 milhões de dólares. Foi o terceiro dia seguido de resgate. Se juntar tudo desde meados de janeiro, já deu uma sangria pesada: semana de 403 milhões, outra de 359, depois 318, e duas brutas de 1,49 bi e 1,33 bi. A turma tá discutindo se isso é porque o povo grande perdeu o gosto pelo Bitcoin ou se tão só dando uma ajeitada depois do ano forte que foi 2025. Uns falam que é fraqueza, outros que é só ajuste de alavancagem. Mas o Bitcoin, danado que só, foi na contramão: subiu 1,4% nas últimas 24 horas, batendo uns 67.480 dólares. O mercado todo de cripto cresceu 1,6%, chegando a 2,4 trilhões. E as altcoins — Hyperliquid, Avalanche e Sui — também deram uma animada, subindo perto de 4%. Pra uns analistas, tipo o Enmanuel Cardozo da Brickken, isso é recalibração, não recuo. Ele fala que depois de um ano forte, é normal os fundos darem uma enxugada na posição. Já o Illia Otychenko, da CEX.IO, é mais cauteloso: diz que o Bitcoin tá penando pra segurar o embalo e que o ouro e as ações de tecnologia tão roubando a cena. No fim das contas, parece que o mercado tá num momento de consolidação. Se o Bitcoin não mostrar força de verdade, os saques dos ETFs podem continuar por mais um tempo.
Detran do Paraná inventô moda: agora os carro vira token na blockchain com tal de Passaporte Digital
O Detran lá do Paraná resolveu inventá uma moda diferente: abriu inscrição pra um projeto que nunca se viu no Brasil. Juntou força com o Tecpar pra transformar carro em ativo digital. Eles criaram um tal de “Passaporte Veicular Digital”, usando tecnologia blockchain. É tipo uma identidade eletrônica do automóvel, guardando todo o histórico num registro que num tem como mexê ou falsificá. O dono do carro pode se inscrevê no site do Detran até dia 23 de fevereiro, sem gastá um tostão e sem precisá ir em posto de atendimento. Só hoje, dia 19, já tinha setecentos motoristas cadastrados nesse teste. O que muda - Cada veículo ganha um token exclusivo, ligado direto ao chassi. - Fica registrado tudo: dados de fábrica, revisão, seguro, financiamento e até transferência. - Isso acaba com fraude de quilometragem e documento falso. No começo, ia ter só mil participantes, mas o presidente do Tecpar liberou geral pra validar o sistema em larga escala. Como vai ser - Um comitê vai acompanhá os testes por 120 dias. - A partir de 2 de março, o motorista já pode consultá o passaporte no aplicativo do Detran. - Vale pra moto, carro e caminhão de qualquer ano. - A ideia é que até 2026 todo mundo use a ferramenta. No futuro, querem colocá toda a frota do Paraná nesse banco de dados. Isso vai dá mais segurança e confiança na hora de comprá ou vendê carro usado. $PAXG $XAG
Senadora anti-cripto exige que Tesouro e Fed descartem resgates ao Bitcoin e empresas cripto
A senadora americana Elizabeth Warren, lá de Massachusetts, mandou um recado pro pessoal do Tesouro e do Fed: não quer nem saber de dinheiro público indo parar em Bitcoin ou em empresa de criptomoeda que tá quebrando. Segundo ela, o preço tá despencando e não faz sentido usar imposto do povo pra salvar bilionário. Na carta que escreveu pro secretário Scott Bessent e pro presidente do Fed, Jerome Powell, Warren pediu que o governo não dê apoio ao Bitcoin de jeito nenhum — seja comprando direto, dando garantia ou emprestando liquidez. Pra ela, isso seria passar riqueza dos trabalhadores pros ricaços da cripto. Esse papo veio porque o mercado de criptomoedas tá sob pressão e muita gente anda cobrando qual vai ser o papel do governo nessa história. O Tesouro e o Fed até têm poder de ajudar bancos em crise, mas Warren disse que não tá claro se eles pensam em fazer o mesmo com o Bitcoin. O preço da moeda já caiu quase pela metade desde outubro, e essa queda em cascata deixou muito investidor grande no prejuízo. Hoje, o Bitcoin tá girando em torno de 67 mil dólares, com uma leve alta no dia. Enquanto isso, nos EUA, tem estado pensando em guardar Bitcoin como reserva, parlamentar querendo colocar cripto em fundo de pensão e agência federal estudando como integrar esse trem no sistema financeiro. Mas Warren bateu firme: se o governo entrar nessa, quem vai ganhar são os bilionários e até o presidente Trump $TRUMP , que tem ligação com uma empresa chamada World Liberty Financial$WLFI . Ela citou que essa empresa vendeu mais de 170 Bitcoins pra pagar dívida e não ser liquidada, já que o preço caiu abaixo de 63 mil. Pra Warren, isso mostra o risco do setor. E não é a primeira vez que ela fala mal das criptomoedas: já disse que ninguém devia comemorar quando americano perde dinheiro suado e que falta proteção pro consumidor nesse mercado. Em audiência recente, Bessent garantiu que o governo não tem poder legal pra resgatar Bitcoin com dinheiro público. O Tesouro até segura os Bitcoins apreendidos, mas não existe mecanismo pra mandar banco comprar ou estabilizar o mercado com fundo do contribuinte.
Empresa de Hong Kong lidera aportes no ETF de Bitcoin da BlackRock, surgindo como gigante discreto
No começo do ano saiu uns papel lá mostrando que o maior novo sócio do ETF de Bitcoin da BlackRock é uma firma de Hong Kong que ninguém conhecia. Chama Laurore Ltd., uma empresa offshore que disse ter 8,79 milhão de cotas do iShares Bitcoin Trust, valendo coisa de 436 milhão de dólar (uns 2,2 bilhão de real) no dia 31 de dezembro de 2025. Esse trem apareceu num formulário que foi entregue pra Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) e veio a público no dia 28 de janeiro. Com isso, a Laurore virou a maior nova dona de IBIT que apareceu nas anotações do quarto trimestre. A montoeira de ações do IBIT dessa empresa chamou atenção depois que Jeff Park, diretor de investimentos da ProCap Financial, comentou nas redes que a firma não tem “nada além de IBIT”. No papel mandado pra SEC, a Laurore quase não fala nada: só tem a assinatura de Zhang Hui e diz que fica baseada em Hong Kong. O Jeff Park até levantou que essa estrutura pode ser jeito de investidor dar um jeito de ter exposição ao bitcoin por meio de ETF regulado, talvez até com dinheiro vindo de lugar onde não pode mexer direto com criptomoeda. Hoje o IBIT tá saindo a 38 dólar, o que põe o tanto de ações da Laurore em 334 milhão de dólar. Isso é uma queda de 24% em relação ao preço de fim de dezembro. Mas como os registros só mostram a posição no fim do trimestre, pode ser que a empresa já tenha vendido parte desse tanto de ETF.
CEO da Coinbase afirma que a computação quântica é um desafio superável para o Bitcoin
Ó, o Brian Armstrong, que é o chefão da Coinbase, falou esses dias que esse trem de computação quântica não vai dar conta de “quebrar” nem a blockchain nem o Bitcoin, não. Ele disse que esse tipo de preocupação é coisa que dá pra resolver tranquilo e que já tem gente mexendo com isso nas principais redes pra se preparar pro futuro. Na entrevista lá na CNBC, no tal do World Liberty Forum em Mar-a-Lago, perguntaram pra ele se era verdade que a computação quântica ia acabar com a blockchain. Aí ele respondeu na lata: “Não, isso não é verdade. É um problema que dá pra resolver sim.” E ainda contou que a Coinbase tá bem adiantada nesse assunto, montou até um conselho só pra cuidar de computação quântica e vive trocando ideia com as blockchains grandes pra pensar num caminho seguro pro tal “mundo pós-criptografia quântica”. O povo da área anda dizendo que, por enquanto, as máquinas quânticas não têm força pra quebrar a criptografia que protege as chaves públicas. Mas também avisam que mudar os sistemas financeiros e as redes descentralizadas pra novos padrões vai levar tempo. Por isso, já tão se organizando: a Coinbase chamou uns nomes de peso, tipo professor da Universidade do Texas, criptógrafo de Stanford, pesquisador da Ethereum e o chefe de criptografia da própria empresa. Esse grupo vai estudar os riscos e bolar estratégias pra migrar com segurança. Tem especialista falando que o maior risco seria quebrar as chaves privadas do Bitcoin, mas que ainda não existe computador quântico rápido o bastante pra isso. E mesmo quando chegar perto, atualizar a criptografia é bem mais fácil do que parece. Então, segundo eles, tem tempo de sobra pra reforçar a segurança, não só no Bitcoin e Ethereum, mas em todas as blockchains. A Ethereum, por exemplo, já colocou segurança pós-quântica como prioridade. O Vitalik Buterin, que é cofundador, pediu pra não deixar pra depois e já começar a usar criptografia resistente a ataques quânticos. A Solana também tá testando assinatura digital resistente a esses ataques. E no Bitcoin já tem proposta rolando, tipo a BIP 360, pra diminuir os pontos vulneráveis. Além disso, Armstrong comentou sobre a tal Lei CLARITY, que trata da regulação do mercado nos EUA. Ele disse que a Coinbase não travou nada, só levantou umas questões sobre como seriam tratadas as recompensas em stablecoins. E que, por causa disso, os legisladores voltaram pra mesa de negociação. Ele acredita que ainda sai um acordo e que pode até chegar na mesa do presidente nos próximos meses.
Após anos de críticas ao Bitcoin, o CEO do Goldman Sachs revelou que possui a criptomoeda
O chefão do Goldman Sachs, David Solomon, resolveu abrir o jogo na quarta-feira (18) e contou que anda mexendo com Bitcoin. E olha que antes ele falava mal da moeda, viu? Agora disse que tem “um tiquinho, mas tem” e que acompanha mais como quem observa de longe. Isso é bem diferente do que ele falava lá em julho de 2024, quando chamava as criptomoedas de “investimento especulativo”. Na época, até elogiava a tecnologia blockchain, mas achava que o Bitcoin não tinha serventia clara. Só reconhecia que podia virar uma “reserva de valor”. A mudança de ideia veio à tona no tal do World Liberty Forum, evento da família Trump. Perguntaram pra ele por que tava lá, e Solomon respondeu sem rodeio: “Uai, Alex Witkoff me chamou. Ele e a família são clientes de primeira lá do escritório”. Durante a fala, ele soltou umas verdades: disse que empresa de cripto que acha que vai escapar de lei do Congresso devia era se mudar pra El Salvador. E ainda lembrou as palavras do secretário do Tesouro, Scott Bessent, que chamou uns líderes do setor de “niilistas” e “teimosos”. O recado pareceu direto pra Coinbase e pro Brian Armstrong, que mês passado largaram de apoiar o projeto de lei sobre o mercado de cripto. Armstrong falou que preferia não ter lei nenhuma a ter uma lei ruim. Lá em Mar-a-Lago, Solomon reforçou que tá alinhado com Bessent: o setor precisa de regra, mesmo que não seja perfeita. “Se tem gente achando que dá pra tocar sem sistema de regra, tão enganados. Melhor ir pra El Salvador”, disse ele. O evento juntou um tanto de gente importante do mercado financeiro e das criptomoedas: Changpeng Zhao da Binance, Brian Armstrong da Coinbase e até assessores de um xeique dos Emirados, que comprou quase metade da empresa de cripto da família Trump. $BTC $ETH $BNB
Kraken conclui a aquisição da Magna, uma plataforma voltada para a administração de tokens
A Kraken contou nesta quarta-feira (18) que comprou a Magna, uma plataforma que mexe com gestão de tokens. Num falaram quanto pagaram não, mas o negócio fechou mesmo foi na sexta-feira (13). A Magna ajuda as empresas de cripto a organizar direitinho a distribuição dos tokens. É que startup de cripto, quando recebe investimento, costuma prometer uma parte desses tokens pros investidores, igual empresa tradicional faz com ações. Só que, quanto mais gente entra na jogada, mais complicado fica saber quem tem o quê, principalmente depois que os tokens começam a ser negociados no mercado. Pra resolver essa confusão, o povo procura a Magna, explicou Arjun Sethi, co-CEO da Kraken, numa prosa com a revista Fortune. Segundo ele, isso aumenta a força da Kraken pra apoiar emissores de tokens logo no começo da caminhada, e não só mais tarde, quando já tão pensando em liquidez. Essa já é a sexta compra da Kraken em um ano, viu? Em março, eles já tinham levado a NinjaTrader, uma plataforma americana de futuros, por 1,5 bilhão de dólares. A corretora tá se ajeitando pra abrir capital na bolsa. Em novembro, pediu o IPO de forma confidencial e, em fevereiro, soltou os resultados financeiros como se fosse empresa de capital aberto. E num é que a Kraken tá valendo 20 bilhões de dólares? Ano passado, em novembro, recebeu um aporte de 800 milhões. O grosso veio de investidores grandes, tipo Jane Street, DRW Venture Capital, HSG, Oppenheimer e Tribe Capital, além do family office do próprio Sethi. Depois ainda teve mais 200 milhões da Citadel Securities, do Ken Griffin, que ajudou a inflar a avaliação da empresa. $BNB $PAXG $XAG
Moeda que tá engordando o porquinho” – pros ganhos
Criptomoedas que mais se destacaram em alta e queda nas últimas 24 horas na Binance e em outros rankings de mercado: 📈 Criptomoedas em Alta (24h) - GRX Chain – alta acima de 50% - Orca – também registrou mais de 50% de valorização - QuarkChain (QKC) – +22,03% - Waves (WAVES) – +14,26% - yearn.finance (YFI) – +7,75% - Toncoin (TON) – +7,17% - Bitcoin Cash (BCH) – +6,76% 📉 Criptomoedas em Queda (24h) - Bitcoin (BTC) – oscilando entre US$ 66 mil e US$ 69 mil, acumula queda de quase 28% em 2026 - Tokamak Network (TON) – -20,67% - MANTRA DAO (OM) – -18,20% - Metadium (META) – -17,08% - Cobak Token (CBK) – -19,55% - Euler Finance (EUL) – -74,42% (forte queda acumulada)
Arthur Hayes alerta que a diferença entre Bitcoin e Nasdaq pode sinalizar crise econômica
O Arthur Hayes, que é cofundador da BitMEX, tá dizendo que o Bitcoin já tá dando sinal de alerta que as ações tradicionais ainda não perceberam. A moeda digital mais famosa do pedaço vem caindo desde que bateu seu recorde lá em outubro de 2025, passando dos 126 mil dólares. Enquanto isso, o Nasdaq 100 ficou meio parado, sem grandes mudanças. Hayes acha que essa diferença tem a ver com a perda de emprego causada pela inteligência artificial, e que isso pode virar uma baita crise de crédito em dólar. Ele escreveu que é desse jeito que uma crise bancária pode travar de vez a economia americana. Mas nem todo mundo compra essa ideia. O Ryan McMillin, da Merkle Tree Capital, falou que essa diferença merece atenção, mas não é motivo pra alarde não. Pra ele, parte da explicação tá na falta de liquidez do dólar, já que o Fed manteve os juros altos e cortou umas linhas de crédito. Além disso, tem coisa própria do Bitcoin: ciclo de quatro anos, gente realizando lucro depois da alta histórica, lei travada e fluxo de ETF mexendo no preço. O Colin Goltra, da Morph, lembrou que o Bitcoin nunca teve relação fixa com as ações. Às vezes anda junto, às vezes segue sozinho. Então, ver diferença de curto prazo não é novidade. Hayes insiste que o Bitcoin sente primeiro a falta de liquidez, porque é mais sensível ao crédito. Já o Nasdaq ainda não precificou direito o impacto da IA, que pode tirar emprego de muita gente e aumentar a inadimplência em cartão e hipoteca. Ele até citou que ferramentas de IA fazem em minutos o que antes levava dias, e questionou se precisa mesmo de tanta assinatura de software de produtividade. Na visão dele, se 20% dos trabalhadores do conhecimento perderem emprego, os bancos americanos podem encarar perdas bilionárias. McMillin não discorda da preocupação, mas acha que Hayes exagera na pressa. Demissão em massa não acontece de uma vez, e muita empresa prefere segurar contratação ou deixar o quadro reduzir naturalmente. Mesmo assim, já tem sinal de problema: inadimplência em cartão subindo, SaaS sofrendo pressão e crédito ao consumidor ficando mais frágil. Hayes aponta que o ouro tá subindo enquanto o Bitcoin cai, o que seria sinal de um evento deflacionário de risco. Ele acredita que, no fim das contas, o Fed vai ter que imprimir dinheiro pra segurar os bancos. Goltra concorda que o Fed vai agir forte, e lembra que isso só reforça a importância de ativos com oferta limitada, como o Bitcoin. Pra quem investe, Hayes vê dois caminhos: ou o Bitcoin já caiu tudo que tinha pra cair e as ações vão acompanhar, ou ainda tem espaço pra descer mais. Mas no fim, ele aposta que a impressão de dinheiro vai levar o Bitcoin a novas máximas. E ele fecha dizendo que a IA é a tecnologia mais transformadora da história, e que o Fed vai ter que imprimir mais dinheiro do que nunca. Por enquanto, o Bitcoin segue sofrendo: caiu 2,5% nas últimas 24 horas e 27% no último mês, valendo uns 67 mil dólares.
A companhia distribuirá seus dividendos utilizando ouro tokenizado da Tether (XAUT)
Na terça-feira (17), a Elemental Royalty contou pros investidores que eles vão poder receber dividendo em forma do token XAUT da Tether. É uma novidade danada, porque abre espaço pro ouro tokenizado entrar de vez em Wall Street. A ideia é simples: dar pro investidor um pedaço direto de ouro físico, vindo dos royalties de mineração. A empresa, que fica lá no Colorado, disse que o pagamento vai ser de 12 centavos, dividido em parcelas trimestrais. Quem quiser, continua podendo receber em dinheiro, do jeito tradicional. Mas o CEO, David Cole, falou que apoiar o produto da Tether é coisa inovadora. Segundo ele: “Oferecer dividendo em Tether Gold mostra que a Elemental tá pensando pra frente e crescendo”. Só que, no mesmo dia, as ações da empresa caíram 7,8%, fechando em US$ 19,41. O negócio da Elemental é comprar royalties de projetos de mineração, sem precisar ter mina própria, fugindo dos riscos e mantendo chance de valorização. Ouro tokenizado da Tether A Tether sempre foi conhecida pelos tokens atrelados ao dólar, mas agora tá apostando firme no ouro. O preço do metal subiu 66% no último ano, e a capitalização do XAUT já bateu US$ 2,5 bilhões, bem acima dos US$ 714 milhões de antes. No começo do mês, chegou até US$ 3,5 bilhões, acompanhando a alta do ouro. Outras empresas também tão de olho: a Rumble, rival do YouTube, passou a aceitar XAUT como forma de pagamento, junto com Bitcoin e USDT. Pra facilitar, a Tether criou o “Scudo”, que vale 1/1000 de uma onça troy de ouro. O CEO da Tether, Paolo Ardoino, disse que esse passo da Elemental mostra como o ouro tokenizado pode ser usado de verdade nas finanças corporativas. Ele lembrou que a empresa guarda 140 toneladas de ouro num bunker na Suíça, avaliadas em US$ 24 bilhões, e que parte do USDT é lastreado nesse ouro. Hoje, o XAUT tem mercado de US$ 2,2 bilhões e disputa espaço com o PAX Gold. Apesar de já ter mais de seis anos de estrada, só agora grandes formadores de mercado, como a Wintermute, começaram a negociar o token em operações de balcão. A demanda por ouro tokenizado tá crescendo, e a previsão é que esse mercado chegue a US$ 15 bilhões até o fim do ano.
XRP Ledger inaugura uma DEX destinada ao mercado institucional
O XRP Ledger (XRPL) acabou de ativar uma novidade chamada Permissioned DEX, registrada como XLS-81. Esse trem deixa criar espaço de negociação dentro da própria rede, mas com entrada controlada. Em vez de ser um mercado totalmente aberto, agora dá pra montar uma “rodinha fechada”, onde só entra quem tiver autorização. Ou seja, a plataforma pode escolher quem pode colocar oferta e quem pode negociar. Isso ajuda a atender regras como verificação de identidade (KYC – “Conheça Seu Cliente”) e prevenção contra lavagem de dinheiro (AML). Na prática, é um recurso que interessa principalmente a banco e corretora, que querem usar liquidez em blockchain, mas não podem mexer com DeFi aberto por causa das normas de compliance. Com esse controle, eles conseguem participar sem esbarrar nas restrições. Essa atualização veio junto com outra, a XLS-85, chamada Token Escrow. Antes, o sistema de escrow só funcionava com XRP. Agora, ele vale também pra tokens criados via trustlines e Multi-Purpose Tokens, incluindo stablecoins como a RLUSD e ativos tokenizados do mundo real.
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